quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Projeto Politico Pedagógico de Pedagogia

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA


COMISSÃO DE REFORMULAÇÃO E ADAPTAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA
DOCUMENTO FINAL

Prof. Cláudio Ludgero Monteiro Pereira
Profa. Rosilene Pacheco Quaresma
Prof. José Roberto Alves da Silva
Profa. Gloria Maria Farias da Rocha

Discente
Discente

Grupos de Trabalho - Marco Referencial
Profa. Rosilene Pacheco Quaresma
Profa. Sueli Pinheiro da Silva
Prof. José Roberto Alves da Silva

Grupos de Trabalho - Diagnóstico
Ana Cristina Guimarães de Oliveira – Assessora Pedagógica
Anderson Madson Maia – Assessor Pedagógico
Andréia Cecília Ferreira da Silva – Assessora Pedagógica
Prof. Cláudio Ludgero Monteiro Pereira
Prof. Geraldo Bruno Costa de Andrade
Prof. Mário Jorge Xavier Brasil

Grupos de Trabalho - Currículo
Profa. Ana Conceição Oliveira
Profa. Denise Leal Eiró da Silva
Profa. Glória Maria Farias da Rocha
Profa. Maria Célia Barros Virgolino Pinto


BELÉM – PARÁ – BRASIL
MAIO/2006
SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO
I – INTRODUÇÃO................................................................................................. 07
II - O CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ - DAS ORIGENS A OPÇÃO POR UM CAMINHO.............................................
13
III – O CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ - DAS ORIGENS À OPÇÃO POR UM CAMINHO.........
20
IV – AVALIANDO E CONSTRUINDO UM NOVO PARADIGMA.......................... 31
a) Princípios básicos, filosóficos e norteadores............................................... 35
b) Objetivos da formação e perfil do pedagogo ............................................. 38
c) Competências e habilidades....................................................................... 38
d) Campo de atuação profissional................................................................... 40
e) Regime do curso, vagas e estrutura curricular............................................ 40
V – O ESTÁGIO SUPERVISIONADO................................................................... 44
VI - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO.......................................................... 48
VII - PESQUISA EDUCACIONAL......................................................................... 49
VIII - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC.................................... 50
IX – COMPOSIÇÃO CURRICULAR...................................................................... 51
X - NÚCLEOS DE ESTUDOS................................................................................ 52
XI - EMENTÁRIOS E INDICAÇÕES DE BIBLIOGRAFIAS.................................. 55
ANEXOS
1. Plano de Aplicação de Adaptação Curricular














APRESENTAÇÃO

A ação acadêmica política e pedagógica orientada para a construção do novo projeto político pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, através de seus atores, exigiu de cada um, alunos e professores, do Centro de Ciências Sociais e Educação - CCSE da Universidade do Estado do Pará - UEPA, gestos políticos e manifestações de participação coletiva, cujas escolhas geradas no próprio seio desta comunidade acadêmica se constituíram em possibilidades de mudanças, capazes de responder aos anseios da comunidade acadêmica na atualidade.
O presente Projeto teve como princípio norteador a construção de uma proposta pedagógica que pudesse fazer a junção de dois Cursos no CCSE, Curso de Formação de Professores e Pedagogia que ao longo de suas histórias registram grande contribuição no processo de formação docente no Estado do Pará.
Considerando que, o Curso de Formação de Professores da UEPA a décadas tem realizado estudos, debates e encaminhamentos no que diz respeito a reformulação de seu projeto pedagógico, objetivando mudar para um outro que respondesse as necessidades do mundo do trabalho e as exigências do mercado nacional (que muitas vezes deixavam a margem nos concursos e seleções os egressos deste Curso em detrimento do pedagogo), contemplando os acúmulos conquistados coletivamente pelos docentes e discentes que fizeram a história desse curso, que levasse em consideração os desejos e proposições da comunidade acadêmica e que atualmente respondesse ainda, a legislação brasileira vigente em nosso país.
Considerando também que, as Diretrizes Curriculares Nacionais Para o Curso de Pedagogia, aprovadas em 14/05/2006 oficializaram a docência como base estruturante da formação do profissional da área da educação, o que trouxe para o Curso de Pedagogia da UEPA a necessidade de adequação de seu projeto pedagógico ora em vigor; democraticamente optamos pela construção coletiva de um novo projeto que abarcasse os anseios dos atores envolvidos, referendando as experiências dos dois cursos em pauta, na tradução que ora apresentamos como Projeto de Reformulação do Curso de Pedagogia desta universidade pública estadual, com extensão não menos significativa de responsabilidade regional
A UEPA principalmente através dos cursos da área de educação, seja na estrutura multi-campi ou por meio dos convênios com as Prefeituras e Secretarias de Educação, tem contribuído significativamente para o desenvolvimento regional e melhoria da qualidade de vida e trabalho da população, formando profissionais não só na capital paraense como em inúmeros municípios do interior do Estado.
O Estado do Pará rico em reservas naturais, biodiversidade, de extensão continental, porém carente de infra-estrutura nas estradas, dificuldades nos transportes fluviais, pobreza e péssimas condições de vida e trabalho da maioria da população nas cidades do interior; necessitando de profissionais que reflitam e apresentem soluções alternativas aos problemas através de estudos e pesquisas, capazes de pensarem as cidades com suas precariedades e possibilidades no seio do seu viver, que não percam seus filhos pela migração para a capital ou para outros Estados pela via educacional, sem retornarem as suas localidades de origem também pela ausência de políticas que respondam as necessidades da população precariamente atendida. Nesse sentido, temos historicamente construído como universidade pública o maior Programa de Interiorização do Estado, que busca minimizar as dificuldades através do ensino, pesquisa e extensão em diversos municípios paraenses.
Os Cursos em pauta, são referências na capacitação de profissionais na região amazônica, em nível de graduação, contribuindo na produção do conhecimento, na socialização do saber adquirido e produzido, na formação continuada de professores além do incentivo aos egressos nos cursos de pós-graduação, possibilitando uma melhoria na qualidade de vida e de trabalho da população das cidades envolvidas.
Diante desse processo histórico consolidado, as possibilidades de manutenção das experiências exitosas, quer da capital como do processo de interiorização, devem ser firmadas num projeto que possa dar continuidade aos acúmulos construídos coletivamente no Curso de Formação de Professores e de Pedagogia, considerando a responsabilidade sócio-acadêmica-política que a UEPA possui como IES pública na região amazônica.
Esta ação local, integrante com sua própria comunidade, acredita ter sido, progressivamente, promovida por ela própria. E, assim, entendemos como uma das condições para materializarmos um novo projeto de curso que se destine à formação de educadores interessados no campo das ciências pedagógicas, capazes de contribuir através da intervenção na implementação de programas educacionais, sociais e políticos de superação aos grandes impasses estrategicamente colocados para os países do chamado “Terceiro Mundo”, viabilizando e potencializando soluções alternativas para um mundo de contemporaneidade.
Neste contexto, a ação desenvolvida contribuiu para ampliar o processo de participação política na academia, coletivizando as idéias críticas e criativas transformando-as em proposições alternativas, inovadoras e promotoras da construção do projeto do Curso de Graduação revelador das nossas atitudes diante da história, do saber, do poder e da política, quer regional, nacional ou global.



























I – INTRODUÇÃO


Autores que estudam a questão da formação do educador têm feito críticas aos currículos desses cursos apontando-os como enciclopédicos, elitistas e idealistas, afirmam ainda que a reforma a eles empreendidos fortaleceu uma formação geral diluída e, uma formação especial cada vez mais superficial, (GATTI, 1992).
Há uma racionalidade no âmbito das instituições sociais e da legislação que consiste em dar forma àquilo que vai se instituindo na prática social de forma assistemática e espontânea. Leis e dispositivos normativos vão sendo exigidos para regular a variedade de soluções dadas a demandas e dilemas da prática social, atender à a necessidade de se estabelecer normas comuns ou adequar o funcionamento das instituições a mudanças que vão ocorrendo em várias esferas da sociedade, (LIBÂNEO, 2006).
RIBEIRO (1989), afirma que a formação pedagógica concentra-se, por vezes, em formas esvaziadas de conteúdos específicos, reduzindo o trabalho à simples redação de planos, à relação de técnicas e recursos de ensino, culminando no ensino fracionado, parcial e desinteressado.
GATTI (op. cit.), mostra que as ênfases dominantes na formação do educador ao longo do tempo, têm sido: a ênfase psicológica, baseada nas diferenças individuais; a ênfase da teoria do capital humano, a ênfase no planejamento e operacionalização dos objetivos; sendo que na década de 80, dominaram as influências sociológicas relacionadas às teorias do conflito. Atualmente em sua visão se está retomando a teoria psicológica a partir do enfoque cognitivista privilegiando-se a compreensão das teorias da aprendizagem.
A Resolução do CNE sobre as diretrizes curriculares do curso de Pedagogia, aprovadas em maio de 2006, é mais um acréscimo a esse distanciamento entre a lei e a realidade e à desorganização legal. Mantendo inseguros educadores e alunos de diversas instituições formadoras, (e alunos) em relação a modelos de formação, ao perfil profissional, a formatos curriculares e a modalidades de exercício profissional, (LIBÂNEO op. cit.).
FREITAS (op. cit.), afirma que um dos problemas da formação pedagógica é estar sendo pensada dentro de uma visão unilateral das diferentes áreas de conhecimento (psicológica, filosófica ou sociológica). Em sua concepção se faz necessário que o processo pedagógico seja analisado em seu caráter interdisciplinar, onde o aporte das diferentes disciplinas de suporte epistemológico, sociológico, psicológico, dentre outros, gestem uma teoria pedagógica imprescindível na formação desse profissional.
Para ALVES (1993), o conhecimento é prático, pois se dá graças à experiência prática do sujeito que nele se relaciona com o objeto; é social, pois somente concebe sua construção na complexa e variada trama dos homens com outros homens; é histórico, porque é construído pelos homens através dos tempos numa luta incessante para a apreensão do objeto, significando que o conhecimento jamais é dado ou está acabado, e sim está sempre em construção.
Neste sentido, defende que a formação do educador, em especial, do pedagogo requer uma organização que retome a discussão do espaço do pedagogo compromissado com o estudo da prática pedagógica e com a geração de teorias pedagógicas relevantes para a transformação social.
GADOTTI (1980) defende que a formação do educador precisa caminhar na direção da sociedade e para que isso se concretize a articulação com os diferentes níveis de ensino se torna indispensável. Para ele, apenas dessa forma é possível ler as necessidades educacionais da população e atendê-los.
NÓVOA (2000) chama a atenção que a formação de professores é, provavelmente a área mais sensível das mudanças no setor educativo: aqui se produz uma profissão.
E o que é educar? Educar é intervir na capacidade de ser e de agir das pessoas. Para isso, são providas as mediações culturais, isto é, as ferramentas simbólicas e materiais, mediante um processo de comunicação. É disto que trata a Pedagogia: a mediação de saberes e modos de agir. O papel da Pedagogia é promover mudanças qualitativas no desenvolvimento e na aprendizagem das pessoas, visando ajudá-las a se constituírem como sujeitos, a melhorar sua capacidade de ação e as suas competências para viver e agir na sociedade e na comunidade, (LIBÂNEO op. cit.).
Como podemos observar, as discussões sobre a formação do educador tomam os mais variados rumos. Entretanto, para propor a reformulação do Curso de Pedagogia do CCSE, é preciso examinar mais de perto essa questão, sem perder de vista as discussões que vêm sendo realizadas a nível nacional e as específicas que estão sendo atualizadas e reformuladas de acordo com as Diretrizes Nacionais do Curso de Pedagogia.
Reunidos no I ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS realizado em Florianópolis nos dias 28 e 29 de setembro de 2006, os coordenadores entendem que a aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia define os marcos gerais que devem balizar a organização do projeto pedagógico desses cursos nas instituições de ensino superior brasileiras.
No entanto, reconhecem, também, que essas Diretrizes comportam ambigüidades, lacunas e imprecisões que continuam demandando o aprofundamento dos estudos e debates da formação do profissional da educação e, mais especificamente, do pedagogo. Por sua vez, os coordenadores reunidos apontam os seguintes tópicos balizadores para organizadores do projeto pedagógico do curso de Pedagogia nas Instituições de Ensino Superior:
1. O trabalho docente caracteriza-se como processos e práticas de produção, organização, difusão e apropriação de conhecimentos que se desenvolvem em espaços educativos escolares e não-escolares, sob determinadas condições históricas. Nesta perspectiva, o docente é um profissional da educação, em ação e interação com o outro, produtor de saberes na e para a realidade. A docência define-se, pois, como ação educativa que se constitui no ensino-aprendizagem, na pesquisa e na gestão de contextos educativos, na perspectiva da gestão democrática.
2. Os Núcleos de Formação devem ser concebidos e estruturados a partir da pesquisa e da prática como articuladores dos componentes curriculares, o que implicará em diferentes possibilidades de desdobramentos operacionais.
3. O Núcleo de Estudos Básicos deve privilegiar a formação básica, que implica os fundamentos teórico-metodológicos necessários à formação do pedagogo: o conhecimento da sociedade, da cultura, do homem, da escola, da sala de aula, da gestão educacional, do ensino-aprendizagem, da produção e apropriação de conhecimento.
4. O Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos contempla situações específicas de cada região, considerando as especificidades e possibilidades institucionais, com a compreensão de que os componentes curriculares constitutivos desse Núcleo caracterizam o desenvolvimento de potencialidades e o enriquecimento teórico - prático do processo formativo. Portanto, não se caracterizam como ênfases ou habilitações ou área de concentração.
5. O Núcleo de Estudos Integradores é tomado como espaço político-pedagógico de promoção da atitude investigativa. Nesse sentido, contempla diferentes modalidades de componentes curriculares, além de disciplinas. Constitui-se, portanto, como espaço flexível de mobilização para o espírito investigativo.
6. De acordo com as DCN – Pedagogia, o curso de Pedagogia é uma licenciatura e deve assegurar a formação de professores para a Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, para os cursos médios na modalidade normal, para os cursos de educação profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos. O encontro nacional indica como prioritária a formação do profissional que atuará na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ainda que o Projeto Pedagógico de determinada instituição considere a possibilidade de percursos diferenciados por parte dos alunos, essa possibilidade não pode se traduzir em uma diferenciação curricular por ênfases, áreas de concentração, habilitações etc. Gestão como elemento inerente à formação, bem como à pesquisa.

7. De acordo com as DCN – Pedagogia, não é mais admitida a organização do curso de Pedagogia por habilitações e, as habilitações em cursos de Pedagogia, atualmente existentes, entram em regime de extinção. Assim, os projetos de curso devem ser estruturados de modo a contemplar “a formação de professores para exercer funções de magistério na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos”, com a clareza de que “as atividades docentes também compreendem participação na organização e gestão de sistemas e instituições de ensino, que engloba o planejamento, execução, coordenação, acompanhamento e avaliação de tarefas próprias do setor da Educação; de projetos e experiências educativas não escolares e a produção e difusão do conhecimento científico - tecnológico do campo educacional, em contextos escolares e não-escolares”.
8. Os alunos egressos do curso de Pedagogia não terão uma habilitação em “Pedagogia”. A certificação especificará que ele é Licenciado em Pedagogia. Em consonância com a LDB, o artigo 14 da Resolução CNE/CP 01/2006 estabelece que “a Licenciatura em Pedagogia, nos termos dos Pareceres CNE/CP N° 5/2005 e 3/2006 e desta Resolução, assegura a formação de profissionais da educação prevista no art. 64, em conformidade com o inciso VIII do art. 3º da Lei nº 9.394/96. Isso porque, o art. 64 da LDB define que “a formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita em cursos de graduação em pedagogia, ou em nível de pós-graduação”. Em momento algum a LDB prevê que a formação desses profissionais deve ocorrer em cursos divididos em habilitações.
9. Os Pareceres e a Resolução que definem as DCN – Pedagogia, obedecem ao princípio jurídico de hierarquia entre os atos normativos, estando assegurado que uma legislação menor não pode ferir a lei maior. A organização dos Projetos Pedagógicos dos cursos de Pedagogia deve observar o que estabelece as DCN - Pedagogia e, especificamente em relação à carga horária de estágio, é definido apenas que o mínimo a ser assegurado é de 300 horas de estágio.
10. Os cursos de Pedagogia oferecidos na modalidade de educação a distância também estarão submetidos às DCN - Pedagogia devem ser organizados observando o que estabelece os Pareceres CNE/CP 05/2005 e 06/2006 e a Resolução CNE/CP 01/2006.
11. Os “cursos de educação profissional na área de serviços e apoio escolar” tratam de um campo de formação que começa a se fazer presente de forma mais sistemática no contexto da Educação Profissional. São cursos em áreas como secretariado de escola; cozinheiro escolar, dentre outras.
12. O campo de trabalho do egresso, assim como a adaptação dos sistemas de ensino para efeito de concurso público, não se define pelas instituições formadoras, uma vez que são os condicionantes sociais, culturais, políticos, econômicos, dentre outros, que determinam o desenvolvimento de qualquer campo profissional. Ainda assim, a realidade tem evidenciado que a grande maioria dos egressos dos cursos de Pedagogia, quando atua no campo educacional, o faz no âmbito da organização escolar, seja em instituições ou sistemas educativos. Os sistemas de ensino, por sua vez, poderão manter ou reorganizar sua estrutura organizacional e seus planos de carreira, prevendo cargos como coordenação pedagógica, supervisão educacional, orientação educacional, inspeção educacional, administração educacional, porém, ao abrirem concurso público para seleção de pessoal para esses cargos, deverão admitir que os licenciados em Pedagogia possam participar desses processos seletivos, pois de outra forma estariam contrariando o que estabelece a Lei N° 9.394/1996 (LDB). Por certo, as instituições formadoras podem (e talvez devam) ter uma atuação junto aos sistemas no sentido de ajudarem a pensar essa estrutura organizacional.
Neste sentido, apenas um trabalho coletivo consubstanciado na participação efetiva da comunidade acadêmica do Curso, Centro e Universidade garantirá a construção de uma proposta para o Curso de Pedagogia pensada e delineada nas necessidades dos sujeitos envolvidos de forma a contribuir para o processo de emancipação humana.















II – O CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ - DAS ORIGENS À OPÇÃO POR UM CAMINHO.


O Curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Pará foi criado com a Faculdade Estadual de Educação, pela Resolução nº 02 de 12 de janeiro de 1984, homologado através do Decreto nº 3193 de 10 de fevereiro de 1984, autorizado a funcionar pelo Decreto Presidencial nº 93.111, de 13.08.1986 e implantado em 1987, pela Fundação Educacional do Pará - FEP.
Havia uma necessidade de ampliação dos cursos superiores mediante a demanda e os anseios da sociedade configurada pelo crescimento do Estado e o desenvolvimento da Região, bem como se tinha como objetivo o cumprimento de uma de suas finalidades: “promover o desenvolvimento e o aprimoramento do ensino de 2º grau e Superior do Estado do Pará criando consciência dos problemas do País, especialmente os da Região Amazônica, possibilitando técnicas gerais e peculiares, capazes de solucioná-los adequadamente” (Estatuto e Regimento FEP).
Baseado neste dispositivo do Estatuto e corroborado pelos anseios sociais, a FEP apreendeu esforços no sentido de identificar as reais necessidades locais na área da educação, procurando viabilizar a implementação da Faculdade de Educação direcionada para a formação de profissionais na área. Para isso, desenvolveu-se uma metodologia de trabalho através da realização de Seminários com debates envolvendo a comunidade local e Instituições representativas do Estado como UFPA, SEDUC, LBA, FICOM, CESEP, IEP, ESEFPA, entre outros.
O I Seminário sobre a Formação do Educador foi realizado em 1983, com a finalidade de se discutir a viabilidade da implantação do Curso e se definir o perfil do profissional a ser formado. Contou com a participação de 80 profissionais e, deste evento, pontuaram-se algumas conclusões quanto ao desempenho do educador no Pará.
• Dicotomia entre a formação recebida e a realidade social e cultural onde atuam;
• Ausência de uma visão global da educação brasileira e dos sistemas de ensino particular;
• Falta de capacidade para análise crítica;
• Despreparo em relação às metodologias aplicáveis aos diferentes níveis de ensino;
• Superficialidade de conhecimento quanto à filosofia da educação, teorias da aprendizagem, planejamento educacional e dos procedimentos científicos de pesquisa;
• Formação insuficiente quanto à aplicação teoria e prática;
• Falta de competência na utilização de métodos, técnicas e recursos auxiliares ao ensino que estimulem a participação do aluno;
• Divórcio entre o ensino e a vivência do aluno;
• “Inexistência de aptidão específica para o desempenho da função docente” (Carta - Consulta - Projeto de Implantação FAED: 05)
Após a análise das questões levantadas no Seminário foi elaborado um anteprojeto e encaminhado através do processo nº 806/83-CEE ao Conselho Estadual de Educação, com a proposta de implantação do Curso de Pedagogia voltado para a Habilitação Magistério, direcionado para as “áreas de Magistério do 1º grau – 1ª a 4ª série, Magistério das disciplinas pedagógicas do 2º grau e Educação Especial – DM”.
Entretanto, o Conselho Estadual de Educação emitiu o seguinte parecer quanto a essa proposta inicial da FEP:
“O Curso de Pedagogia para ser autorizado deverá ter duas habilitações e não só a de magistério nos termos do Parecer nº 590/70-CFE” não sendo aconselhável fazer funcionar:
1) Habilitação para o exercício da 1ª a 4ª série do 1º grau, cuja formação de professores deve ser em nível de 2º grau, como vem ocorrendo;
2) Educação Especial, como estudos adicionais para a formação de professores, porque em nível superior, como Curso de Educação de Excepcionais formará apenas técnicas e assessores;
3) “Magistério das disciplinas pedagógicas do 2º grau, porque existem cursos com essa finalidade na Universidade Federal do Pará e nas Faculdades Integradas do Colégio Moderno. (Processo Nº. 029/84 - CEE)”.
Assim, naquele período, havia uma tendência do Curso de Pedagogia para o Magistério (1º e 2º graus) e para a Educação Especial – DM, mas mediante o Parecer CEE, redefiniram-se as habilitações do Curso de Pedagogia para o Magistério das disciplinas pedagógicas do 2º grau; Administração Escolar e Educação Especial – DM.
Realizou-se, então, o II Seminário sobre Formação do Educador para subsidiar a elaboração do Projeto do Curso, contendo tanto a sua estrutura administrativa quanto à estrutura curricular das habilitações. Os Currículos do Curso foram elaborados tendo como subsídios o Parecer nº 252/69 de CFE, que estabelece as diretrizes gerais do Curso de Pedagogia, a Resolução nº 02/69 do CFE, que fixa os mínimos de conteúdos e a duração do Curso de Pedagogia, além das sugestões advindas dos Seminários e estudos realizados pela Diretoria de Ensino da FEP.
Após um ano de implantação do Curso em 1988, constatou-se na estrutura curricular alguns problemas que afetavam a sua operacionalização como: dificuldade na integralização das disciplinas; problema de oferta das disciplinas de dependência; má distribuição das disciplinas por série e intensiva carga horária, que dificultava a realização de atividades de extensão, culturais, e outras.
Neste período, foi realizado um Seminário junto à comunidade do Curso de Pedagogia objetivando identificar o tipo de profissional que o Curso desejava formar, constituindo-se, naquele momento, uma Comissão para estudo e elaboração de uma proposta de reformulação curricular, que não foi aprovada pelos Departamentos, com sugestões para uma melhor avaliação. Outra proposta foi elaborada e discutida, mas não foi aprovada por não ter existido consenso na distribuição das disciplinas e respectivas cargas-horárias.
Com a criação da Universidade, em 1989, e a necessidade do reconhecimento do Curso, retomou-se a discussão sobre a reformulação curricular, propondo-se uma Assembléia Geral, na qual se decidiu:
1) A formação de uma Comissão por habilitação, sob a coordenação geral de um professor;
2) A metodologia adotada foi à análise de documentos anteriores, reuniões com Departamentos e Representações de Turmas para compatibilização das propostas;

Nesta primeira fase dos trabalhos delineou-se o seguinte perfil do profissional do Curso de Pedagogia: Pedagogo, capaz de desempenhar a função de educador a partir de uma:
1) Visão sólida e abrangente das Ciências Pedagógicas e dos seus condicionantes sócio-políticos;
2) Formação teórico-prática sedimentada na reflexão e investigação da realidade, possibilitando a problematização, a produção e a aplicação do conhecimento;
3) “Práxis” conscientizadora que permita a compreensão da educação como processo de “humanização” e de instrumento de mudança social;
4) “Formação profissional; específica, fundamentada numa visão global de educação, na busca de uma integralização das ações pedagógicas e que atenda às necessidades regionais, tendo como princípio educativo e político e pesquisa” (Relatório Março/90 – FAED).
Discutiu-se ainda, na Semana de Planejamento, a estrutura do Curso, o período de duração, o processo de avaliação e o estágio. Especificamente, quanto ao estágio, foi elaborada uma proposta de desenvolvimento da disciplina Prática de Ensino, que depois de discutida e aprovada pela comunidade acadêmica, foi efetivada através da Resolução de Estágio – CONDEP nº 004/.
Nas atividades práticas/estágio, a pesquisa seria o instrumental de integralização das ações pedagógicas. Os projetos de pesquisa fariam parte:
• Do programa da disciplina (elaboração, aplicação e execução nas escolas) enquanto carga horária prática, e
• Da fase final do estágio curricular.
Quanto à modificação da estrutura curricular ficou acordado que haveria:
1) “Uma parte comum a todas as habilitações destinada à formação para o Magistério das disciplinas pedagógicas do 2º grau, através de uma fundamentação teórico-prática que possibilite a reflexão e a ação do docente em função da realidade educacional brasileira e, especificamente da Região Amazônica”;
2) E outra, de formação específica do docente e/ou especialista nas habilitações: Administração Escolar, Magistério do 1º grau e Magistério em Educação Especial – DM, através de formação técnico-científico-pedagógica integralizada à fundamentação teórico-prática iniciada na fase anterior” (Relatório Março/90 – FAED).
Poderia, assim, o graduado em Pedagogia exercer o magistério das disciplinas pedagógicas do 2º grau e atuar na área específica de sua formação.
O Curso funcionaria em regime seriado anual, executado em blocos semestrais, compreendendo as seguintes partes:
I) Fundamentos Básicos – formadas por disciplinas oriundas das matérias básicas do Currículo Mínimo e Especiais direcionadas aos objetivos específicos do Curso e Habilitações;
II) Integralizantes – constituídas pelas disciplinas provenientes das matérias do tronco comum;
III) “Profissionalizantes – constituídas pelas disciplinas específicas profissionalizantes do Currículo mínimo e de outras necessárias à formação do profissional e/ou de interesse da habilitação” (Relatório Março/90 – FAED).
Estas etapas deveriam seguir um processo de integração teórico-prática interdisciplinar e, o avanço progressivo nos blocos de disciplinas seria feito mediante a aprovação em todas ou no mínimo em três disciplinas do bloco, considerando-se como pré-requisito, as disciplinas desmembradas em seqüência numérica. Os casos de dependência seriam atendidos pelo sistema de adaptação e através da criação de turmas especiais.
O segundo momento do processo de reformulação curricular, no ano de 1990, se caracterizou pela realização de cursos, palestras e seminários com a comunidade acadêmica para discutir algumas questões fundamentais para a elaboração das propostas de currículo.
Em dezembro/1992 foi realizada uma reunião de consultoria com os membros do Grupo de Trabalho e o professor José Luiz Domingues que teceu comentários sobre o Plano de Trabalho, ressaltando-se:
• “O “x” da questão é a dosagem da formação humanista geral e da tecnologia que está aí, colocada à mão”;
• “Pedagogia é Ciência ou arte (docência)? Pode atingir o estágio de ciência. Se for arte/docência, basta uma escola normal superior [...] A questão mais importante é definir esta questão epistemológica: há ou não a ciência Pedagogia como área de conhecimento?”;
• “Há formas de estruturação curricular que abandona a fragmentação do conhecimento em disciplinas e trabalham com Núcleos Temáticos como, por exemplo: Sociedade/Estado/Educação, Sociedade/Saúde/Nutrição”;
• “A discussão deve passar também pela reorganização do trabalho na Sociedade Capitalista e pela discussão da própria organização social frente à nova ordem mundial”;
• “A questão da interdisciplinaridade deve ser considerada. Trabalhando-se cada série com um eixo temático que relaciona e articula em torno de si mesmo, as disciplinas da série, sem deixar de lado a especificidade da disciplina. Se forem 04 séries, são 04 eixos”;
• “Não dicotomizar teoria e prática. A disciplina é teórica ou de alto grau de erudição? É prática ou puro ativismo? “ (Relatório da Consultoria).
Em 1993 foram aplicados questionários com discentes e egressos e realizadas entrevistas com os docentes, objetivando-se avaliar o Curso de Pedagogia. Entretanto, só foram sistematizados os dados obtidos com os alunos e algumas entrevistas com os professores. Em outubro de 1993 foi elaborado pelo Grupo de Trabalho um documento denominado “Projeto de Pedagogia: resgate histórico” que contém a síntese das propostas anteriores de reformulação do Currículo Pleno de Pedagogia, o qual foi discutido no mesmo mês, no Seminário “Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia: uma construção coletiva”.
Em 1995, com a Universidade do Estado implantada, foi composto novo Grupo de Trabalho para retomar o processo de construção do Projeto Pedagógico. E a proposta metodológica deste grupo foi a de primeiramente fazer o levantamento histórico desse processo de reformulação curricular, tomá-lo como pressuposto de análise objetivando a delineação das diretrizes, dos temas para debate com a comunidade e os caminhos teórico-práticos do projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia.
Após o levantamento histórico do processo de reformulação curricular, esse Grupo de Trabalho, objetivando fundamentar o debate com os docentes e discentes do Curso, elaborou os seguintes documentos:
• “Caracterização atual do Curso de Pedagogia: instrumental de análise para elaboração do Projeto Pedagógico” e,
• “Reflexões sobre o processo de reformulação curricular do curso de pedagogia da UEPA: subsídios para debate e elaboração do seu projeto pedagógico”.
No período de 1995 a 1997 esses documentos foram analisados em reuniões com professores e nas salas de aulas, através dos Representantes de turmas. Apesar desse GT não ter concluído o Projeto Pedagógico, o trabalho de pesquisa e de sistematização dos eventos realizados, possibilitou que a nova Comissão de Reformulação Curricular criada em 1998, pelo Colegiado, estudasse as propostas apontadas nesse processo histórico de debates, iniciado em 1988, contribuindo, assim, para o processo de reformulação do Curso de Pedagogia.
Finalmente em 1999 é apresentada e aprovada pelo Colegiado do Curso, a reformulação curricular do Curso de Pedagogia e que após a devida análise e modificações no Conselho de Centro, a mesma foi aprovada e referendada pela Resolução nº 610/01 de 22 de agosto de 2001 é do Conselho Universitário da UEPA e pela Resolução do Conselho Estadual de Educação do Pará.
Em 2003, Pedagogia passa pelo processo de recredenciamento do curso por meio de uma Comissão de Especialistas do Conselho Nacional de Educação e do Conselho Estadual de Educação do Pará. Que aponta a necessidade de novas alterações no Projeto Pedagógico do Curso, o qual nos últimos dois anos aguardava a aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Pedagogia, que finalmente foram aprovadas em maio de 2006.
Embora longa essa trajetória é incluída neste documento para não se perder a contextualização necessária no processo de reformulação pedagógica do curso.



















III – O CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ - DAS ORIGENS À OPÇÃO POR UM CAMINHO

O Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental da Universidade do Estado do Pará completou 16 anos de existência. Muitas histórias foram vivenciadas neste percurso. Inúmeros professores, alunos, funcionários e gestores, ao longo desses anos, construíram sua história, deixaram marcas que sem dúvida contribuíram para que ele chegasse ao presente século como um Curso de referência no Estado, na Região Norte e no Brasil. Como qualquer processo histórico, tais marcas são testemunhas do sucesso e das dificuldades vivenciadas pela sua comunidade, e de maneira fundamental, são consideradas quando se discute a reformulação do referido Curso.
Assim sendo, em 2003 inicia-se um novo processo de discussão e reformulação do referido Curso na comunidade cujos encaminhamentos apontaram para a necessidade de instituir uma comissão de professores, alunos, Coordenadores de Curso e Consultor, objetivando realizar debates para a elaboração de um novo Projeto Pedagógico. No decorrer deste debate duas grandes tendências se manifestaram:
1) Reformulação do Projeto Pedagógico do Curso, mantendo-se sua finalidade principal que é a formação do professor de Educação Infantil e séries iniciais de escolarização. Esta tendência está ancorada na compreensão de que a finalidade do Curso é clara, pois se atém a formar o professor e não o gestor; devendo-se respeitar sua história, trajetória e compromisso social mantendo-se o Curso, mas, reformulado. Entretanto, esta proposição esbarrava nos argumentos de determinados alunos e professores de que tal reformulação não garantiria, do ponto de vista do exercício profissional, a atuação dos egressos no trabalho de gestão (planejamento, coordenação, acompanhamento e avaliação). Formação profissional esta, tradicionalmente, realizada em Cursos de Pedagogia no Brasil. Além disso, não resolveria uma outra questão que tem se evidenciado quando os egressos do Curso de Formação de Professores buscam se inserir no mundo do trabalho e são preteridos sob a alegação de que não são pedagogos, conforme exige os editais de concursos públicos para o ingresso na referida profissão.
2) Extinção do Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Serie do Ensino fundamental e criação de um outro curso de Pedagogia na UEPA que contemplasse o exercício profissional para atuar na docência de Educação Infantil e séries iniciais de escolarização e Gestão Escolar. Tal proposição está ancorada na compreensão de que o Curso de Pedagogia da UEPA já existente não contempla a formação profissional para esta docência, bem como o conflito que os egressos vivenciam por ocasião da inserção no campo de trabalho do setor educacional, que os impossibilita de concorrer a postos de trabalho vinculados a gestão educacional, cuja formação profissional exigida é decorrente do Curso de Pedagogia.
Esta tendência foi ganhando força e, após reunião em 18 de dezembro de 2003 foi decidida numa plenária com a participação de professores que o Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental seria extinto e se criaria um outro curso de Pedagogia na UEPA com a finalidade de formar o profissional para o Magistério da Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental e Gestão Escolar.
Julgamos que para entender a construção deste Documento, que ora apresentamos à comunidade, faz-se necessário resgatar pontos fundamentais da trajetória histórica do Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental para situar o debate em torno de sua extinção e proposição de um outro Curso de Pedagogia na UEPA que atenda os anseios da comunidade. Para tanto, nos apoiamos em vários trabalhos de professores (NUNES, 1993; OLIVEIRA, 1995; HAGE; 1995), relatórios produzidos pelos diversos coordenadores e documentos de avaliação externa e interna do Curso. Essa trajetória histórica está agrupada em dois momentos: 1990/1994: gênese e implantação e 1994 a 2003: consolidação, expansão e extensão.

- 1990 A 1993: GÊNESE E IMPLANTAÇÃO
O ISEP foi criado, no governo Hélio Mota Gueiros, por meio do Decreto Governamental nº 6.740 de 07 de dezembro de 1989 e autorizado a funcionar pela Resolução nº 492 de 18 de dezembro de 1989, do CEE e pelo Decreto Presidencial nº 98.886 de 25 de janeiro de 1990, com o objetivo de oferecer o Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental, no âmbito do Ensino Superior. O referido Curso foi vinculado inicialmente à Secretaria de Estado de Educação do Pará. Em 1995, o respectivo Curso foi reconhecido pelo MEC mediante a Portaria nº 365, de 19/04/1995. Em 2003, o Curso obteve o recredenciamento mediante a Resolução nº 477 de 28 de novembro do Conselho Estadual de Educação.
Com um projeto pedagógico considerado inovador , sua prática deveria se diferenciar das práticas existentes na Habilitação Magistério de 2º Grau e das demais práticas das Licenciaturas. Entre as principais inovações postuladas pelo projeto, destacavam-se:
a) escola de tempo integral, em que a teoria e prática perfazem unidade curricular, e na qual pesquisa e ensino são a principal estratégia de extensão;
b) presença de professores especificamente preparados para a tarefa, em número reduzido, dotados de qualidade formal e política suficientes;
c) vestibular próprio, currículo próprio, administração própria, autonomia para criar, não para agredir.(ISEP, nº1, 1989, p. 33-4).

Derivou-se daí a concepção filosófica do Instituto que buscava:
a) União de teoria e prática: uma não é maior que a outra, nem substitui a outra;
b) atitude de pesquisa, que inspira o ensino e a extensão;
c) aprendizagem mediante elaboração própria da teoria e da prática;
d) Professor como pesquisador/orientador, com função principal de motivar a iniciativa do aluno. (ISEP, nº1, 1989, p. 46-7).
Essas inovações de ordem filosófica e metodológica transformadas em práticas deveriam constituir-se em elemento diferencial do Curso que este Instituto abrigava.
O ISEP, fora concebido, também, para ser a referência acadêmica máxima do sistema das Escolas Normais no Estado do Pará - "Casa da Professora Normalista" -, era considerado, em seus documentos de fundação, o locus privilegiado da formação de professores no Estado, onde o professor encontraria todo um suporte técnico e pedagógico necessário para o seu permanente processo de formação continuada e desenvolvimento profissional. Com este intuito, em seus primeiros anos, este Instituto caracterizou-se como um espaço efetivo de promover a construção de conhecimento e saberes necessários aos professores da Educação Básica, além de outros profissionais da área da educação, por meio de programação sistemática de eventos científicos, artísticos e culturais oferecidos à comunidade educativa paraense.
Inicialmente, o Instituto fora pensado para ter como instituição mantenedora a Fundação Educacional do Estado do Pará - FEP - órgão responsável pela Política de Ensino Superior e que congregava as Unidades de Ensino Superior no âmbito estadual, vinculado à estrutura organizacional da Faculdade Estadual de Educação - FAED, determinação que não se concretizou por questões de amparo legal.
A estrutura organizacional do ISEP tinha como princípio regimental uma estrutura orgânica "leve" e "simplificada" com o intuito de não reproduzir os vícios históricos de uma prática departamentalizada e burocrática tão comum ainda em nossas universidades. Os professores e as suas respectivas disciplinas agrupavam-se, não por departamento mas, por grupos de professores por área curricular.
Nos anos iniciais do Curso eram oferecidas 100 vagas anualmente no processo seletivo. Introduziu-se, como inovação, no conjunto das demais provas do Concurso Vestibular uma prova de caráter habilitatório de Psicologia e Didática 2 que intencionava direcionar, a priori, aqueles candidatos egressos dos Cursos de Magistério. Subjacente a esta lógica estava à compreensão de que não se queria o ingresso de qualquer aluno ao Curso, mas a princípio, aqueles que, teoricamente, já viessem com conhecimentos referentes à área de magistério. Sem um estudo detalhado da validade deste tipo de prova no que concerne a seus objetivos, intenções e resultados, ela foi eliminada no vestibular de 1994, sob o argumento de que sua realização elevava os custos do Concurso, o percentual de candidatos eliminados nesta prova era insignificante e ingressavam alunos oriundos de outras habilitações do então Ensino de 2º Grau. A partir de 2001 o Curso passou a ofertar 200 vagas anuais de dupla entrada.
O referido Curso apresentava-se com uma trajetória curricular de 08 semestres3 , ou seja, de 04 anos, com 200 dias letivos anuais totalizando 4.560 h de trabalho escolar efetivo. Por semestre era oferecida a carga horária máxima de 680h e 420h a mínima. Vale registrar também que tal Curso foi oferecido em tempo integral até o final do ano de 1992.

As disciplinas agrupavam-se em quatro áreas do conhecimento:
1- Área de Fundamentos: campo de conhecimento que oferece fundamentação teórico-prática, como embasamento técnico-científico necessário à formação do educador voltado para a educação básica;
2- Área de Ensino Básico: compreende o conhecimento e a metodologia requeridos para o desenvolvimento da educação básica;
3- Área Pedagógica: diz respeito ao conjunto de conhecimentos teórico-práticos indispensáveis à orientação e acompanhamento para prática docente, voltada para o ensino básico;
4- Área Prática: refere-se a construção da prática curricular aliada a prática profissional. (ISEP, nº 2, 1989, p. 28).

Com um projeto pedagógico com características singulares suas atividades acadêmicas eram realizadas inicialmente em um espaço construído especificamente para abrigar sua proposta educativa e na perspectiva de grande desenvolvimento para o alcance dos seus fins 5. O conjunto arquitetônico6 possuía um design que privilegiava o bom gosto e a funcionalidade, ostentando certo "luxo" em relação às demais escolas públicas da região.
Em julho de 1990, com a transformação da FEP em Universidade Estadual do Pará - UEPA, o ISEP passa a ser um Núcleo de Formação de Professores acoplado ao Centro de Ciências Sociais da referida Universidade, mantendo seu respectivo Curso.
A alteração do quadro político do Estado (1991), com a saída do Governo Hélio Mota Gueiros e a entrada da administração pública Jader Barbalho no cenário estadual, derruba algumas medidas tomadas no Governo antecessor, trazendo grandes conseqüências ao Instituto Superior de Educação do Pará.
Na esfera educacional, uma dessas medidas é a extinção imediata da Universidade Estadual do Pará (recém-criada) pelo novo Governo que ora se implantava fundamentado na ilegalidade de sua criação.
Decorre-se daí a devolução do ISEP à estrutura organizacional da SEDUC; a devolução de seus professores aos seus órgãos de origem, a ameaça de demissão de seus funcionários, a perda do prédio, a não continuidade de assessoria do idealizador do projeto, professor Pedro Demo, entre outras.
Com a extinção da UEPA, o ISEP, temporariamente, volta para o âmbito da SEDUC com a promessa de regularizada a situação da Universidade de ser acoplada a ela, uma vez que, segundo o Secretário de Educação em exercício na época7: "a competência daquela Secretaria se restringe aos primeiro e segundo graus". (Jornal A Província do Pará, 20.03.1991). Ressuscitada a estrutura da Fundação Educacional do Pará - FEP, ela passa a gerenciar o ISEP mediante o Convênio firmado entre SEDUC-FEP, datado de 20 de abril de 1991, sob o argumento de que lá é o locus das Unidades de Ensino Superior do Estado.
Fruto ainda das discordâncias e brigas político-ideológicas entre os dirigentes máximos do Estado, o ISEP é transferido de local determinado pelo Decreto Governamental nº 706 de 15 de março de 1992, sob o argumento por parte do poder oficial de ser um espaço "ocioso" - cunhado de "elefante branco" - tendo em vista o número irrisório de alunos que atendia na época. Com a conivência das instâncias decisórias da FEP e SEDUC e sob o protesto e indignação por parte da comunidade educacional do Estado, contrários a este ato do Governador, seus alunos, professores e funcionários em Carta Aberta divulgada à comunidade paraense manifestaram seu descontentamento. O espaço anteriormente ocupado pelo ISEP foi destinado a Faculdade de Medicina do Estado do Pará com seus respectivos cursos (Medicina, Fisioterapia, Terapia Ocupacional). Hoje este espaço físico, bastante descaracterizado, sedia o Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UEPA.
A partir dessa determinação governamental, o ISEP passa a dividir com a Faculdade de Educação - FAED um espaço físico restrito na sede da então FEP, vivenciando os mesmos problemas estruturais que aflige a maioria dos cursos na área da educação quanto à questão de espaço físico, equipamentos e condições de trabalho. Para a maioria dos professores e alunos essa mudança do espaço físico aparece como um dos problemas para se materializar, na sua plenitude, o Projeto Pedagógico do ISEP, já que se pressupunha uma estreita relação entre os fins do referido projeto com a geometria do antigo prédio.
A (re) criação da Universidade do Estado do Pará - UEPA, em abril de 1994, extingue a FEP com as suas Unidades de Ensino Superior isoladas, entre elas o ISEP. Seu Curso passa a pertencer ao Centro de Ciências Sociais e Educação, perdendo de vez o status de Instituto e sua pseudo-autonomia didático, científico e administrativa.
Abalado por mudanças de governo e, conseqüentemente, mudanças de prioridades políticas que tiveram como pano de fundo divergências político- partidárias, na sua gênese, o ISEP contabilizou vitórias advindas em querer permanecer existindo e prejuízos em virtude de alterações de caráter "geográfico" e metodológico feitas no Projeto Pedagógico do Curso que se traduziram em períodos de extrema instabilidade na sua organização didático-administrativa.
O corpo discente, predominantemente feminino, contava com 300 alunos matriculados até dezembro de 1993, oriundo, principalmente dos Cursos de Magistério dos estabelecimentos públicos. Entretanto, havia um expressivo número de alunos egressos de outros cursos do 2º Grau que, com o passar dos anos, esta clientela passou a ser predominante.

Quadro 1: Demonstrativo de Origem de Escolaridade dos Alunos
ANO Alunos matriculados Escolaridade Magistério Outros
1990 100 70 30
1991 100 68 32
1992 100 57 43
1993 100 50 50
1994 100 37 63
1995 100 29 71
1996 100 34 66
Fonte: UEPA/CCSE/NAU/1996

Analisando o quadro demonstrativo de escolaridade de magistério dos alunos ingressantes, constata-se um fato curioso de 1990 a 1992: observa-se maior número de alunos provenientes dos cursos de magistério, já em 1993 só 50% do alunado é oriundo dessa habilitação. A partir de 1994, o que se constata é que mais de 50% dos alunos ingressantes no Curso, no período de 1994 a 1996, são concluintes de outros cursos.
Esta predominância de alunos oriundos do Magistério nos primeiros três anos do Curso pode ser explicada pelo fato de que uma das formas de estimular a qualificação dos professores da Educação Básico da rede pública estadual foi a definição por parte da SEDUC de uma diretriz política de incentivo a capacitação de seus docentes, com a concessão de licença de estudos, sem prejuízo financeiro e funcional, para cursar o 3º Grau no ISEP - um curso no início de tempo integral. Esta conquista se manteve até meados de 1993 em face de um acordo de cavalheiros entre FEP (UEPA)-SEDUC para a garantia da continuidade dos alunos-professores ao Curso.

• 1994 A 2004: AVALIAÇÃO, CONSOLIDAÇÃO, EXPANSÃO E EXTENSÃO.
A partir do ano de 1994 a 2004 constitui-se um período que se marca, sobretudo, pelas avaliações internas e externas do Curso e seu processo de expansão para o interior do Estado.
Inúmeros eventos foram realizados para este intento. Dentre os mais significativos destacamos:

A) O Seminário de Avaliação para o Redirecionamento do Curso de Formação de Professores para o Pré-Escolar e 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental, realizado em 1996, sob a consultoria do Profº. Dr. José Luís Domingues da UFG.
O debate e as contribuições advindas deram suporte para depois de dois longos anos de discussão fosse em 1998 elaborada a Proposta de Redirecionamento do Projeto Político Pedagógico do Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental, sistematizada pelo Colegiado de Curso Esta proposta foi apreciada pelas instâncias deliberativas do Colegiado de Curso e Conselho de Centro, culminando com o Parecer do CONCEN datado de 21/05/1998, constante do Processo nº 207/98/CCSE que tratava da Proposta de Redirecionamento do Projeto Pedagógico do Curso de Formação, que continha as seguintes recomendações para sua reformulação:

1) Mudança do regime seriado semestral para regime anual;
2) Mudança do regime integral de funcionamento para a distinção em turno matutino/vespertino;
3) Alteração da carga horária total;
4) Reorganização curricular mediante a fusão, inclusão e exclusão de disciplinas;
5) Atribuição de carga horária real, conforme definição regimental de valorização de créditos;
6) Fusão de áreas de conhecimentos com o objetivo de reforçar a unidade entre a teoria e prática;
7) Avaliação discente de forma processual e não apenas voltada ao trabalho final. (op. cit. p. 28-9).
O referido Processo, com as recomendações retorna ao Colegiado de Curso que após novos estudos e debates chega a um consenso de desenho curricular em 1999. O desenho curricular apresentava uma carga horária total de 3.210 h, e propõe-se: inclusão, exclusão de disciplinas, um novo nome ao Curso para adequar-se a legislação vigente. Este projeto não foi implementado.

b) Em 2000, a partir de reuniões e debates realizados, culminou com a elaboração da Proposta de Reformulação Curricular do Curso de Formação de Professores sistematizada pelo respectivo Colegiado como mais uma alternativa ao Projeto Político de Redirecionamento Pedagógico do Curso, que procura atender os Parâmetros Curriculares Nacionais e ao Plano Nacional de Educação do MEC.
O desenho curricular apresentava uma carga horária total de 3.450 h., foi proposto inclusão de novas disciplinas e exclusão de disciplinas consideradas não relevantes para formação de professores, diferente da proposta acima mencionada, uma vez que o Curso proposto deveria ser ofertado de manhã, tarde e noite; com formato seriado anual com blocos de disciplinas semestrais.
A partir de 1999 a UEPA, por meio do processo de interiorização de seus cursos de graduação para o interior do Estado, passa a oferecer as Prefeituras o Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental em regime de convênio. De acordo com a Resolução nº 208/98 do Conselho Universitário de 26 de junho de 1998, o mesmo foi desenvolvido em 1999 e 2000 com duração de 2 anos, com 40 vagas por turma e as disciplinas foram ofertadas de forma intensiva/modulares nas férias escolares e recesso dos professores. O desenho curricular difere da capital, abrangendo uma carga horária de 2860 h. O Curso propõe-se a atender professores da rede de ensino municipal que estivessem em pleno exercício da atividade docente na Educação Infantil e séries inicias do Ensino Fundamental, pois tal exercício é tomado como atividade curricular do referido Curso. Após vários processos avaliativos desses Cursos ofertados no interior, em 2000 foi reformulado, sendo proposto um outro desenho curricular de 3.210 h, a ser desenvolvido em 4 anos.
c) Com a descaracterização do Projeto Pedagógico a expansão para o interior do Estado e duas tentativas de reformulação do Curso que não foram implantadas, sendo uma em 1999 e outra em 2000, teve início novo processo de reformulação em junho 2002. Esse processo perdura em 2003 com estudos e discussões, no sentido de construir coletivamente novo desenho curricular que atenda tanto a Capital como ao interior do Estado. O Curso em 2004 contava respectivamente com 22 turmas: 646 alunos na capital e 27 turmas e 1080 alunos nos demais municípios, totalizando 1.726 alunos.
Algumas ações em 2002 foram desencadeadas no sentido de atender aos anseios dos alunos que insistentemente clamavam para que o Curso fosse reformulado e também visando sensibilizar a comunidade acadêmica como um todo, por meio de vários eventos como: “Debate preliminar sobre a Formação de Professores e as Diretrizes Políticas de Educação”, com o objetivo de dar seqüência a processo de discussão envolvendo alunos da Capital e do interior do Estado.
Fruto dessas iniciativas foi constituída uma Comissão de Reformulação do Curso de Formação de Professores da UEPA com a participação de professores, alunos, representantes do movimento estudantil, chefes de departamento e consultoria, no sentido de estudar os documentos produzidos na UEPA, do MEC e textos elaborados pela ANFOPE, ANPED e CNTE, entre outros para acompanhar o debate sobre a formação do professor em nível nacional e que serviram de fundamentação para justificar a criação de um outro curso de Pedagogia na UEPA.
Em 2003 os debates persistiram com a realização do evento “O Projeto Pedagógico de Cursos” com a participação da UNAMA, UFPA e UEPA, para consolidar e debater suas experiências de reformulação do curso de formação de professores.
No final do 1º semestre de 2003 houve a Mesa Redonda “O Curso de Formação do Educador: desafios e perspectivas frente as políticas educacionais” e um encontro com docentes da UEPA para aprofundar a temática.
Essas discussões prosseguiram no 2ª semestre em que foi realizado o IV Simpósio “Culturas Locais, Construções Identitárias e Saberes Diversos” realizado em setembro, no município de Capanema, abrangendo reuniões, painéis, mesa redondas, palestras, entre outras atividades.
Em dezembro de 2003 foi realizada a 1ª reunião de discussão com os professores do curso visando chegar a um consenso acerca de sua manutenção (reformulado) ou proposição de um outro curso.
Como fruto dessa discussão, definiu-se a extinção do Curso de Formação de Professores para Pré-Escolar e 1ª a 4ª Séries do Ensino Fundamental e a criação de um novo Curso – Pedagogia: Magistério da Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental e Gestão Escolar.
O histórico do Curso de Formação de Professores para Pré-Escola e 1ª a 4ª Série do Ensino Fundamental apresentado anteriormente evidencia a preocupação de seus professores e alunos de avaliar de forma permanente o seu projeto pedagógico, questionando suas finalidades, objetivos, formação profissional, currículo entre outras para se coadunar as mutações que o mundo de trabalho impõe a contemporaneidade, a legislação vigente e, sobretudo aos anseios da comunidade. Registra-se que até meados de 2000 todas as elaborações de projetos de reformulação do referido Curso mantinham a finalidade precípua de formar professor para o exercício do magistério da Educação Infantil e anos iniciais de escolarização.
Finalmente nos deparamos com a aprovação do Parecer CNE/CP Nº 03/2006 de 21 de fevereiro de 2006 e da Resolução CP-CNE nº 01 de 15/05/2006 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, oportunizando a apresentação de um novo projeto político pedagógico que possa contemplar a unificação dos cursos de Pedagogia e Formação de Professores no âmbito da Universidade do Estado do Pará.


IV – AVALIANDO E CONSTRUINDO UM NOVO PARADÍGMA

O processo de discussão de reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Pará/UEPA, em consonância com as diretrizes curriculares nacionais para o respectivo curso, apontava também para necessidade do redimensionamento das ações acadêmicas e administrativas dos cursos de formação de professores e pedagogia da UEPA.
O colegiado do curso de Pedagogia antes de se juntar em uma única comissão de reformulação com o colegiado do curso Formação de Professores, propôs a construção de um instrumento de avaliação do curso de Pedagogia com o intuito de uma avaliação diagnóstica do mesmo. subsidiando com a análise de dados somando-se quantitativa e qualitativamente ao produto das discussões já realizadas e as vigentes inerentes ao processo de reformulação.
Com a fusão dos colegiados em uma única comissão, o processo de avaliação diagnóstica foi incorporado como necessidade essencial e que fosse ampliada com a avaliação de ambos os cursos proporcionando uma visão factual mais abrangente na perspectiva de professores e alunos dos cursos de pedagogia e Formação de professores.
Entendemos, portanto, a relevância de realizarmos uma avaliação sobre o projeto pedagógico dos cursos de pedagogia e de Formação de Professores da UEPA, tendo em vista uma análise que promova a construção de metas a partir da identificação dos obstáculos que necessitam ser superados para implementação de um PROJETO PEDAGÓGICO reformulado, de modo a atingir os princípios e finalidades da educação superior com vista a formação profissional do educador.
Após análise dos dados obtidos através dos questionários aplicados aos docentes e discentes do curso de pedagogia e formação de professores, optou-se em realizar uma atividade diagnóstica através de grupos de trabalho objetivando colher informações sobre sugestões do que se espera de transformações para o curso. Estes dados foram resgatados a partir das falas significativas da comunidade acadêmica que confirmam os resultados obtidos através da coleta de dados feita por questionários a docentes e discentes dos cursos.

4.1. Quanto ao Projeto Político Pedagógico
O projeto pedagógico atende satisfatoriamente as necessidades da formação pretendida pelos discentes de ambos os cursos com índices de 61,8% e 35,8% de respostas, haja visto que precisam ficar claros os objetivos e o perfil dos profissionais a serem formados no curso. No entanto, os princípios previstos no projeto pedagógico estão sendo atendidos, apesar do desenho curricular não satisfazer aos acadêmicos discentes. Sugere-se:
A) Que os objetivos pretendidos no projeto pedagógico sejam mais divulgados através de cursos ou assembléias, para diminuir a divergência de opiniões entre as falas dos docentes e dos discentes;
B) Definir uma concepção filosófica e estabelecer as metas deixando claro qual a formação pretendida;
C) Repensar o desenho curricular a partir da definição de disciplinas que correspondam a formação do pedagogo;
D) Criação de projetos temáticos durante o ano;
E) Levantamento de dados de pesquisa sobre o entorno da universidade para atingir as práticas sociais do curso trabalhando assim, com problemáticas específicas no atendimento das relações da teoria e prática;
F) Disponibilizar para os discentes informações efetivas sobre o Projeto Pedagógico e o desenho curricular;
G) Anualmente realizar um estudo sobre as ementas e bibliografias a partir do perfil profissional;
H) Garantir aos egressos o retorno à universidade para atendimento da atual diretriz (fariam um 5 ano com objetivo de apostilhamento - não foi definido qual o ano de egressos a ser determinado para o retorno, ficando a cargo da comunidade a definição) quanto ao curso de formação de professores, estes fariam as adaptações.
I) Ampliação do tempo da prática pedagógica com condições de professores poderem acompanhar efetivamente as práticas nas escolas ao invés de um dia, nestes caso o exemplo do estágio da formação é recomendado.
J) Melhor divulgação das linhas de pesquisa e linhas teóricas da IES divulgadas desde o 1 ano, tendo orientação no 3º e 4º ano com o mesmo orientador.
K) A avaliação do Projeto Pedagógico realizado semestralmente;
L) Melhor divulgação aos professores quanto ao perfil do profissional do Projeto Pedagógico;
M) A pesquisa estar mais presente nas ementas
N) TCCs processos de transformação gerencial através do PPI (visão institucional) a pesquisa precisa estar vinculado ao perfil institucional, o que a UEPA tem para a sociedade.
O) A discussão de pesquisa matricial, problema de pesquisa integrada a pesquisa de monografia de base.
P) Desvinculação do desenho curricular, o NEA estaria baseado em linhas teóricas voltadas as atividades integradas.
Q) As disciplinas deveriam ser trabalhadas através de eixos temáticos.

4.2. DOCENTES
As metodologias pedagógicas aplicadas pelos docentes necessitam de melhores integrações entre as disciplinas, no sentido de resgatar a processo interdisciplinar no ensino superior, para atender um trabalho de qualidade. Neste caso é necessário ampliar ações que permitam a formação continuada dos docentes para melhor planejamento e uso de dinâmicas em sala de aula. O professor também precisa contextualizar melhor o conhecimento a partir do contexto social do aluno, através da revisão das ementas das disciplinas, considerando a opinião dos discentes. Os processos afetividade necessita de melhoria para que a ética profissional permeie as atividades acadêmicas, voltadas a valores tal como o respeito entre as pessoas da IES. Sugere-se:
A) Atualização pedagógicas para os docentes através de cursos de formação continuada;
B) Desenvolver competências no conhecimento de dinâmicas para melhoria das metodologias;
C) Superar o conflito de autoritarismo entre docentes e discentes;
D) Trabalhar novas metodologias de ensino;
E) Aulas dirigidas como processo de reposição de aulas,
F) Esclarecer melhor o Plano de Curso para aumentar a conscientização do aluno com respeito a importância das disciplinas para sua formação profissional;
G) Trabalhar as relações interpessoais;
H) Processo de avaliação das atividades acadêmicas a partir de diálogos mais francos.
4.3. QUANTO A ESTRUTURA FÍSICA
Os resultados da avaliação indicam que as Instalações Físicas, não atendem totalmente as expectativas dos discentes de ambos os cursos, pois de acordo com este segmento, foi observado um índice satisfatório de satisfação de 26,6% e 53,9%. Verificamos que para os docentes de ambos os cursos as instalações físicas também atendem satisfatoriamente as necessidades, pois o índice atinge 54,5% e 55%.
O espaço físico destinado as atividades acadêmicas da UEPA precisa ser mais bem adequado aos de padrões de qualidade. Quanto aos acervos bibliográficos, necessita de maior número de livros e diversidades de assuntos na área educacional já que não possui obras em número suficiente para o atendimento dos discentes e docentes. Necessidade de melhoria e adequação as necessidades especiais dos alunos e professores.
O atendimento aos setores da universidade precisa de recursos humanos que agilizem os processos (documentos e horário de funcionamento), uma vez que ainda existe muita burocracia. Sugere-se
A) Aquisição de acervos bibliográficos através de projetos que visem a arrecadação, convênios com editoras;
B) Implantação de uma biblioteca online;
C) Aumentar os terminais para informática e aumento do tempo de uso na internet;
D) Criação de projetos inter-institucionais para os laboratórios multimeios; laboratórios de informática
E) Acesso para portadores de necessidades especiais;
F) Salas melhores para as turmas
G) Melhoria no horário de atendimento do NAU (noturno)
H) Estabilidade do Corpo através de concursos públicos
I) Campanhas de educação ambiental (comissão de representantes) sensibilização para higiene (GECAPS e CCSE)
J) Adequação de salas as necessidades das pessoas; iluminação;
K) Plano de formação continuada par os docentes;
L) Melhoria dos serviços de documentação para diminuição do processo burocrático devido a demora de documentos;
M) Salas de aulas para acesso de PNES e grávidas instalações de escadas rolantes por serem de mais baixo custo;
N) Colegiado mais ativo.

A - PRINCÍPIOS BÁSICOS, FILOSÓFICOS E NORTEADORES:

O estado do Pará, situado na região amazônica apresenta uma diversidade cultural, para tanto é mister que se constitua no contexto acadêmico a discussão sobre a formação de pedagogos que venha atender esta diversidade, não desvinculada do contexto nacional, neste sentido é que as diretrizes curriculares nacionais contribuem para a elaboração do projeto de pedagogia na Universidade do Estado do Pará –UEPA.
A Universidade do Estado do Pará – UEPA tem em sua estrutura os campi ou núcleos que funcionam em diferentes municípios, ofertando alguns cursos, entre eles o Curso de Pedagogia, nessa direção entendemos a importância de formar um profissional interagindo com o contexto cultural da região.
O Curso de Pedagogia se propõe à formação de profissionais que atuarão na docência em educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental (modalidades educação Especial e educação de jovens e adultos), bem como em gestão educacional, em ambientes escolares e não escolares.
Assim, a graduação em pedagogia oferece uma formação integrada com vistas ao desenvolvimento do currículo de forma interdisciplinar, constituindo no educando - educador uma visão totalizadora do processo educativo, possibilitando a este profissional ação-reflexão-ação acerca da sua práxis pedagógica na relação homem-sociedade, com a finalidade de conhecer para transformar.
O principio da indissociabilidade entre teoria e prática, permite proporcionar a compreensão da realidade na medida em que exige ação do sujeito sobre o mundo (prática) para o entendimento da natureza dos fenômenos envolvidos gerando o conhecimento novo (teoria) e vice-versa, nesse sentido a ação do sujeito sobre o meio e sua observação são necessárias para a construção do conhecimento.
Portanto, o currículo a ser construído, exigirá o re-significado desses conceitos, o redimensionamento da atividade teórica, identificando como produtora de conhecimento frente à prática social, e assim reduzir as distâncias entre o saber ser e o saber fazer tendo como interface deste processo a prática social, concebida como elemento norteador de todas as disciplinas do currículo.
A flexibilidade curricular se consubstancia ao nível específico da organização curricular na sua concepção teórica-prática, estabelecendo a indissociabilidade de ensino, pesquisa e extensão. O desenvolvimento do currículo poderá permitir aos discentes a possibilidade de cursar componentes curriculares do elenco de disciplinas eletivas, para compor sua formação acadêmica, o que possibilita um melhor fluxo curricular, ampliando conhecimentos para uma formação com qualidade.
Os núcleos temáticos das diretrizes curriculares do curso de pedagogia servirão como base na formação do pedagogo.
O princípio democrático elemento sustentador, exigente das práticas coletivas, interativas, participativas, construtivas e cooperativas do processo educacional estará consubstanciada no princípio da cidadania ampliada entendida na visão de Neidson Rodrigues (1987) de que apenas o acesso de todos os atores sociais ao conhecimento no campo social, político, econômico, cultural, dentre outros pode proporcionar ao homem o vinculo necessário de atuação como cidadão, contrapondo-se ao sistema de exclusão presente na realidade social.
Compromisso social e ético do educador, com ênfase na concepção sócio-histórica desses profissionais pedagogos articulados com os movimentos sociais. Articulação da formação inicial e continuada proporcionando solidez teórica-prática na formação inicial e dialógico permanente com o mundo do trabalho, via educação continuada, correspondendo à concepção de uma formação em redes de conhecimento e saberes, com acesso a programas de pós-graduação.
O princípio da pesquisa, na perspectiva de princípio educativo busca oportunizar a capacidade de solucionar problemas a partir do pensamento critico -científico com base nas diversas metodologias científicas.Dessa forma a pesquisa se apresenta como possibilidade de fomentar uma metodologia de ensino participativa, que modifica a atitude do professor e do aluno frente ao processo ensino-aprendizagem na medida em que estimula os sujeitos envolvidos no processo educacional a inventar, criar, problematizar, propor construir, dentre outras habilidades necessárias à construção e produção do conhecimento.
A pesquisa, percebida como fio condutor do curso, atitude inspiradora da formação se constituirá em exigência para que os professores e alunos permaneçam mobilizados frente às atividades de investigação, construindo uma nova cultura de ensino aprendizagem incursionada pela pesquisa enquanto exigência social a visão totalizante de formação pedagógica e docente.
Assim, percebida como fio condutor do curso, se constituirá em exigência para que professores e alunos permaneçam mobilizados frente às atividades de investigação, construindo uma nova cultura de ensino aprendizagem excursionada pela pesquisa enquanto exigência social a visão totalizante de formação pedagógica e docente.
O educador pedagogo na qualidade pesquisador-orientador exercerá a função de investigador das iniciativas de acesso acadêmico ao conhecimento, as múltiplas forma de pensar de aprender, de construir, de investigar, e de reconstruir
O princípio da interdisciplinaridade deve contemplar uma práxis sustentada pela interação dos campos de estudos dos conteúdos, dos procedimentos metodológicos e avaliativos, enfim toda organização do ensino e produção do conhecimento, por isso os componentes curriculares não podem ser vistos isolados das áreas do conhecimento.
A organização curricular em todos os seus aspectos deverá expressar uma concepção filosófica em que a visão de totalidade de Homem, sociedade, Educação, Saber, inspire a compreensão de mundo a partir das relações abstratas, concretas, que as constituem e as determinam, a qual compreendida sobre a perspectiva interdisciplinar estabelecerá o diálogo com a realidade que irá além do real imediato para importar-se com suas múltiplas determinações. O princípio de interdisciplinaridade consubstanciado na visão de Faundez (1993) é entendido “como comunicação entre os diferentes saberes de forma a compreender a transformar a realidade”. Portanto, deve contemplar uma práxis sustentada pela interação dos campos de estudos dos conteúdos, dos procedimentos metodológicos e avaliativos, enfim toda organização do ensino e produção do conhecimento, por isso não pode ser vista isoladas das demais áreas dos conhecimentos.
O espaço curricular no Curso de Pedagogia, desenvolverá projeto acadêmico de práticas pedagógicas interdisciplinares, que privilegiem a articulação Teoria e Práticas, com os campos de estudos, ministrados ao longo dos anos letivos.
A necessidade de problematizar, questionar e vivenciar o ato educativo e suas diferentes implicações, em relação dialética com a realidade em que ele se dá, deve ser considerado com elemento fundamental que norteará a formação de profissional da educação, o pedagogo. A inclusão do estudante universitário na prática onde esse processo acontece, desde o início da vida acadêmica, certamente possibilitará construção de atitudes éticas e de indagações sobre a realidade que vivencia. Ao mesmo tempo, que a busca da forma orientada e investigatória de respostas e alternativas criativas, reflexivas, para as indagações e observações, permitirá romper com o mito de que a prática curricular é privilégio dos concluintes da graduação, face o acúmulo de conhecimentos e experiências já vivenciadas no decorrer do curso, descredenciando o discurso teórico-prático dos estudantes iniciantes.
As possibilidades do permanente contato com o processo pedagógico suas diferentes dimensões provocará ainda, mudanças no olhar pedagógico e educacional do modo de construir, de gestão e produção de saberes que norteiam o pensar, criticar e construir o fazer pedagógico.
A prática curricular direcionada aos campos temáticos teoria e prática pedagógica; gestão educacional e o campo instrumental da pesquisa articularão a formação pedagógica aos estudos da administração, orientação, supervisão, inspeção, planejamento e pesquisa educacional numa visão totalizadora, interdisciplinar da gestão dos processos educativos, com ênfase as diversas alternativas de educação formal e não formal, sem perder de vista as concepções de gestão e políticas públicas estabelecidas nas relações da educação, saúde, trabalho com o Estado, com sociedade civil e a problemática educacional local, regional e nacional.

B - OBJETIVO DA FORMAÇÃO E PERFIL DO PEDAGOGO
• Formar o pedagogo com competências para o exercício de suas funções docente na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental;
• Formar o pedagogo para atuar como gestor educacional em ambientes escolares e não escolares.
O Pedagogo deverá ter um perfil profissional que esteja conjugado a partir da compreensão e visão ampliada do processo político – pedagógico nas dimensões histórica, filosófica, tecnológica, política, cultural e estética, estando comprometido com as questões de nossa época e da nossa região, articulando-as com o mundo, capaz de intervir como propositor na sociedade em que vive.É também um profissional ético e produtor de conhecimentos para formação de cidadãos críticos e criativos.
C - COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O curso de Pedagogia deve abranger conteúdos e atividades que constituam base consistente para formação do educador capaz de estende o perfil já exposto. Nessa direção, as seguintes competências e habilidades, entre outras , devem ser desenvolvidas:
Compreensão ampla e consistente do fenômeno e da prática educativos que se dão em diferentes âmbitos e especialidades;
Compreensão do processo de construção do conhecimento no indivíduo inserido em seu contexto social e cultural;
Capacidade de identificar problemas sócio-culturais e educacionais propondo respostas criativas às questões da qualidade do ensino e medidas que visem superar a exclusão social;
Compreensão e valorização das diferentes linguagens manifestas nas sociedades contemporâneas;
Capacidade de aprender a dinâmica cultural e de atuar adequadamente em relação ao conjunto de significados que a constituem;
Capacidade para atuar com portadores de necessidades especiais, em diferentes níveis da organização escolar, de modo a assegurarem seus direitos de cidadania;
Capacidade de estabelecer diálogo entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento;
Elaboração do projeto, sintetizando as atividades de ensino e administração, caracterizadas por categorias comuns como: planejamento, organização, coordenação e avaliação e por valores comuns como solidariedade, cooperação, responsabilidade e compromisso.

O Curso Licenciatura Plena em Pedagogia propõe formar o educador com o seguinte perfil profissional:
1) Visão ampliada do processo político pedagógico, compreendendo-o nas dimensões histórica, filosófica, tecnológica, política, cultural e estética;
2) Comprometido com as questões da nossa época e da nossa região, articulando-as com o mundo, capaz de intervir como propositor na sociedade em que vive;
3) Ético, produtor de conhecimentos para a formação de cidadãos críticos, criativos e atuantes na sua comunidade, assim como em seu país;
4) Capaz de transitar com desenvoltura, iniciativa e determinação na área de educação para superar os desafios encontrados no percurso;
5) Possuidor de embasamento teórico-prático que possibilite superar a fragmentação do conhecimento, para atuar na perspectiva interdisciplinar e do trabalho coletivo, visando construir saberes e conhecimentos na totalidade;
6) Comprometido com a inclusão social como princípio educativo e humano;
7) Formado para atuar em uma gestão democrática e participativa, reconhecendo a práxis educativa como elemento desencadeador desse processo;
8) Reconhecer na relação professor-aluno, uma relação dialética e dialógica.

D - CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
O Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia destina-se a formação do profissional docente para atuar:

• Magistério na Educação Infantil;
• Magistério nos anos Iniciais do Ensino Fundamental;
• Gestão Escolar entendida como organização do trabalho pedagógico a ser desenvolvida no campo do planejamento, coordenação, acompanhamento e avaliação do processo educativo em espaços escolares e não-escolares.
E - REGIME DO CURSO, VAGAS E ESTRUTURA CURRICULAR.
O Regime do Curso de Pedagogia será desenvolvido de forma semestral, sendo ofertadas 300 vagas anuais, com dupla entrada sendo 150 horas no 1º semestre e 150 no 2º semestre, de cada período letivo. Os turnos a serem desenvolvidos deverão atender os turnos matutino, vespertino e noturno.
Para integralização do Curso de Pedagogia deverá ser garantida aos alunos que cursam o Curso de Formação de Professores para a Ed. infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, deverão integralizar o Curso de Pedagogia, mediante Plano de Adaptação a ser realizado pela coordenação.
Os alunos egressos que pretenderem complementar seus estudos, poderão fazê-lo mediante requerimento e plano de adaptação de acordo com o estabelecido no Currículo de Pedagogia.
A proposta, ora apresentada deverá contemplar uma estrutura curricular formada por Núcleos de formação denominados de Núcleo de Estudos Básicos, Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos e Núcleo Integrador, de acordo com a resolução nº 001CNE/CP, tendo os seguintes parâmetros:
Os Núcleos de Formação devem ser concebidos e estruturados a partir da pesquisa e da prática como articuladores dos componentes curriculares, o que implicará em diferentes possibilidades de desdobramentos operacionais.
• Núcleo de Estudos Básicos que, sem perder de vista a diversidade e a multiculturalidade da sociedade brasileira, por meio do estudo acurado da literatura pertinente e de realidades educacionais, assim como por meio de reflexão e ações críticas, articulará:
a) aplicação de princípios, concepções e critérios oriundos de diferentes áreas do conhecimento, com pertinência ao campo da Pedagogia, que contribuam para o desenvolvimento das pessoas, das organizações e da sociedade;
b) aplicação de princípios da gestão democrática em espaços escolares e não-escolares;
c) observação, análise, planejamento, implementação e avaliação de processos educativos e de experiências educacionais, em ambientes escolares e não-escolares;
d) utilização de conhecimento multidimensional sobre o ser humano, em situações de aprendizagem;
e) aplicação, em práticas educativas, de conhecimentos de processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física, cognitiva, afetiva, estética, cultural, lúdica, artística, ética e biossocial;
f) realização de diagnóstico sobre necessidades e aspirações dos diferentes segmentos da sociedade, relativamente à educação, sendo capaz de identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá-lo nos planos pedagógico e de ensino-aprendizagem, no planejamento e na realização de atividades educativas;
g) planejamento, execução e avaliação de experiências que considerem o contexto histórico e sociocultural do sistema educacional brasileiro, particularmente, no que diz respeito à Educação Infantil, aos anos iniciais do Ensino Fundamental e à formação de professores e de profissionais na área de serviço e apoio escolar;
h) estudo da Didática, de teorias e metodologias pedagógicas, de processos de organização do trabalho docente;
i) decodificação e utilização de códigos de diferentes linguagens utilizadas por crianças, além do trabalho didático com conteúdos, pertinentes aos primeiros anos de escolarização, relativos à Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, Artes, Educação Física;
j) estudo das relações entre educação e trabalho, diversidade cultural, cidadania, sustentabilidade, entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea;
k) atenção às questões atinentes à ética, à estética e à ludicidade, no contexto do exercício profissional, em âmbitos escolares e não-escolares, articulando o saber acadêmico, a pesquisa, a extensão e a prática educativa;
l) estudo, aplicação e avaliação dos textos legais relativos à organização da educação nacional;
II - núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos voltado às áreas de atuação profissional priorizadas pelo projeto pedagógico das instituições e que, atendendo a diferentes demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades:
a) investigações sobre processos educativos e gestoriais, em diferentes situações institucionais: escolares, comunitárias, assistenciais, empresariais e outras;
b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira;
c) estudo, análise e avaliação de teorias da educação, a fim de elaborar propostas educacionais consistentes e inovadoras;
III - núcleo de estudos integradores que proporcionará enriquecimento curricular e compreende participação em:
a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, monitoria e extensão, diretamente orientados pelo corpo docente da instituição de educação superior;
b) atividades práticas, de modo a propiciar vivências, nas mais diferentes áreas do campo educacional, assegurando aprofundamentos e diversificação de estudos, experiências e utilização de recursos pedagógicos;
c) atividades de comunicação e expressão cultural.
Expressa a identidade do curso mediante uma base sólida e comum de formação do profissional da educação - o pedagogo - com adoção de uma visão totalizadora do processo histórico-social-político-humanístico de sociedades humanas, de construção sustentável, de aspirações democráticas e justas cujo processo de elaboração deve partir do ser humano concreto, historicamente, socialmente e politicamente situado, buscando alternativas viáveis a contribuir como instrumento de intervenção e transformação da realidade social, política do mundo em transição da modernidade para a contemporaneidade.
A adoção desta formação sólida e universal atingirá as dimensões gerais do saber e da cultura considerando os seus diversos e diferentes modos e espaços de manifestações, da elaboração dos conhecimentos, dos valores e anseios, das identidades, características, peculiares da formação do pedagogo.
• Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos
Urge, também, a valorização do específico da formação, no que se refere aos processos de interações que os atores - professores e alunos elaborarão na mediação dos conteúdos, em contextos dos espaços profissionais de atuação pedagógica. Assim sob a esfinge de um processo contínuo-interativo-dialético, contribuirá com a sólida e universal formação, através dos conhecimentos específicos da formação pedagógica ao mesmo tempo em que se integrará aos diversos Núcleos de formação profissional da educação pedagogo. Esse núcleo definido pelo curso deverá estar em permanente processo de interação participativa com as diferentes áreas de atuação profissional com fins de integrar-se à realidade agindo e interagindo em manifestações pedagógicas que contribuam no processo de aperfeiçoamento, mudança e/ou transformação processual no curso e na realidade local.
Os componentes curriculares deste núcleo desenvolverão as metodologias de ensino vinculadas aos conteúdos das áreas de conhecimento para que a ênfase docente possa estar inerente a formação do profissional que irá atuar na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, permitindo assim a elaboração e efetivação do efetivo exercício no contexto escolar.

Núcleo integrador
Acompanhará o desenvolvimento do currículo pleno, desenho curricular do Curso de Pedagogia na qualidade de espaço universitário democratizado a serviço da pesquisa, do ensino, da extensão, possibilitando o exercício da flexibilidade curricular, adequando o currículo do Curso às diferentes realidades regionais, a perspectivas profissionais não contempladas nos núcleos de estudos gerais e específicos, ao aprofundamento de temáticas integrantes da formação ou emergentes, ou de interesse dos alunos, nas possibilidades acadêmicas da UEPA/CCSE.
Ainda, a realização de eventos que possibilitem a socialização de projetos e resultados de pesquisas, de dissertações, e teses de mestrados, doutorados de interesse da Academia, e os TCC’s construídos pelos alunos, viabilizando o exercício relacional mais dinâmico do Curso com a realidade local, regional, nacional, internacional, que possam ser incorporados ao longo da trajetória acadêmica, acenando para um currículo aberto às exigências de um mundo contemporâneo.
Essa natureza de atividade acadêmica complementar resultará em reconhecimento de carga horária e créditos aos alunos, compreendendo do 3º ao 7º semestre letivos. Assim a cada semestre, cada turma do Curso terá a disposição 20 horas e por ano letivo 40 horas para a realização dessa atividade cuja temática será definida pelo conjunto de alunos e professores, totalizando assim 100 horas de atividades complementares.

V - O ESTAGIO SUPERVISIONADO.

O cenário educacional atual tem colocado aos professores, de modo geral, uma série de desafios que, a cada ano, se expandem em termos de quantidade e de complexidade. Esses desafios não se esboçam de forma independente do contexto social mais amplo. Vivemos, atualmente, um processo profundo de mudanças – caracterizadas pela emergência de novas formas de organização social, econômica e política – que se reflete no campo educacional.
Ao lado dessas considerações, uma perspectiva educacional, oposta à velha idéia de aprendizagem baseada na reprodução de conhecimentos, passou a enfatizar nos últimos 20 anos a idéia de que o aluno precisaria assumir maior responsabilidade pela sua própria aprendizagem e desenvolver a habilidade para lidar com situações novas e problemas abertos, que não dispõem de um caminho rápido e direto que leve à solução. Estes seriam, aliás, os verdadeiros problemas, relacionados a diferentes áreas do saber, com os quais o sujeito terá de se deparar ao, longo de sua vida, por estar inserido em uma sociedade em que contextos culturais, sociais, políticos, científicos e tecnológicos mudam em uma velocidade muito grande.
O enfoque social dado aos processos de ensino e aprendizagem trouxe, ainda, para a discussão pedagógica, aspectos de extrema importância, como as relações entre desenvolvimento e aprendizagem, entre cultura e educação, as relações interpessoais e o papel do educador como mediador do processo de construção do conhecimento do aluno em cada etapa de sua escolaridade. Desenvolver nos futuros professores a habilidade de mediar ou ajudar seus alunos a trilharem esse novo caminho é um desafio educacional da maior importância, discutido em numerosos eventos que abordam a formação do professor, com reflexos em diretrizes curriculares e na legislação brasileira mais atual.
Pesquisas realizadas no país, por sua vez, indicam que a má qualidade do ensino não se deve simplesmente a não formação inicial de parte dos professores, resultando também da má qualidade da formação que tem sido ministrada.
É dentro desse contexto, e a partir de estudos sobre a tradição da formação de docentes nas Instituições de Ensino Superior no Brasil, que os pareceres e resoluções do CNE/CP, procuram sanar as deficiências apontadas. As propostas que aumentam a carga horária reservada à prática pedagógica pretendem, justamente, auxiliar os licenciandos a romper com alguns dos velhos hábitos das escolas brasileiras. Uma simples inserção em escolas, algumas das quais ainda dispõem de estruturas de ensino e aprendizagem muito tradicionais, não garantiria aos licenciandos a construção do novo modelo de intervenção pedagógica, que se pretende instaurar. Por outro lado, essa inserção é necessária, para tornar o educador capaz de pensar, planejar e executar projetos educacionais exeqüíveis, capazes de contribuir a estrutura de ensino das escolas aonde vão se inserir.
O estágio curricular que deverá ser realizado, ao longo do curso, em Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, de Educação Profissional na área de serviços e de apoio escolar, ou ainda em modalidades e atividades como educação de jovens e adultos, grupos de reforço ou de fortalecimento escolar, gestão dos processos educativos, como: planejamento, implementação e avaliação de atividades escolares e de projetos, reuniões de formação pedagógica com profissionais mais experientes, de modo a assegurar aos graduandos experiência de exercício profissional, em ambientes escolares e não-escolares, que amplie e fortaleça atitudes éticas, conhecimentos e competências, conforme o previsto no projeto pedagógico do curso.
O estágio curricular pressupõe atividades pedagógicas efetivadas em um ambiente institucional de trabalho, reconhecido por um sistema de ensino, que se concretiza na relação interinstitucional, estabelecida entre um docente experiente e o aluno estagiário, com a mediação de um professor supervisor acadêmico, como também em ambientes não escolares e populares. Deve proporcionar ao estagiário uma reflexão contextualizada, conferindo-lhe condições para que se forme como autor de sua prática, por meio da vivência institucional sistemática, intencional, norteada pelo projeto pedagógico da instituição formadora e da unidade campo de estágio. Durante o estágio, o licenciando deverá proceder ao estudo e interpretação da realidade educacional do seu campo de estágio, desenvolver atividades relativas à docência e à gestão educacional, em espaços escolares e não-escolares, produzindo uma avaliação desta experiência e sua auto-avaliação.
Os objetivos das disciplinas Estágio Supervisionado sob a forma de Estágio Supervisionado no Curso de Pedagogia da Universidade do Estado do Pará irá contribuir para um maior aprofundamento teórico-prático do aluno do Curso de Pedagogia; propiciar situações e experiências práticas que aprimorem sua formação atuação profissional; contribuir para que o aluno sistematize uma análise crítica a partir do confronto entre os conhecimentos e habilidades desenvolvidas no Curso e as práticas escolares cotidianas; Conhecer e aplicar ações interdisciplinares e formas alternativas de avaliação no ensino básico; Observar e vivenciar o espaço sala de aula ministrando disciplinas pedagógicas no ensino médio modalidade normal e ministrando no EJA na primeira e segunda etapa do ensino fundamental disciplinas curriculares; Vivenciar e avaliar os princípios da gestão democrática e participativa; Observar e analisar as relações sociais envolvidas no cotidiano escolar.
A Disciplina Estágio Supervisionado far-se-á da seguinte forma:
1. No ensino, em instituições escolares e instituições não escolares e ambientes populares, considerada como extensão da docência tendo o “ professor-aluno” a respondsabilidade de conhecer a realidade do contexto escolar, participar do trabalho pedagógico efetivado em sala de aula, atuando em todas as etapas do processo ensino-aprendizagem, desde o planejamento até a avaliação final, é uma ação interdisciplinar e será desenvolvida no decorrer do curso tendo ênfase nos dois últimos semestres letivos do Curso, na educação infantil e no ensino fundamental, constituída por uma equipe formada por profissionais das áreas do conhecimento ( Português, Matemática, Historia, Geografia, Ciências) e um/a pedagogo/a para contribuir nos aspectos pedagógicos e vivências escolares.
2. Em Gestão Educacional, desenvolvida no sétimo semestre letivo, vinculada ao âmbito administrativo em instituições escolares, em instituições não escolares e ambientes populares, sob a supervisão de um professor do estágio, dando ênfase em coordenação, planejamento, assessoramento e na organização educacional.
Constituir-se-ão campo de Estágio as instituições vinculadas e/ou conveniadas com a UEPA, que firmem acordo para esta finalidade. Estas instituições deverão estar localizadas no município de Belém, podendo ser da rede federal, estadual, municipal ou particular de ensino.
Compete aos professores orientadores de estágio:
I) definir a(s) Instituição(ões) onde serão desenvolvidas as atividades de campo da(s) disciplina(s) de Estágio Supervisionado;
II) orientar, acompanhar e supervisionar, sistematicamente, as atividades de Estágio;
III) definir, juntamente com os alunos e os profissionais da instituição, as atividades a serem desenvolvidas;
IV) contribuir com o estagiário no aprofundamento dos conhecimentos sistematizados no decorrer de sua formação, a partir da realidade encontrada e das experiências vivenciadas;
V) proceder a avaliação sistemática dos alunos sob sua orientação, com a colaboração dos profissionais e do próprio aluno, tendo como base critérios, procedimentos e instrumentos previamente definidos;
IV) fazer o controle de freqüência dos alunos nas atividades de campo;
No processo de definição dos campos de Estágio e/ou Prática de Ensino o professor deverá observar, além das exigências legais vigentes, os seguintes critérios básicos:
I) será dado prioridade às escolas da rede pública de ensino;
II) que as atividades de campo de estágio e/ou prática de ensino sejam desenvolvidas,
preferencialmente, em instituição distinta do local de trabalho do estagiário;
III) que a instituição possua infra-estrutura didático-pedagógica, física, administrativa e de pessoal adequadas ao desenvolvimento das atividades de campo;
IV) que a instituição-campo assuma as propostas de trabalho dos estagiários do Curso de Pedagogia como ações integradas à sua estrutura e dinâmica de funcionamento.
V) que o número de estagiários seja definido considerando as condições de trabalho existentes na instituição/campo.
Compete aos profissionais da instituição-campo de estágio:
I) acompanhar o estagiário na instituição.
II) orientar, organizar, acompanhar e providenciar os meios necessários à realização das atividades a serem desenvolvidas na instituição, de acordo com programação previamente definidas.
III) manter contato com o professor orientador.
Poderão ser desenvolvidas, em instituições ou órgãos distintos das escolas onde se desenvolvem as atividades práticas regulares das disciplinas de Estágio Supervisionado, atividades de natureza didático-pedagógica, especialmente na área de formação continuada dos profissionais da educação e de reforço da aprendizagem, com o objetivo de enriquecimento da formação acadêmica do aluno do Curso de Pedagogia.
A carga horária referente às atividades poderá ser computada como parte da carga horária referente às atividades práticas da(s) disciplina(s) Estágio Supervisionado e Prática de Ensino sob a forma de Estágio Supervisionado, onde o aluno – estagiário já exerce atividade profissional na área, devendo ser comprovada e avaliada pelo grupo de professores

VI - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

O Projeto Político Pedagógico do Curso de Pedagogia define os resultados que se propõe a alcançar, por meio da execução do desenho curricular proposto. Centrado em eixos temáticos. O currículo desenvolve-se pela interação professor / aluno, no ambiente criado para facilitar a busca e a construção do conhecimento, como meio para a formação do profissional do “fazer educativo”.
Nesta perspectiva, a avaliação é um mecanismo que subsidia tanto o planejamento, como a execução, não só do ensino, como das condições oferecidas a esse desenvolvimento. Portanto a avaliação do processo ensino-aprendizagem é inerente ao projeto político pedagógico, a partir das suas funções de diagnosticar necessidades, acompanhar o processo, a fim de retroalimentá-lo e classificar resultados de aprendizagens, quando for o caso.
A avaliação no Curso de Pedagogia deverá estar a favor da democratização do ensino, especialmente no que tange à questão da qualidade do ensino. Significa que o Curso de Pedagogia efetivar-se-á à medida que o ensino, a pesquisa e a extensão expressos no projeto político pedagógico forem acessíveis indistintamente a todos os alunos do curso.
A avaliação do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – ENADE/SINAIS, servirão como parâmetro de avaliação da ação pedagógica para que possamos refletir o ensino de boa qualidade e terá que dispor de condições para sua realização, como acervo bibliográfico adequado às disciplinas do currículo do curso; capacitação docente; laboratório e materiais de ensino, campo de estágio.
Os recursos humanos e materiais necessitam de acompanhamento e avaliação constantes, para que seja possível a garantia da qualidade da execução do projeto político pedagógico, cujo resultado é o alcance dos propósitos do referido projeto, expressos em termos de permanência e terminalidade dentro de parâmetros estabelecidos na avaliação.
Desse modo, ao final de cada período (ano) letivo, será avaliada a execução curricular do período, pelo Colegiado do Curso de Pedagogia, a quem competirá o desencadeamento do processo Serão avaliadas as variáveis: execução dos programas; cumprimento da carga horária; freqüência e desempenho docente, aproveitamento discente, permanência dos alunos; existência e utilização de laboratórios; produção do conhecimento (projeto de pesquisa e de extensão).
A verificação da aprendizagem dos alunos obedecerá a todos os artigos constantes da subseção IV do Regimento Geral da UEPA.
Os resultados de avaliação da execução do Projeto Político Pedagógico servirão de base a tomadas de decisão, a partir das necessidades detectadas.

VII - PESQUISA EDUCACIONAL

Nesta proposta curricular a pesquisa apresenta-se como princípio básico norteador de uma política de formação de sujeitos para atuar no campo educacional, em ambientes escolares e não escolares. Assim, a pesquisa é percebida como campo operacional do curso a exigir de professores e alunos que permaneçam mobilizados frente às atividades de investigação, construindo uma nova cultura de ensino, aprendizagem impulsionada pela pesquisa, enquanto exigência social de visão totalizante da formação pedagógica.
Dessa forma a pesquisa educacional, no Núcleo de Estudos Básicos se constituirá num conjunto teórico prático de conhecimentos básicos a cerca da ciência moderna à contemporânea, discutindo a sua natureza e sua relação com a sociedade e a educação. Tratará da natureza do conhecimento cientifico, seus fundamentos, validades, modelos existentes articulando com os conhecimentos da pesquisa a serem desenvolvidos no laboratório de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
Os estudantes receberão orientação docente, a partir do 2º ano, até a socialização da Produção Acadêmico – Científica - TCC, com defesa a ocorrer ao longo do 4º ano. A elaboração, formatação e apresentação do trabalho de conclusão de curso – TCC, terá diretrizes específicas para este fim. O ambiente educativo, enquanto espaço físico será devidamente organizado e destinado a esta natureza de trabalho pedagógico aqui denominado de sala de estudo-orientação, equipada para garantir sua destinação. Os projetos de pesquisa acadêmica; serão desenvolvidos nos espaços educativos, dentro e fora da academia, mantendo-se laboratórios pedagógicos e laboratórios de informática para acesso dos estudantes e professores orientadores.
O corpo docente, em ação interdisciplinar, a partir do início do ano letivo, deverá integrar o conjunto de conhecimentos do seu campo temático às linhas de pesquisa construídas no Curso. Por isso deverão ser realizadas reuniões sistemáticas de planejamento e avaliação.

- LINHAS DE PESQUISA DO CURSO DE PEDAGOGIA
As linhas de pesquisa do curso de Pedagogia deverão orientar-se pelas linhas de Pesquisa já existentes e em funcionamento conforme cadastro dos grupos de pesquisa da Universidade do Estado do Pará junto ao sistema LATTES do CNPQ/MEC.



VIII - TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO: TCC

A Pesquisa constitui o componente essencial do Curso de Pedagogia, devendo ser o eixo que perpasse o conjunto de atividades que constitui os campos de estudos constituintes do desenho curricular e de seus Núcleos de Estudos Básicos, Núcleo de Aprofundamento e Diversificação de Estudos e Núcleo Integrador, com a finalidade de dar suporte teórico-metodológico ao processo de ensino-aprendizagem.
O projeto inicial do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, elaborado por alunos, matriculados no curso, deverá ser objeto de discussão e de reelaboração, a partir do 6º semestre com o professor orientador e, deve inserir-se numa das linhas de pesquisas previstas nos Núcleos do Curso, a escolha do aluno. O projeto e a pesquisa serão desenvolvidos sempre com o acompanhamento de professor-orientador, reservando os 7º e 8º semestres para a conclusão e a apresentação do TCC sob a forma de defesa, à comunidade acadêmica, em seminários, jornadas, previstas, na carga horária do curso. Após sua aprovação pelo professor-orientador, um volume deverá integrar o acervo da biblioteca universitária do CCSE.
O Núcleo de Pesquisa do curso de Pedagogia reunirá determinado número de professores, orientadores-pesquisadores e os seus respectivos orientandos, os quais constituíram as linhas de Pesquisa do Curso de Pedagogia, sendo aberta à participação de outros professores-orientadores/pesquisadores que não façam parte do Curso e, neste caso, o aluno terá como referência à área temática escolhida.
O Núcleo de Pesquisa entendido como um espaço de natureza interdisciplinar, de intercâmbio, de discussão, de elaboração e de produção de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, ao quais os alunos, desde o seu ingresso na academia deverão ter acesso, participando de suas atividades. O aluno terá como referência as linhas de Pesquisas para identificação do professor/orientador do TCC.






IX - COMPOSIÇÃO CURRICULAR
CURSO: PEDAGOGIA (Desenho Curricular – 2007) Total de Créditos: 153
Carga horária total: 3960 horas + 100 h (Atividades Complementares) = 4.060 horas
Apoiado na LDB 9394/1996; Resolução CNE/CP nº 001/06.

SEMESTRE DISCIPLINAS C.H Créditos
T/ P*



FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
HISTORIA DA EDUCAÇÃO
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
PSICOLOGIA GERAL
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO 100
100
100
100
100 4
4
4
4
4
TOTAL 500 20


PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
DIDÁTICA
ED. INFANTIL NO CONTEXTO BRASILEIRO
METODOLOGIA CIENTIFICA
ATIVIDADES FISICAS RECREAÇÃO E JOGOS 80
120
100
100
100 3
5
4
4
4
TOTAL 500 20





PROCESSOS LINGUISTICOS
FUND. TEOR.E METOD. DA LINGUAGEM
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
GEOGRAFIA DO BRASIL E SEU ENSINO
HISTORIA DO BRASIL E MET.DO ENSINO DE HISTÓRIA
ESTUDO DOS NUMEROS E OPERAÇÕES MATEMATICAS 80
80
80
80
80
100 3
3
3
3
3
4
TOTAL 500 19





INTRODUÇÃO A GEOMETRIA E ESTUDOS DE FUNÇÕES
GEOGRAFIA DA AMAZÔNIA E SEU ENSINO
HISTÓRIA DA AMAZÔNIA E MET. DO ENSINO DE HISTÓRIA
FUNDAMENTOS TEORICOS MET. EM ED. ESPECIAL
FORMAS DE EXP. E COM. ARTISTICA
LINGUAGENS ESPECIAIS E COMUNICAÇÃO HUMANA 100
80
80
80
80
80 4
3
3
3
3
3
TOTAL 500 19





QUIMICA E MET. DO ENS. DE CIÊNCIAS
FÍSICA E MET. DO ENS. DE CIÊNCIAS
BIOLOGIA E MET. DO ENS. DE CIÊNCIAS
PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS
ELETIVA 80
80
80
80
80
80 3
3
3
3
3
3
TOTAL 480 18





FUNDAMENTOS DA ED. DE JOVENS E ADULTOS
PESQUISA EDUCACIONAL
FUND. DE GESTÃO EDUCACIONAL
POLITICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO
TEORIA DO CURRICULO E DIVERSIDADE CULTURAL
ELETIVA 80
80
100
80
80
80 3
3
4
3
3
3
TOTAL 500 19




7º ESTAGIO SUPERVISIONADO – GESTÃO EDUCACIONAL
EDUCAÇÃO EM INSTITUIÇÕES NÃO ESCOLARES E AMBIENTES POPULARES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM INSTITUIÇÕES NÃO ESCOLARES E AMBIENTES POPULARES
TCC I
ELETIVA
ELETIVA 100
80

80

80
80
80 4
3

3

3
3
3
TOTAL 500 19


8º ESTAGIO SUPERVISIONADO EM ED. INFANTIL
ESTAGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO FUNDAMENTAL
TCC II 200
200
80 6
6
3
TOTAL 480 15
TOTAL 3.960 149
Atividades Complementares 100 4
TOTAL GERAL 4.060 153
* T (Crédito teórico) = 20 h/a P(Crédito Prático) = 40 h/a


X - NÚCLEOS DE ESTUDOS

1 - NÚCLEO DE ESTUDOS BÁSICOS

DISCIPLINAS CH CRÉDITO
T/ P
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO 100 4
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 100 4
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO 100 4
PSICOLOGIA GERAL 100 4
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM 80 3
ED. INFANTIL NO CONTEXTO BRASILEIRO 100 4
FUND. TEÓRICOS E MET. EM EDUCAÇÃO ESPECIAL 80 3
FUND DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 80 3
DIDÁTICA 120 5
FUNDAMENTOS DE GESTÃO EDUCACIONAL 100 3
METODOLOGIA CIENTÍFICA 100 4
TOTAL 1060
41


2 - NÚCLEO DE APROFUNDAMENTO E DIVERSIFICAÇÃO DE ESTUDOS

DISCIPLINAS CH CRÉDITO
T/ P
ESTUDOS DOS NÚMEROS E OPERAÇÕES MATEMÁTICAS 100 4
INTRODUÇÃO A GEOMETRIA E ESTUDOS DE FUNÇÕES 100 4
LINGUAGENS ESP. E COMUNICAÇÃO HUMANA 80 3
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS 80 3
PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO 80 4
TEORIA DO CURRÍCULO E DIVERSIDADE CULTURAL 80 4
LEITURA E PROD. DE TEXTOS 100 4
ATIV. FISICAS RECREAÇÃO E JOGOS 100 3
PROCESSOS LINGÜÍSTICOS 80 3
FUND. TEOR. E METOD. DA LINGUAGEM 80 5
FORMA DE EXP. E COM. ARTÍSTICA 80 3
GEOGRAFIA DO BRASIL E SEU ENSINO 80 4
GEOGRAFIA DA AMAZÔNIA E SEU ENSINO 80 3
HISTÓRIA DO BRASIL E MET DO ENSINO DE HISTÓRIA 80 3
HISTÓRIA DA AMAZ. E MET. DO ENS. DE HISTÓRIA 80 3
QUÍMICA E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS 80 3
FÍSICA E MET. DO ENS. DE CIÊNCIAS 80 3
BIOLOGIA E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS 80 3
PESQUISA EDUCACIONAL 80 3
TECNOLOGIA EDUCACIONAL 80 3
EDUC. EM INSTITUIÇÕES NÃO ESCOLARES E AMB. POPULARES 80 3
POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO 80 3
ELETIVAS 320 12
TOTAL 2160
86


3 - NÚCLEO INTEGRADOR
DISCIPLINAS CH CRÉDITO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENS. FUNDAMENTAL 200 6
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ED. INFANTIL. 200 6
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – GESTÃO EDUCACIONAL 100 4
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM INST. NÃO ESCOLARES E AMBIENTES POPULARES
80
3
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I 80 3
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC II 80 3
ATIVIDADES COMPLEMENTARES 100 4
TOTAL 840
29

•.
DISCIPLINAS ELETIVAS:
A - NÚCLEOS ESPECÍFICOS:
I à Educação Infantil e Fundamental
 Musicalização
 Educação e Corporeidade
 Literatura Infanto-Juvenil

II à Gestão Escolar
 Psicologia Institucional
 Contabilidade básica aplicada à Educação
 Estatística aplicada à Educação
 Organização do Trabalho Pedagógico

III à EJA
 Metodologias do trabalho pedagógico com Adultos e idosos
 Produção de materiais didáticos para a EJA
 EJA em diferentes ambientes educativos
 Estudos e Pesquisas na EJA

IV à Educação Especial
 Braile
 Materiais didático-pedagógicos e tecnologias assistivas para PNEES
V à Educação e Cultura
 Saberes e cultura popular na Amazônia
 Movimentos Sociais na Amazônia
 Educação e diversidade cultural
 Educação popular e saúde
 Memória e Oralidade
 Etnomatemática
 Educação em Populações e Grupos Tradicionais
 Educação a Distância
 Dialogo inter-religioso

B - NÚCLEO INTEGRADOR /COMUM:
 Educação Ambiental
 Informática Básica
 Teatro – Artes Cênicas
 Educação Sexual
 Língua Estrangeira Instrumental
 Fonoaudiologia e Educação
 Percepção e cognição na criação artística
 Sociologia da infância e da adolescência
 Informática aplicada a Educação
 Homem, ambiente e qualidade de vida.
 Tópicos de saúde e sexualidade humana
 Produção de material de para o ensino de ciências naturais














XI - EMENTÁRIOS E INDICAÇÃO DE BIBLIOGRAFIAS

CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 100 H CRÉDITOS 04
EMENTA: A disciplina visa explicitar a relação entre a filosofia e a educação: característica da reflexão e da prática filosófica e do saber-fazer educacional; analisar temas filosóficos-educacionais: antropologia filosófica e educação; ideologia e educação, epistemologia e educação; lógica e educação, ética e educação e estética e educação e refletir sobre teorias e práticas educativas, analisando as tendências pedagógicas na educação brasileira.

BIBLIOGRAFIA:
1. ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos do Estado. Rio de Janeiro: Graal, 1983.
2. BOURDIEU, P. e PASSERON, Jean-Claude. A Reprodução. 2a e. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982.
3. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 5e. São Paulo: Brasiliense, 1982.
4. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ética. Brasília – DF: MEC–SEF, agosto, 1996.
5. CAPRILES, René. Makarenko: o nascimento da pedagogia socialista. São Paulo: Scipione, 1989.
6. CERIZARA, Beatriz. Rousseau a educação na infância. São Paulo: Scipione, 1990.
7. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.
8. DUSSEL, Enrique. Ética da Libertação na idade da globalização e da exclusão. Petrópolis: Vozes, 2000.
9. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000
10. _____Política e Educação. São Paulo: Cortez, 1993.
11. _____Professora sim tia não: cartas a quem ousa ensinar. 2a e. São Paulo: Olho d'água, 1993
12. _____ e FAUNDEZ, Antonio. Por uma Pedagogia da Pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985
13. ___ e SHOR, Ira. Medo e Ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
14. ___ Pedagogia da Autonomia. 6e. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
15. Extensão ou Comunicação? 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
16. GALLO, Silvio. Pedagogia do Risco. Campinas: São Paulo: Papirus, 1995.
17. GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Práxis. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 1995
18. ____ Diversidade Cultural e educação para todos. Rio de Janeiro: Graal, 1992
19. ____Concepção Dialética da Educação. 2ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1983
20. ____ Educação e Poder: introdução à Pedagogia do Conflito. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1981
21. JESUS, Antônio. Educação e Hegemonia. São Paulo: Cortez: UNICAMP, 1989
22. GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. 8ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
23. ____ Concepção dialética da história. 9a e. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
24. MANACORDA, Mário. Marx e a Pedagogia Moderna. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1991.
25. MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. Ideologia Alemã. São Paulo: Moraes, 1984.
26. OLIVEIRA, Ivanilde. Filosofia da Educação: reflexões e debates. Belém: VOZES, 2006.
27. PEREIRA, Otaviano. O que é teoria. São Paulo: Brasiliense, 1982
28. RIOS, Terezinha. Ética e Competência. São Paulo: Cortez, 1993.
29. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da Educação. São Paulo: Difel, 1979
30. SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1991
31. ____ Escola e Democracia. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1983
32. SEVERINO, Antônio. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1994.
33. _____Educação, Ideologia e Contra-Ideologia. São Paulo: EPU, 1986.
34. VERNANT, Pierre. Mito e Pensamento entre os Gregos. São Paulo: Difusão Européia do Livro.
CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
CARGA HORARIA: 100 H CRÉDITOS = 04
Ementa:
A disciplina estuda e investiga a produção do conhecimento histórico e a organização didático-pedagógica da educação escolar brasileira

BIBLIOGRÁFIA:
1. ALMEIDA, J. R. P. História da Instrução Pública no Brasil: 1500 a 1889. Brasília: INEP/MEC, 1989.
2. CUNHA, Luis Antonio. O Golpe na Educação. 9 ed. Rio de Janeiro: Zahar,1994.
3. LOPES, Eliane Marta Teixeira. Perspectivas Históricas da Educação. 2° ed. São Paulo; Ática, 1989.
4. CARVALHO, Marta M. Chagas de Carvalho. A Escola e a República. São Paulo: Brasiliense, 1989. (Coleção primeiros passos).
5. FILHO, Casemiro dos Reis. A Educação e a Ilusão Liberal. São Paulo: Cortez. 1981.
6. FILHO, Luciano Mendes, LOPES Eliane Marta & VEIGA, Cynthia Greive. 500 Anos de Educação no Brasil. 2° ed. Belo horizonte: Autêntica, 2000.
7. FRANÇA, Maria do Perpetuo Socorro. Raízes Históricas do Ensino Secundário Público na Província do Grão Pará: o Liceu Paraense 1840 – 1889. Dissertação ( Mestrado em Filosofia e História da Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1997
8. LOMBARDI, José Claudinei e NASCIMENTO, Maria Isabel Moura (Orgs.). Fontes, História e Historiografia da Educação, Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
9. RIBEIRO, Maria Luisa Santos. História da educação brasileira: a organização escolar. Campinas: Autores Associados, 1995.
10. VERGER, Jacques. Homens e Saber na Idade Média.São Paulo: Edusc, 1999
11. XAVIER, Maria Elizabete Sampaio Prado. História da educação: a escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
12. XAVIER, Maria Elizabete Sampaio Prado. Poder político e educação de elite. São Paulo: Cortez, 1992.

















CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 100 H CRÉDITOS = 04
Ementa:
A interpretação sociológica no âmbito da educação, e suas relações com o desenvolvimento da sociologia; Os problemas educacionais e escolares atuais a luz das teorias sociológicas; Os processos educacionais reprodutores e os produtores de práticas educacionais inclusivas dos diferentes segmentos sociais.

Bibliografias:
1. AQUINO, J. G. Diferenças e Preconceito na escola: Alternativas Teóricas e Práticas: São Paulo: Summus editorial, 1998.
2. BERNSTEIN, B. A Estruturação do Discurso Pedagógico. Petrópolis: Vozes, 1996
3. BOURDIEU, P. e Passeron, J. C. A Reprodução. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982.
4. CATANI, A. e NOGUEIRA, M. A.(org).Escritos de Educação. Petrópolis: Vozes, 1998
5. CRAIDY, C. M. Meninos de rua e analfabetismo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
6. DURKHEIM, É. Educação e Sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1967.
7. FERNANDES, H. R. Sintoma Social Dominante e Moralização Infantil. São Paulo: EDUSP: Escuta 1994.
8. FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1997
9. GOHN, M. da G. Teorias dos Movimentos Sociais. São Paulo. Loyola, 1997
10. GOMES, C. A. A Educação em Perspectiva Sociológica. São Paulo: EPU, 1989.
11. GUARESCHI, P. A. Sociologia Crítica Alternativas de Mudança. Porto Alegre: Mundo Jovem, 1989.
12. GUARESCHI, P. A. Sociologia da Prática Social. Petrópolis: Vozes, 1992
13. HALL, S. Identidades Culturais na Pós - Modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.
14. HUBERMAN, L. História da Riqueza do Homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1984.
15. LÖWY, M. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen. São Paulo: Cortez, 1994.
16. MANACORDA, M. Al. Marx e a Pedagogia Moderna. São Paulo: Cortez, 1991.
17. MCLAREN, P. Rituais na Escola. Petrópolis: Vozes, 1991
18. MORROW, R. A e TORRES, C. A. Teoria Social e Educação. Porto: Afrontamento, 1997
19. PETITAT, A .Produção da Escola/Produção da Sociedade. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
20. SARUP, M. Marxismo e Educação. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
21. SILVA, T. T. da e GENTILI, P. Neoliberalismo, qualidade total e Educação. Petrópolis: Vozes, 1994
22. SILVA, T. T. da. Identidades Terminais. Petrópolis: Vozes, 1996
23. ____________. O que produz e o que reproduz em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
24._________. Teoria Educacional Crítica em Tempos Pós-Modernos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.


CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
DISCIPLINA: PSICOLOGIA GERAL
CARGA HORÁRIA: 100H CRÉDITOS = 04

Ementa:
Contexto histórico e matrizes do pensamento psicológico; principais teorias psicológicas; identidade; motivação; inteligência; sexualidade; violência; saúde mental.

Bibliografia:
1. ANCONA-LOPEZ, Marília (org.). Avaliação da inteligência. São Paulo: EPU, 1987.
2. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção da realidade. Petrópolis: Vozes, 1983.
3. BERLINCK, Manoel Tosta. Psicologia fundamental. São Paulo; Escuta, 2000.
4. BLEGER, José. Psicologia da conduta. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
5. BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2002.
6. CAMON-ANGERAMI, V. A. (org.) Novos rumos na psicologia da saúde. São Paulo: Pioneira, 2002.
7. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade. Rio de Janeiro: Graal, 2000.
8. GAY, Peter. Sigmund Freud. Rio de janeiro: Imago, 1992.
9. KHOLER, Wolfgang. Psicologia da Gestalt. Belo Horizonte: Itatiaia, 1968.
10. KOFFKA, Kurt. Princípios de psicologia da Gestalt. São Paulo: Cultrix/USP, 1975.
11. LEITE, Dante Moreira. Psicologia diferencial. São Paulo: Ática, 1986.
12. LEONTIEV, A. O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Livros Horizonte, 1978.
13. MEZAN, Renato. Sigmund Freud. São Paulo: Brasiliense, 1982.
14. PENNA, Antônio Gomes. Introdução à história da psicologia contemporânea. Rio de janeiro: Zahar, 1980.
15. REICH, Wilhelm. A revolução sexual. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.
16. ROSENFELD, Anatol. O pensamento psicológico. São Paulo: Perspectiva, 1984.
17. SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. Brasília/UNB: Funbel, 1970.
18. _____________. Sobre o behaviorismo. São Paulo: Cultrix, 1982.















CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE LÍNGUA E LITERATURA
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
CARGA HORÁRIA : 80H CRÉDITOS = 03

Ementa: Processo da leitura. Conceito, concepções, natureza do processo da leitura, estratégias de leitura. A interação leitor e texto, o processo de produção de texto: conceito; natureza e estrutura . A prática da produção de texto.

BIBLIOGRAFIA
1. CHIAPPINI, Lígia. Aprender e ensinar com textos. São Paulo: Cortez, 1997.
2. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 1991.
3. MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1994.
4. SOARES, Magda B. As condições sociais de leitura: uma reflexões em contraponto
5. SAYEG, Siqueira. João Hilton, O texto: São Paulo, 1996.
6. ZILBERMAN, Regina & Silva Theodora (org.) Leitura, perspectivas interdisciplinares. São Paulo; Ática, 1998.






























CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
DISCIPLINA: PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
CARGA HORÁRIA: 80H CRÉDITOS = 03
Ementa:
Teorias do desenvolvimento; teorias da aprendizagem; a relação desenvolvimento e aprendizagem; o enlace cognição e afeto; construção de valores; dificuldades de aprendizagem; intervenção psicopedagógica preventiva.

Bibliografia:
1. AQUINO, Júlio Groppa. Erro e fracasso na escola. São Paulo: Summus, 1997.
2. ________________. Afetividade na escola. São Paulo: Summus, 2003.
3. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto alegre: artes Médicas, 2003.
4. _________________. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
5. BOCK, Ana M. B. Psicologias: uma introdução ao estudos de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2002.
6. COLL, César. Ensino, aprendizagem e discurso em sala de aula. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
7. CORREIA, Mônica (org.). Psicologia e social: uma parceria necessária. São Paulo: Alínea, 2004.
8. __________________. Psicologia do ensino. Porto Alegre: Artes Médicas: 2000.
9. DANIELS, Harry. Vygotsky e a pedagogia. Loyola, 2003.
10. ____________________ uma introdução à psicologia. São Paulo: Loyola, 2002.
11. DUARTE, Newton. Vygotsky e o aprender a aprender. São Paulo: autores associados, 2001.
12. FERREIRO, E. Atualidade de Jean Piaget. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
13. Fonseca, Vítor da. Introdução às dificuldade de aprendizagem. Porto alegre: Artes Médicas, 1995.
14. FREITAS, Lia. A moral na obra de Jean Piaget. São Paulo: Cortez, 2003.
15. FREITAS, M. Teresa de Assunção. Vygotsky e Bakthin. São Paulo: Ática, 1996.
16. FONTANA, Roseli A . C. Mediação pedagógica na sala de aula. São Paulo; Autores Associados, 1996.
17. GIL, Carlos Hernández; ÁLVARO, M. Fracasso escolar: uma perspectiva multicultural. Porto alegre: Artes Médicas, 2004.
18. LÚRIA, a . R. Pensamento e linguagem. Porto Alegre; Artes Médicas, 2001.
19. MACEDO, Lino (org.). Cinco estudos de educação moral. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996.
20. MOREIRA, Marco A. Aprendizagem significativa. São Paulo: Centauro, 2001.
21. MANTOVANINI, Maria Cristina. Professores e alunos problemas: um círculo vicioso. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.
22. OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizagem e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1997.
23. PALANGANA, Isilda Campaner. Desenvolvimento e aprendizagem em Piaget e Vygotsky: a relevância do social. São Paulo: Summus, 2001.
24. PATTO, Maria Helena Souza. A produção do fracasso escolar: história de submissão e rebeldia. São Paulo: Casa do Psicológo, 1999.
25. SISTO, Fermino Fernandes (org.). Dificuldades de aprendizagem no contexto psicopedagógico. São Paulo: Vozes, 2001.
26. ________________. O cognitivo, o social e o afetivo no cotidiano escolar. São Paulo: Papirus, 1999.
27. SOUZA, Vera L. T. Escola e construção de valores. São Paulo: Loyola, 2005.
28. VYGOTSKY, Lev S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: DIDÁTICA
CARGA HORÁRIA : 120H CRÉDITOS 05
EMENTA:
Pressuposto teóricos e filosóficos que fundamentam a relação entre os sujeitos do processo ensino - aprendizagem; Histórico, objeto e as tendências pedagógicas da Didática, no atual cenário sócio, econômico, político e cultural; A pesquisa como paradigma de uma formação e prática docente reflexiva; Planejamento Educacional: finalidades, importância, perspectivas e possibilidades de construção coletiva do Projeto Político Pedagógico; Avaliação: importância, características, instrumentos e sujeitos, em perspectiva dialética.

BIBLIOGRAFIA
1. ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de, OLIVEIRA, Maria Rita N.S. Alternativas do ensino de didática. Prática Pedagógica. 6ª ed., São Paulo: Papirus, 2004.
2. CANDAU, Vera Maria. A Didática em Questão, 20ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
3. CONTRERAS, José. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
4. CUNHA, Maria Isabel da. A Didática e a Produção do conhecimento. Tecnologia Educacional. Ano VXI. Nº 79. Nov/dez. 1987.
5. GHIRALDELLI, Paulo Jr. Didática e teorias educacionais. Rio de janeiro: DP&A, 2000.
6. LIBANEO, J.C. Adeus Professor, Adeus Professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. São Paulo: Cortez, 2000.
7. MASETTO, M. Planejamento Participativo.
8. RABELO, Edimar Henrique. Avaliação – Novos Tempos, Novas Práticas. Petrópolis: Vozes. 1998.
9. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Repensando a didática. 8ª ed., Campinas, SP: Papirus, 1993.























CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA : EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO BRASILEIRO
CARGA HORÁRIA: 80H CRÉDITOS: 03
Ementa:
Aspectos sócio-históricos, político e legal na educação infantil. Tendência e concepção de infância e educação. As funções da educação infantil. Teoria, currículo e concepção teórico-metodológica e a formação de professor (a). Aspectos do desenvolvimento da criança de O a 5 .anos. O trabalho pedagógiõo: inèluso ocial, interdisciplinaridade, organização do tempo e espaço, planejamento e avaliação e a ludicidade.

BIBLOGRAFIA:
1. ARIÉS. Philippe.. História social da criança e dafamília. Rio de Janeiro: Guanabara Koogam,1981.
2. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil! Ministério da Educação e do
Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MECI SEF, 1998. 3vl: II.
3. BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 2001.
4. CADERNOS DE PESQUISA. n. 52). Alfabetização. São Paulo: Fundação Carlos Chargas, fev. 1985.
5. CADERNOS DE PESQUISA. n. 92). São Paulo: Fundação Carlos Chargas, fev. 1995.
6. COSTA, Adalvo da Paixão & VAREJAO, Ana Maria Louzada. Educação infantil: uma
contextualização histórica. Pró-discente. Caderno de Produção Acadêmico Científica do Programa de
Pós-Graduação em Educação. Universidade Federal do Espírito Santo. Vol. 3 n.6, 1997.
7. CHALITA. Gabriel. Educação: A solução está no afeto. 2 edição. São Paulo: Editora Gente, 2001.
8. DROUET, Ruth Caribé da Rocha. Fundamentos da educação pré-escolar. São Paulo: Atica, 1990.
9. ELIAS, Mansa DeI Cioppo. Célestin Freinet. Uma pedagogia de atividade e cooperação. Petrópolis:
Vozes, 1997.
10.JESUS, Dilce Esmeraldina de. 1992. Contribuição de alguns teóricos da educação. Rio de Janeiro: Fé
e Alegria, 1992
11.FERREIRO, E. & TEBEROSKY, A. A psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: artes Médicas, 1995.
12.___________ Reflexões sobre alfabetização. 12a edição. São Paulo: Cortez. 1998.
13.___________ Com todas as letras. 4a edição. São Paulo: Cortez, 1993.
14. KRAMER, Sônia. (Coord.). Com a pré-escola nas mãos. Uma alternativa curricular para educação
infantil. São Paulo: Editora Atica, 1998.
15._______ (Org) Profissionais da educação infantil: gestão e formação. São Paulo:
Editora Atica, 2005.
16.GARCIA, Regina Leite (org.). Novos olhares sobre a alfabetização. São Paulo: Cortez, 1994.
17.__________ & FILHO, Aristeu Leite. (orgs.). Em defesa da educação infantil. Rio de Janeiro:DP&A, 2001.
18.GARCIA, Regina Leite. (org). Revisitando a pré-escola. São Paulo: Cortez, 1993.
19.GUIMARAES, Maria Célia. (Org.). Perspectivas para educação infantil. São Paulo, Araraquara:
Junqueira & Marin, 2005.
20.JR. KUHLMANN, Moysés. Histórias da educação infantil brasileira. ANPEd. Revista Brasileira de
Educação. Número Especial. Mar./jun./Jul. n. 14. São Paulo: Editora Autores Associados, 2000.
21.LA TAILLE, Ives. KOHL, M. O. Dantas. Piaget, Vygotsld e Wallon: Teorias psicogenéticas em
discussão. São Paulo: Summos, 1992.
22.LIMA, Adriana Flávia Santos de Oliveira. Pré-escola e alfabetização. Uma proposta baseada em
Paulo Freire e 1 Piaget. Petrolólis. Ri. Editora Vozes, 1999.
23.RUSSEFF, Ivan; BITTAR, Mariluce. (Orgs). Educação infantil política, formação e prática docente.
Mato Grosso do Sul: Editora UCDC, 2004.
24.SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2a edição. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
25.MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. Petrópolis: Vozes, 2003.
26.MENIN, Maria Suzana De Stefano. Piaget e Vygotsky. Um debate possível. Nuances. Revista do
curso de pedagogia. UNESP. Presidente Prudente. 2. VII. Out, 1996.
27.PIAGET, Jean. Linguagem e pensamento da criança. São Paulo: Martins Fontes, 1989.



CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTIFICA
CARGA HORÁRIA : 100H CRÉDITOS : 04
EMENTA: O Processo de conhecimento; desenvolvimento histórico; níveis e interpretação da realidade, visão de mundo. Os elementos característicos da Ciência Moderna; objetivo, sistema e Método. Os elementos constitutivos do Método Cientifico e sua aplicação na elaboração de trabalhos acadêmicos; resumos, resenhas, monografias e projetos. Apresentação de trabalhos acadêmicos. O processo de elaboração da investigação cientifica.

Bibliografia:
1. ALVES, Magda. Como escrever teses e monografias. Rio de Janeiro: Campus, 2003.ANDREY, Amália el al. Para compreender a ciência: Uma perspectiva histórica
2. . Rio de Janeiro: Espaço e tempo, 1988.
3. ARANHA, Maria Lúcia & Martins, Maria Helena. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1980.
4. COTRIN, Gilberto. Fundamentos de Filosofia: História e grandes temas, 15ª ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
5. DEMO, Pedro. Metodologia Cientifica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1982.
6. SANTOS, Izequias dos. Textos selecionados e Métodos e Técnicas de Pesquisa Cientifica, 3ª ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2001.
7. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. 21ª ed. São Paulo: Cortez, 2000.
8. TRUJILLO, Afonso Ferran. Metodologia da Ciência. Rio de Janeiro: Kennedy, 1974.
















CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE GINÁSTICA, ARTE CORPORAL E RECREAÇÃO
Disciplina: ATIVIDADES FÍSICAS, RECREAÇÃO E JOGOS
CARGA HORÁRIA: 100H CRÉDITOS : 04

EMENTA: Tendo como referência as tendências educacionais, os eixos curriculares e determinada concepção de escolarização, estuda a dimensão cultural do movimento humano e sua relação com o jogo, as brincadeiras e as atividades lúdicas em geral, enfocando os aspectos que envolvem o lúdico a partir do entendimento da relação ludicidade, cultura, educação e criança.

BIBLIOGRAFIA:
1. ALVES. Rubem. A gestação do futuro. Campinas. Papirus. 1986;
2. ARIES. Philippe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro. Guanabara. Koogan. 1981;
3. BENJAMIN. Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo.Summus. 1984;
4. BRUHNS. Heloisa. O corpo parceiro e o corpo adversário. Campinas. Papirus. 1993;
5. BROUGÉRE. Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo. Cortez. 1995;
6. FREIRE. João Batista. Educação de corpo inteiro. São Paulo. Scipione. 1991;
7. KISHIMOTO. TZUKO M. (org). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo. Cortez. 1996;
8. ____________. Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis. Vozes. 1993;
9. ____________. O jogo e a educação infantil. São Paulo. Pioneira. 1994;
10. MARCELINO. Nelson Carvalho. Pedagogia da animação. Campinas. Papirus. 1990;
11. MORAIS. Régis de (org). Sala de aula que espaço é esse? Campinas.Papirus. 199;
12. NYDERS. Georges. Alunos felizes. Rio de Janeiro. Az e Terra. 1996;
EdiçõesEST / ESEF – UFRGS. 1994.

















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE LÍNGUA E LITERATURA
DISCIPLINA: PROCESSOS LINGÜÍSTICOS
CARGA HORÁRIA : 80H CRÉDITOS = 03

Ementa: Aquisição e desenvolvimento da linguagem oral. Processo de aquisição da leitura. Evolução histórica e aquisição da escrita.

BIBLIOGRAFIA

1. AIMARD, P. A Linguagem da Criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
2. ANTUNES, Irandé. Aula de Português: encontro & interação. São Paulo, Parábola, 2004.
3. BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização & Leitura. São Paulo: Cortez, 1991.
4. CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Lingüística. São Paulo: Scipione, 1995.
5. ____________________. Alfabetização sem o BA, BE, BI, BO, BU. . São Paulo: Scipione, 1995.
6. CABRAL, L.S. Introdução à Psicolingüística. São Paulo: Á tica, 1991.
7. CARVALHO, Marlene. Guia Prático do Alfabetizador. São Paulo: Ática.
8. ELLIOT, A. J. A. A Linguagem da Criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
9. FARACO, Alberto Carlos. Escrita e Alfabetização. São Paulo: Contexto, 1992.
10. FERREIRO, Emília e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
11. FERREIRO, Emília. Leitura e Alfabetização. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
12. KATO, Mary. A Concepção da Escrita pela Criança. São Paulo: Pontes, 1995.
13. LEMLE, Mirian. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática.
14. MASSINI-CAGLIARI, Gladis & CAGLIARI, Luís Carlos. Diante das Letras: a escrita na alfabetização. São Paulo, Mercado de Letras, 2001.
15. OLIVEIRA, Márcia Andréa A. de. O desenvolvimento da Linguagem Infantil. UEPA. (Monografia de Conclusão de Curso)
16. SCARPA, E. M. Aquisição da Linguagem, In: MUSSALIM, F. & BENTES, A. C. (orgs.). Introdução à Lingüística: domínios e fronteiras. Vol. 2. São Paulo: Cortez, 2001, p. 203-232.
17. SLOBIN, D. Psicolingüística. São Paulo: Nacional, 1980.
18. ZANINI, F.G. Aquisição da Linguagem e Alfabetização, In: TASCA, M. & POERSCH, J.M.(orgs.). Suportes Lingüísticos para a Alfabetização. 2 ed. Porto Alegre: Sagra, 1990, p. 43-69.








CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE LÍNGUA E LITERATURA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA LINGUAGEM
CARGA HORÁRIA : 80 CRÉDITOS = 03

Ementa: Reflexões sobre linguagem e ensino da linguagem. Aspectos da linguagem oral e escrita enquanto meios de interação dentro e fora da escola. Alfabetização e Letramento: conceitos e práticas.

BIBLIOGRÁFIA

1. AZEREDO, J.C. (org.) Língua Portuguesa em Debate: conhecimento e ensino. São Paulo: Vozes, 2001.
2. BAGNO, M. Português ou Brasileiro? Um convite à pesquisa. São Paulo: Parábola, 2005.
3. BORTONI-RICARDO, S.M. Nós Cheguemu na Escola, e Agora? Sociolingüística e Educação. São Paulo: Parábola, 2005.
4. _______________________. Educação em Língua Materna: a sociolingüística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.
5. CLAVER, R. Escrever e Brincar: oficinas de textos. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
6. FARACO, C. A. & TEZZA, C. Prática de Texto: língua portuguesa para nossos estudantes. Petrópolis: Vozes, 1996.
7. GERALDI, J. W. Prática de Leitura de Texto na Escola.
8. KLEIMAN, A. B. (org.) Os Significados do Letramento. Campinas: Mercado de Letras, 2002.
9. ________________. Leitura, Ensino e Pesquisa. 2 ed. Campinas: Pontes, 2004.
10. SOARES, M.B. As Condições Sociais da Leitura: uma reflexão em contraponto.
11. ____________. Letramento: um tema em três gêneros. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.


















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
Disciplina: TECNOLOGIA EDUCACIONAL
CARGA HORÁRIA: 80H CRÉDITOS : 03
Ementa:
Tecnologia Educacional:questões éticas,políticas e técnicas;As novas tecnologias da informação e comunicação:contexto político e social;Impactos da tecnologia sobre o cotidiano educacional; As mídias em sala de aula;A pesquisa, produção e atuação docente com a tecnologia
BIBLIOGRAFIA
1. ALVES, Giovanni & MARTINEZ, Vinicio (orgs.) Dialética do Ciberespaço - Trabalho, Tecnologia e Política no Capitalismo Global. S. Paulo: Ed. Praxis.

2. CASTELLS, Manuel (2000) A Sociedade em Rede. S. Paulo: Paz e Terra.
3. _____ (2001) A Era da Informação, S. Paulo: Paz e Terra.

4. LEMOS, A. & PALÁCIOS, M. (2002) Janelas do Ciberespaço. Porto Alegre: Sulina.

5. LÉVY, Pierre (1999). Cibercultura. S. Paulo: Ed. 34. (Cap. I e II)
6. MACHADO, J. (org.) Trabalho, Economia e Tecnologia: Novas Perspectivas para a Sociedade Global. São Paulo,2003.
7. NEGROPONTE, Nicholas (1998) A Vida Digital, S. Paulo: Cia das Letras


























CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA GEOGRAFIA DO BRASIL E SEU ENSINO
CARGA HORÁRIA – 80H CRÉDITOS = 03
EMENTA:
O desenvolvimento da disciplina Geografia do Brasil e seu Ensino, tem como cerne a discussão acerca das concepções teórico-metodológicas que fundamentam seu ensino e o estudo do processo de formação do território brasileiro. A discussão de suas concepções teórico-metodológica pauta-se na abordagem das correntes do pensamento geográfico em interrelação com as concepções de ensino da geografia, assim como no desenvolvimento de temas como o uso metodológico da cartografia e do livro didático na educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental. O estudo do processo de formação do território brasileiro permite o tratamento de categorias geográficas como: formação territorial, fronteira, organização do espaço urbano e agrário, e divisão regional, buscando sempre o estabelecimento do elo entre espaço, tempo e sociedade e entre a ciência e seu ensino.
BIBLIOGRÁFIA:
1. ALMEIDA, R. D. e PASSINI, E. Y. O espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Contexto, 1989.
2. ANDRADE, M. C A Questão do Território no Brasil. São Paulo: Hucitec. 1995.
3. __________. A federação brasileira: uma análise geopolítica e geosocial. São Paulo: Contexto, 1999. (Col. Repensando a Geografia).
4. ___________,. Geopolítica do Brasil. Campinas, SP: Papirus. 2001
5. ANTUNES, A. R. et. al. Estudos sociais: teoria e prática. Rio de Janeiro: ACCESS Editora, 1993.
6. CALLAI, H. C. (Org.). O ensino em estudos sociais. 2 ed. Ijuí: Unijuí Ed., 2002.
7. CASTROGIOVANI, A. C. et al. (orgs). Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. 2ª ed. Porto Alegre: editora da Universidade/UFRGS/AGB, 1999.
8. CAVALCANTI, L. S. Geografia, escola e construção de conhecimentos. Campinas (SP): Papirus, 1998.
9. _____________ . Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
10. CORRÊA, R. L. Região e organização espacial. 2 ed. São Paulo: Ática,1986.
11. GERAB, W. J. ; ROSSI, W. Indústria e trabalho no Brasil: limites e desafios. São Pulo: Atual, 1997 (Col. Espaço e Debate).
12. KOSEL, Salete & FILIZOLA, Roberto. didática da geografia: memórias da terra – o espaço vivido. São Paulo: FTD, 1996. (conteúdo e metodologia).
13. LACOSTE, Y. A Geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. 3 ed. Campinas (SP): Papirus, 1993.
14. MARICATO, E. Habitação e Cidade. 6 ed. São Paulo: Atual, 2002 (Col. Espaço e debate).
15. MARTINEZ, P. Reforma agrária: questão de terra ou de gente? 14 ed. São Paulo: Moderna, 1997.
16. MORAES, A.C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: Hucitec. 7 ed. 1987.
17. MOREIRA, R. O que é geografia.São Paulo: Brasiliense. 14 ed. 1994.
18. OLIVEIRA, A. U. Para onde vai o ensino da Geografia. São Paulo: Contexto. Coleção Repensando o Ensino. 1989.
19. OLIVEIRA, C. A. B. Processo de industrialização: do capitalismo originário ao atrasado. São Paulo: Unesp/Unicamp, 2002.
20. RUA, J. et. al. Para ensinar geografia. Rio de Janeiro: ACCESS Editora, 1993.
21. SANTOS, Milton. Por uma geografia nova. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, 1990.
22. SUZIGAN, W. Indústria brasileira: origem e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec/Unicamp, 2000 (Planejamento & Economia. Série Teses e pesquisa).



CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
Disciplina: HISTÓRIA DO BRASIL E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA.
CARGA HORÁRIA: 80H CRÉDITOS = 03
EMENTA:
Significado, importância, categorias e sujeitos da História. Montagem do sistema colonial no Brasil e Construção da Ordem. Fundamentos históricos do processo de formação do Brasil. As raízes das desigualdades e do preconceito na sociedade brasileira.Movimentos Sociais e Construção da Cidadania no Brasil. As culturas brasileiras: Identidades e Diversidades. Concepções metodológicas no ensino-pesquisa da História nas séries iniciais. O fazer histórico escolar de professores de Pré escolar à 4a. série.
BIBLIOGRAFIA
1. ABREU, M. & SOIHET, R. Ensino de História – conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
2. BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
3. CARONE, E. A República Velha (Instituições e Classes Sociais).São Paulo: Difel, 1970.
4. CARVALHO, J.M. Os Bestializados-O Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo, Companhia das Letras, 1987.
5. ------------------, Cidadania no Brasil, O longo Caminho. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2001.
6. FAUSTO, C. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.
7. FARIA, S.C.A Colônia Brasileira, Economia e Diversidade.São Paulo, Moderna, 1997.
8. FONSECA, S. G. Didática e Prática de Ensino de História – experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP, 2003.
9. FONTES, Edilza (org.). Contando a História do Pará, v. I : Da Conquista à sociedade da borracha (séculos XVI-XIX).Belém: E. Motion, 2002.
10. ________.Contando a História do Pará, v. III: Diálogos entre História e Antropologia. Belém: E. Motion, 2002.
11. FONSECA, S. G. Didática e Prática de Ensino de História – experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP, 2003.
12. D AMORIM., Eduardo. África, Essa Mãe Quase Desconhecida. Recife: Edições Horizonte, 1996
13. DIRETRIZES Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Cultura Africana. Brasília/DF: MEC, 2005.
14. FENELON, D.R. 50 Textos de História do Brasil.Editora Hucitec, São Paulo, 1990.
15. GORENDER, J. Combate nas Trevas: a esquerda brasileira-das ilusões perdidas à Luta Armada. São Paulo. Atica, 1987.
16. KARNAL, L. (org.). História na sala de aula - conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.
17. MAESTRI, M. Terra do \Brasil. A Conquista Lusitana e o Genocídio Tupinambá, Ed. Moderna.
18. MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional Versus Identidade Negra. Petrópolis: Ed. Vozes, 1999.
19. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: HISTÓRIA E GEOGRAFIA. Secretaria de Educação Fundamental, 2a ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
20. PINSKY, Jaime. Cidadania e Educação. S. Paulo: Contexto, 2003.
21. PORRO, A.Os Povos indígenas da Amazônia à chegada dos europeus.In: Hoornaert,Eduardo (org). História da Igreja na Amazônia.Petrópolis, RJ: Vozes, 1992.
22. REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil, Brasiliense, S. Paulo, 1987.
23. RODRIGUES, Venize. Aprender a Aprender História. Um Modelo Didático centrado na Investigação. Dissertação de Mestrado. Instituto Pedagógico Latino Americano e Caribenho.Universidade Felix Varela, Cuba, 2000.
24. __________, Aprender a Aprender História. Brochura de textos História. Curso Formação de Professores. Mimeo. 2004.
25. SADER, E. Quando novos personagens entraram em cena: experiência e luta dos trabalhadores da grande São Paulo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1998.
26. SALLES, Vicente. Memorial da Cabanagem:esboço do pensamento político revolucionário no Grão Pará. Belém: CEJUP, 1992.
27. SARGES, Maria de Nazaré. Belém: Riquezas produzindo a Bellke-Époque(1870-1912). Belém: Paka-Tatu, 2000.
28. SAUTCHUK J. Luta Armada no Brasil nos anos 60 e 70. São Paulo, Ed. Anita Garibaldi, 1996.
29. SEVCENKO,N.(org). História da Vida privada no Brasil República..São Paulo, Companhia das Letras, 1998.
30. SILVA, F.A. História do Brasil: Colônia, Império e República.São Paulo, Moderna, 1992.
31. SKIDMORE T.. Brasil, de Castelo a Tancredo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1988.
32. ----------------,Brasil, de Getulio Vargas a Castelo Branco(1930-1964), Rio de Janeiro. Saga, 1969.
33. SLENES, R..Na Senzala uma flor: As esperanças e as recordações na formação da família escrava, 1995.



































CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA, ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA
DISCIPLINA: ESTUDO DOS NÚMEROS E OPERAÇÕES MATEMÁTICAS
CARGA HORÁRIA : 80 H CRÉDITOS : 03
EMENTA:
Visão crítico-reflexiva da utilização da matemática tanto no contexto social como na solução de problemas práticos envolvendo números e operações.
BIBLIOGRAFIA
1. CENTURION, Marília. Números e operações. São Paulo: Scipione, 1995.
2. DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de Matemática. São Paulo: Ática, 1998.
3. MIGUEL, Antonio & MIORIM, Maria Ângela. O ensino de matemática no 1º grau. São Paulo: Atual, 1986.
4. JACUBO, Imenes. Frações e números decimais. São Paulo: Atual, 1990.
5. RAMOS, Luiza Faraco. Frações sem mistérios. São Paulo: Ática, 1990.

































CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA, ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À GEOMETRIA E AO ESTUDO DE FUNÇÕES
CARGA HORÁRIA : 80 H CRÉDITOS : 03
EMENTA:
A construção do conhecimento geométrico envolvendo as relações espaço-plano e plano-espaço, reconhecimento e caracterização das figuras geométricas. O estudo das funções polinomiais do 1º e 2º graus e suas múltiplas aplicações no cotidiano.

BIBLIOGRAFIA
1. CENTURION, Marília. Números e operações. São Paulo: Scipione, 1995.
2. DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de Matemática. São Paulo: Ática, 1998.
3. MIGUEL, Antonio & MIORIM, Maria Ângela. O ensino de matemática no 1º grau. São Paulo: Atual, 1986.
4. JACUBO, Imenes. Frações e números decimais. São Paulo: Atual, 1990.
5. RAMOS, Luiza Faraco. Frações sem mistérios. São Paulo: Ática, 1990.































CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA GEOGRAFIA DA AMAZÔNIA E SEU ENSINO
CARGA HORÁRIA: 80 H. CRÉDITOS = 03
EMENTA:
A disciplina Geografia da Amazônia e seu ensino está voltada para a discussão das transformações ocorridas no espaço amazônico a partir da segunda metade do século XX. Possibilitando a discussão de temas como: a mudança do padrão de ocupação da região, a implementação de políticas territoriais e a construção de novas territorialidades no espaço amazônico. A mesma permite a compreensão da relação estabelecida entre espaço e sociedade, assim como a discussão acerca do ensino da região amazônica ou o estudo do lugar nas séries iniciais do ensino fundamental.

BIBLIOGRAFIA:
1. ANDRADE, P. L. C. Território: categoria geográfica integradora de tempo e espaço. Anais do VI encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia – ANPEGE. Fortaleza, 28 a 30 de setembro de 2005. Disponível em CD-ROM.
2. BECKER, B. K. Amazônia. 3ª ed. São Paulo: Ática, 1994 (Série princípios).
3. COELHO, M. C.; CASTRO, E.; MATHIS, A.; HURTIENNE, T. (Orgs.). Estado e políticas públicas na Amazônia: gestão do desenvolvimento regional. Belém: Cejup: UFPA-NAEA, 2001
4. COSTA, W. M. O Estado e as políticas territoriais no Brasil. 3ª ed. São Paulo: Contexto,1991.
5. GONÇALVES, C. W. P. Amazônia, Amazônias. São Paulo: Contexto, 2001.
6. OLIVEIRA, A. U. Integrar para não entregar: políticas públicas e Amazônia. Campinas (SP): Papirus, 1998.
7. __________. Amazônia: monopólio, expropriação e conflitos. Campinas (SP): Papirus, 1987
8. PINTO, Lúcio Flávio. Carajás: o Ataque ao Coração da Amazônia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1993.
9. SOUZA, M. J. L. O Território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, I. E.; CORRÊA, R. L.; GOMES, P. C. C. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, p. 77-116.
10. TRINDADE Jr., S. C.; ROCHA, G. M. (org.). Cidade e Empresa na Amazônia. Belém: Paka-Tatu, 2002.










CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA : HISTÓRIA DA AMAZÔNIA E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA.
CARGA HORÁRIA : 80 H CRÉDITOS : 03
EMENTA: Amazônia e debates historiográficos. Significado, importância, categorias e sujeitos na História da Amazônia. Os povos da floresta na pré Amazônia. Invasão e invenção da Amazônia. Fundamentos sócio-histórico-culturais do processo de formação, colonização e expansão do espaço amazônico. Movimentos Sociais na Amazônia colonial, imperial e republicana. A Cultura Amazônica: Identidades e Diversidades e Memórias. Concepções metodológicas no ensino-pesquisa de História da Amazônia.O fazer pedagógico no ensino de História nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA
1. ABREU, M. & SOIHET, R. Ensino de História – conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.
2. ALVES FILHO, A. et al. Pontos de História da Amazônia. Volume I. Belém: Paka Tatu, 2001.
3. -----------------Pontos de História da Amazônia. Volume II. Belém: Paka Tatu, 1999.
4. BATES, H. W. Um Naturalista no Rio Amazonas. São Paulo: EDUSP/ Itatiaia, 1979.
5. BEZERRA NETO, J. M. Escravidão Negra no Grão-Pará – séculos XVII – XIX. Belém: Paka-Tatu, 2001.
6. DIRETRIZES Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico Raciais para o Ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Cultura Africana. Brasília/DF: MEC, 2005.
7. DONISETE, L. & GRUPIONI, L. D. B. (Orgs.). Índios no Brasil. 3 ed. .. São Paulo: Global; Brasília: MEC, 1998.
8. FAUSTO, C. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.
9. FONSECA, S. G. Didática e Prática de Ensino de História – experiências, reflexões e aprendizados. Campinas, SP, 2003.
10. FONTES, Edilza (org.). Contando a História do Pará, v. I : Da Conquista à sociedade da borracha (séculos XVI-XIX).Belém: E. Motion, 2002.
11. ________.Contando a História do Pará, v. III: Diálogos entre História e Antropologia. Belém: E. Motion, 2002FONTES, J. O. Contando a História do Pará.v. 1 e v. 2. Belém: E. Motion, 2002.
12. FONTELES, P. Araguaia: a Guerrilha Redescoberta. Belém: Grafisom, 1988.
13. IANNI, O. A Luta pela terra: História social da terra e da luta pela terra numa área da Amazônia. Petrópolis: Vozes, 1978.
14. KARNAL, L. (org.). História na sala de aula - conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003.
15. KOSHIBA, L. & PEREIRA, D. História do Brasil. São Paulo: Atual Editora, 1980.
16. MARTINS, A. L. República – um outro olhar. São Paulo: Contexto, 1989.
17. MAUÉS, R. H. Uma outra “invenção da Amazônia”: religiões, Histórias e Identidades. Belém: CEJUP, 1999.
18. MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a Mestiçagem no Brasil: Identidade Nacional Versus Identidade Negra. Petrópolis: Ed. Vozes, 1999.
19. NETO, M. O Dilema da Amazônia. Petrópolis: Vozes, 1978.
20. NETO, José Maia, Guzman, Décio de Alencar (orgs).Terra Matura: Historiografia e História Social da Amazônia. Belém: Paka-Tatu, 2002.
21. PARÁ, Secretaria de Estado de Educação. Estudos e Problemas Amazônicos: História Social e Econômica e Temas Especiais, 2a. ed..Belém: CEJUP, 1992.
22. PORRO, A. Os Povos indígenas da Amazônia à chegada dos europeus.In: Hoornaert,Eduardo (org). História da Igreja na Amazônia.Petrópolis, RJ: Vozes, 1992.
23. RODRIGUES, Venize. Aprender a Aprender História. Um Modelo Didático centrado na Investigação. Dissertação de Mestrado. Instituto Pedagógico Latino Americano e Caribenho.Universidade Felix Varela, Cuba, 2000.
24. __________, Aprender a Aprender História. Brochura de textos História. Curso Formação de Professores. Mimeo. 2004.
25. SARGES, M. N. Belém: Riquezas Produzindo a Belle-Époque (1870-1912). Belém: Paka-Tatu, 2000.
26. SILVA, A. L. & GRUPIONI, L. D. B. (Orgs.). A Temática Indígena na Sala de Aula – Novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. 2 ed. São Paulo: Global; Brasília: MEC: 1999.











































CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS = 03

EMENTA:

Conhecimento dos fundamentos filosóficos, históricos da educação especial, determinante culturais, econômicos, políticos e ideológicos do conceito de cidadania. A representação social dos diferentes. A abordagem sócio-antropológica no contexto da educação especial. Políticas educacionais de educação especial frente às mudanças paradigmáticas. Política educacional inclusiva. Identificação das necessidades e das potencialidades de educandos que apresenta necessidades educacionais especiais. A construção da escola inclusiva no estado do Pará.

I) BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

1. ABROMOVIC, Anete. A menina repetente. Campinas, São Paulo: PAPIRUS, 1995, Coleção Magistério Formação e trabalho pedagógico.
2. BRASCOVI. , Assis. Silvana Maria. Lazer e diferença neutra. O perfil da família e da escola: uma proposta de educação pelo e para o lazer. Campinas. São Paulo: PAPIRUS, 1997. Coleção Fazer e Lazer
3. DANIELE. Mary. Org/Vigotisk em: Pessupostos e desdobramento. Campinas. São Paulo: PAPIRUS, 1999.
4. GALVÃO, Izabel. Henry Wallon. Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Izabel Galvão. Petrópolis, Rio de Janeiro: VOZES, 1995.
5. GOULART, Íris Barbosa: Piaget experiências básicas para a utilização do professor. PETRÒPOLIS, VOZES, 1999.
6. GROOS, Ester Pillar. Didática do livro silábico, Rio de Janeiro: PAZ e TERRA, 1995.
7. KASSAR, Mônica de Carvalho Magalhães. Diferença múltipla e educação no Brasil: discurso e ciência na história dos sujeitos. Campinas. São Paulo: Autores Associados, 1999.
8. MILLER, Manoel B. Ninguém é perfeito. Tradução Lúcia Muller Reyly. Campinas. São Paulo: PAPIRUS, 1995. Coleção educação especial.
9. MONTOYA, Adrian Costa Dango. Piaget e a criança favelada: epistemologia genética diagnóstica e soluções. Petrópolis, Rio de Janeiro: VOZES, 1996.
10. MORAES, Antonio Manuel pamplona. Disturbio da Aprendizagem: uma abordagem psicopedagogica, São Paulo, 1997
11. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão construindo uma sociedade para todos, Rio de janeiro. UVA, 1997
12. VIGOTISKY, Lev Semenovich. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4ed. São Paulo. Martins Fontes, 1991.










CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE ARTES
DISCIPLINA: FORMAS DE EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO ARTÍSTICA
CARGA HORÁRIA: 80 H. CRÉDITOS = 03
Ementa:
Estudos das concepções teóricas / práticas que enfatizam a arte como forma de expressão e comunicação. Vivências e reflexões sobre o ensino / aprendizagem da arte na educação.


BIBLIOGRAFIA

1. ARGAN, Guilio C. Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo, cia das letras, 1993.
2. BARBOSA, Ana Mae (Org.) Arte / Educação contemporânea, consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
3. _______________. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempos. São Paulo / Porto Alegre. Perspectiva /Fundação Iochipe, 1961.
4. FERRAZ, Maria Heloisa C. de Toledo; FUSARI, Maria F. de Rezende E. Metodologia do Ensino de Arte. São Paulo: Cortez, 1993.
5. MAFESOLI, Michael. A contemplação do mundo. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1995.
6. MARTINS, Mirian Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, Maria Teresinha Telles. Didático do ensino da arte: a leitura do mundo: poetizar, fluir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
























CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: LINGUAGENS ESPECIAIS E COMUNICAÇÃO HUMANA.
CARGA HORÁRIA : 80H CRÉDITOS : 03
EMENTA:Compreensão dos processos lingüísticos da pessoa surda a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, como modalidade de língua que permite o aceno natural da linguagem. Características do letramento de crianças com déficits sensoriais. O sistema Braille para cegos. O desenvolvimento Científico e tecnológico dos sistemas de Comunicação para educandos com necessidades educacionais especiais: linguagem matemática, cibernéticas, recursos e instrumentos específicos no processo ensino – aprendizagem. A surdocegueira e os sistemas de comunicação tadoma, LIBRAS, na mão , BRAILLE, na mão leitura labial , Escrita na palma da mão, Escrita ampliada, Escrita Cursiva. Acessibilidade Física e Virtual.

BIBLIOGRAFIA.

1-LANE, Harlan. A Máscara da Benevolência: A Comunidade Surda Amordaçada. Lisboa: Instituto Piaget.

2-LARAMARA. Ler e Escrever em Braille. Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual ,1999.

3-MARTIN, Miguel Cardosa, JAUREGUI, Galhado e López, Maria Laira Salvador. Incapacidade Motora. Orientações para adaptar a Escola. Porto Alegre: Artmed, 2004.

4- MASINI, Elcie F.Salzano (org). Do Sentido Pelos Sentidos para o Sentido : Sentido das Pessoas com Deficiência Sensorial. Niterói : Velor , 2002.

5- _______O perceber e o relacionar-se do deficiente Visual. Brasília: CORDE, 1994.

6- QUEVEDO, Antonio A.F, Oliveira , José Raimundo de e MANTOAN, Maria Tereza Egler. Mobilidade, Comunicação e Educação: Desafio à sensibilidade. Campinas, WVA, 2000.

7- SANTOS, P.A.N. etal. As TICS como Ferramentas Potencializadoras para a inclusão: Um Desafio para a Sociedade. Tecendo Redes Afetivas / cognitivas. Rio de Janeiro: DPJA, 2005

8- SKLIAR (org) Actualidade de la Educación Bilíngüe para surdos: entre Pedagogia Lingüística. Porto Alegre, 1999.

9- Inclusão: Revista da Educação Especial / Secretaria de Educação Especial. V. 1, N 1 (out. 2005) - Brasília: Secretaria de Educação Especial , 2005.

10- PACHECO, José : EGGERTS DOTTIR, Rosa e MARINÓSSON, gretar L. Caminhos para a Inclusão: Um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre : Artmed, 2007.
11- OMOTE , Sadao. Inclusão: Intenção e Realidade: Marília: Fundepe, 2004.
CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS
DISCIPLINA: QUÍMICA E METODOLOGIA DO ENSINO DE QUÍMICA.
CARGA HORÁRIA: 80H CRÉDITOS : 03
EMENTA:
História da Química. A Química no Cotidiano. Química dos Materiais. A Química no Ensino Fundamental de Ciências. Ensino de Química e Cidadania. Química Ambiental. Química e Sociedade. Métodos e Técnicas do Ensino de Química.

BIBLIOGRAFIA:
1-CANTO, Eduardo L. Minérios, Minerais, Metais: De onde vem? Para onde vai? São Paulo: Moderna, 1996.
2-Chassot, Attico. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
3-Chrispino, Álvaro. O que é Química. São Paulo: Cortez, 1996.
4-Delizoicoy, D. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1990.
5-Mól, Gerson de S, et al. Química na Sociedade. Brasília: Universidade de Brasília, 1998.
6-Pontim, Arnaldo Joel e Massaro, Sérgio. O que é poluíção Química. São Paulo: Brasiliense, 1993.
7-Rodrigues, Luiz F. e Cavinatto, Maria V. Lixo: De onde vem? Para onde vai? São Paulo: Moderna, 1997.
8-Andréa Horta Machado. Aula de Química: Discurso e conhecimento. Ijuí: Editora Unijuí, 1999.
9-Roseli Pacheco Schnetzler e Rosália M. R. de Aragão.( Org.). Ensino de Ciências: Fundamentos e Abordagens. Campinas: R. Vieira Gráfica e Editora LTDA. 2000.
10-Carlos A. L. Filgueiras. Lavoisier: O Estabalecimento da Química Moderna. Série Imortais da Ciência. São Paulo: Odysseus Editora, 2002.
11-Edgar Morin. Ciência com Consciência. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
12-Attico Inácio Chassot. Catalisando Transformações na Educação. Ijuí: Editora Unijuí, 1993.
13-Alice Ribeiro Casimiro Lopes. Conhecimento Escolar: Ciência e Cotidiano> Rio de Janeiro: Eduerj, 1999.
14-Maria José P. M. de Almeida e Henrique César da Silva ( org). Linguagens, Leituras e Ensino de Ciências. Campinas: Mercado de Letras: Associação de Leitura do Brasil, 1998.
15-Paul Strathern. O Sonho de Mendeleiev: A verdadeira História da Química. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2002.
16-Ivone Mussa Esperidião e Olímpio Nóbrega. Os Metais e o Homem. São Paulo: Editora Ática, 2002.
17-Lilavete Izapovitz Romanelli e Rosália da Silva Justi. Aprendendo Química. Ijuí: Editora Unijuí, 1997.
18-Maria Amélia Caixeta de Castro Lima, Orlando Gomes de Aguiar Júnior e Selma Ambrosina de Moura Braga. Aprender Ciências: Um mundo de materiais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
19-Ana Maria Alfonso Goldfarb. Da Alquimia à Química. São Paulo: Nova Stella: Editora da Universidade de São Paulo,1987.
20-Mateus, Alfredo Luis. Química na Cabeça. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.
21-Hess, Sônia. Experimentos de Química com Materiais Domésticos. São Paulo: Moderna, 1997.
22-Chassot, Attico. A Ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 1994.
23-Chassot, Attico Inácio. Para quem é útil o ensino? Alternativas para um ensino (de Química) mais crítico. Canoas: Editora da Ulbra, 1995.
24-Gil-Pérez, Daniel e Anna Maria Pessoa de Carvalho. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações. São Paulo: Cortez, 1993.
25-Demétrio Delizoicov, José André Angotti e Marta Maria Pernambuco.Ensino de Ciências: fundamentos e métodos.

CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS
DISCIPLINA: FÍSICA E METODOLOGIA DE ENSINO DE FÍSICA
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS: 03
EMENTA: As origens da Física; Conceitos fundamentais e metodologias para o ensino da: Mecânica newtoniana, Mecânica dos fluidos, Mecânica ondulatória, Termodinâmica, Eletromagnetismo, Óptica, Conceitos fundamentais da Física Moderna.

BIBLIOGRAFIA

1. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). Física. São Paulo: Edusp, 2001, 3 v.
2. HEWITT, P. G. Física Conceitual. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
3. ZANETIC, João (Coord.). Física. São Paulo: Edusp, 2002, 3 v.
4. TIPLER P. A. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2000. 2 v.
5. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. 4 v. Física moderna experimental e aplicada. São Paulo: Livraria da Física, 2004.
6. JÚNIOR, Dulcídio Braz. Tópicos de Física moderna. São Paulo: Companhia da Escola, 2002.
7. TIPLER, Paul A. e LLEWELLYN, Ralph A. Física Moderna. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001.
8. CARUSO, Francisco e OGURI, Vítor. Física Moderna: origens clássicas e fundamentos quânticos. São Paulo: Elesevier, 2006.
9. OLIVEIRA, Ivan S. Física Moderna para iniciados, interessados e aficionados. São Paulo: Livraria da Física, 2005. 2 v.
10. BORN, Max et al. Problemas de Física Moderna. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1990.
11. JÚNIOR, Osvaldo Pessoa. Conceitos de Física Quântica. 3. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2006. 2 v.

















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE CIENCIAS NATURAIS
DISCIPLINA: BIOLOGIA E METODOLOGIA DO ENSINO DE BIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS: 03
EMENTA: As tendências teórico-metodológicas no ensino de Biologia. Conteúdos de Biologia para o ensino nas séries iniciais. Metodologias e recursos didáticos para o ensino de Biologia na Educação Infantil e Ensino Fundamental.

BIBLIOGRAFIA:
1. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnologia/MEC. 1999.
2. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: ensino fundamental. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental/MEC. 1998.
3. CUNHA, M. I. O Bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1995. (Magistério:formação e trabalho pedagógico).
4. CURTIS, H. Biologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1977.
5. FAZENDA I. C. (Org.). Práticas interdisciplinares na escola. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1993.
6. HICKMAN, C.P. et al. Princípios Integrados de Zoologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
7. PURVES, W.K. Vida, a Ciência da Biologia. (Vols. 1 a 3). Porto Alegre: Artmed, 2005.
8. PRETTO, N. de L. A ciência nos livros didáticos. São Paulo: Unicamp/CED.1986.
9. CAPELETTO, A .Biologia e Educação Ambiental: Roteiros de Trabalho. São Paulo, Ática, 1992.
10. CAPRA, F. A Teia da Vida. São Paulo: Ed. Cultrix, 1996.
11. CASONATO, O.J. Tendências atuais do Construtivismo no Ensino de Ciências. In: Revista USP/3ª Escola de Verão para professores de Prática de Ensino de Física, Química e Biologia. Coletânia. São Paulo: USP,1995.
12. CHASSOT, Attico. Ensino de Ciências no começo da Segunda metade do século da tecnologia. In: LOPES, Alice; MACEDO, Elizabeth (ORG.). Currículo de Ciências em debate. Campinas, SP: Ed. Papirus, 2004.
13. DELIZOICOY, Demetrio; ANGOTI, José; PERNAMBUCO, Marta. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
14. KRASILCHIK, Myriam et al. A Biologia e o Homem. São Paulo: Edusp, 2001.
15. KRASILCHIK, M Prática de Ensino de Biologia. São Paulo: Harba, 1995.
16. KRASILCHIK, M. O Professor e o Currículo de Ciências. São Paulo: EDUSP, 1987.
17. LEFF, E. Epistemologia Ambiental. São Paulo: Cortez, 2001.
18. LOPES, Sônia. Bio.3 volumes. São Paulo: Saraiva, 2002.
19. MATURANA, H.e VARELA, F. A Árvore do conhecimento. Campinas/São Paulo;: Dsy, 1995.
20. MAYR, E. A Evolução do Pensamento Biológico. Brasília: Ed.Da UnB, 1998.
21. WEISSMANN, Hilda. Et al. Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
22. REIGOTA, M. Meio Ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 1998.
23. ____________ (org.) Verde cotidiano – O ambiente em discussão. Rio de Janeiro: DPA, 2001.
24. PENTEADO, H. D. Meio Ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez. 1998
25. PEDRINI, A G. (Org.) Educação Ambiental: reflexões e práticas. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
26. WEISSMAN, H. (org.) Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: ArtMed. 1998.



CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS : 03

EMENTA:
Contexto histórico do Planejamento e Avaliação Educacional no Brasil. Possibilidades e limites do Planejamento e Avaliação Educacional. Plano de Ação Estratégico. Projeto Pedagógico da escola: ação sócio – político. Planejamento Educacional nas Organizações.

II) BIBLIOGRAFIA:
1. AZEVEDO, José Clovis de. Escola cidadã: Desafios, diálogos e travessias. Petrópolis: Vozes, 2000.
2. BELLONI, Isaura. Metodologia de avaliação em políticas públicas: uma experiência em educação profissional. São Paulo: Cortez, 2000.
3. BORDENAVE, Juan E. Diaz. O que é participação. 8. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
4. Dálmas, Ângelo. Planejamento Participativo na escola: elaboração, acompanhamento e avaliação. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994;
5. FALCÃO FILHO, José Leão M. A qualidade na escola. XVIII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO, 1997, Porto Alegre: ANPAE, 1997.
6. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: Na educação e em outras instituições, grupos e movimentos do campo cultural, social, político, religioso e governamental. Petrópolis: Vozes, 1994.
7. JOHNSON, Spencer. Quem mexeu no meu queijo? Rio de Janeiro: Record, 2002.
8. KUENZER, Acácia Zeneida. Planejamento e Educação no Brasil. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 1999.
9. LÜCK, Heloisa [et al.]. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 5. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
10. LÜCK, Heloisa. Ação Integrada – Administração, Supervisão e Orientação Educacional. 19ª ed. Petrópolis: Vozes, 1981.
11. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento dialógico: Como construir o Projeto Político-Pedagógico da escola. São Paulo: Cortez, 2001.
12. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000
13. Planejamento Participativo. Universidade Federal da Bahia, p. 27-36 , 1997.
14. PUIG, Josep M. et al. Democracia e participação escolar: Proposta de atividades. São Paulo: Moderna, 2000.
15. SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafios à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2001.
16. VIANNA, Heraldo Marelim. Avaliação: considerações teóricas e posicionamentos. Estudos em avaliação educacional, n. 16, jul. /dez., 1997.
17. XAVIER, Antônio Carlos da Ressurreição; AMARAL SOBRINHO, José; MARRA, Fátima. Gestão escolar: Desafios e tendências. Brasília: IPEA, 1994.








CURSO DE PEDAGOGIA/ 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS = 03

EMENTA:
Estudos e complexidade inerentes a língua de sinais; datilologia; sinais soletrados, sinais classificados , formas variantes dos sinais; , aspectos quirológicos da LIBRAS;estrutura frasal em libras, morfologia, cultura surda;ponto de encontro, hábitos comportamentais; a língua de sinais no contexto da escola inclusiva no Pará; o professor surdo e sua relação com o professor ouvinte.

BIBLIOGRAFIA
1. BERNARDINO, Elidéia. Absurdo ou Lógica? Os surdos e sua produção lingüística. Belo Horizonte. Profetizando a Vida. 2000.
2. COUTINHO, Denise. LIBRAS e Língua Portuguesa: semelhança e diferença. Paraíba. Idéia. 1996
3. FERREIRA, Lucinda Brito. Por uma gramática de língua de sinais. R. de Janeiro. Tempo Brasileiro. 1995.
4. REILY, Lúcia. Escola Inclusiva.:linguagem e mediação. Campinas. Papirus. 2004
5. SKLIAR, Carlos (org). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre. Mediações. 1995.
























CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
CARGA HORÁRIA : 80 H CRÉDITOS : 03

Ementa: A disciplina visa analisar os pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa na educação de pessoas jovens e adultas, realizando estudos sobre abordagens epistemológicas e experiências de pesquisas e viabilizando a construção de projetos de pesquisa nesta área de conhecimento.

Bibliografia
1. ANDRÉ, Marli. Etnografia da prática escolar. São Paulo: Campinas: Papirus, 1995.
2. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho do educador. São Paulo: Cortez, 2003.
3. _____ Educação Popular na escola cidadã. Petrópolis-RJ: Vozes, 2002.
4. _____ Pesquisa Participante. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.
5. COSTA, Marisa (Org). Caminhos Investigativos: novos olhares na pesquisa em educação. 2ed. Rio de Janeiro; DP&A, 2002.
6. _____ Caminhos Investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. Rio de Janeiro; DP&A, 2002.
7. GONSALVES, Elisa. Da ciência e de outros saberes: trilhas da investigação científica na pós-modernidade. Campinas-SP: Alínea, 2004.
8. LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
9. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de (Org.) Cartografias ribeirinhas: saberes e representações sobre práticas sociais cotidianas de alfabetizandos amazônidas. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2004.
10. ____ XAVIER, Mário. Palavra-ação: em educação de jovens e adultos. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2002
11. PIMENTEL, Maria Olinda (Org.) A escola em movimento. Belém-Pará: EDUFPA, 2005.
12. RIBEIRO, Vera et al. Metodologia da alfabetização: pesquisas em educação de jovens e adultos. Campinas-SP: Papirus; São Paulo: CEDI, 1992.
13. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 4 ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1988.

















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIENCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: PESQUISA EDUCACIONAL
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS: 03
EMENTA:
A Pesquisa em Educação, abordagens qualitativas e quantitativas; os enfoques da investigação cientifica da educação; os tipos de pesquisa; as formas de coleta e análise de dados; O projeto de pesquisa e características de sua elaboração.

BIBLIOGRAFIA :
1. ALVES-MAZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método nas Ciências Naturais e Sociais: Pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2000.203p.
2. ANDERY, M. A. et al. Para Compreender a Ciência. 4a ed. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo/EDUC, 1992 (Introdução e cap. 22).
3. ANDRÉ, Marli e LUDKE, Menga. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. 99p.
4. ANDRÉ, Marli. Etnografia da Prática Escolar.Campinas, SP: 1995. 130p.
5. CARDOSO, Ruth. A AVENTURA ATROPOLÓGICA: teoria e pesquisa. 2.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1988. 156 p.
6. CARVALHO, M. Cecília M. (org.) Construindo o Saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 4a ed. Campinas, SP: Papirus, 1994.
7. CHALMERS, Alan F. O que é Ciência afinal?. São Paulo: Brasiliense, 1999.
8. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 3a ed. São Paulo: Cortez, 1998,164p.
9. FAZENDA, Ivani (Org.). Metodologia da Pesquisa Educacional. 3a ed. São Paulo: Cortez, 1994. 143p.
10. GIL, Antônio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1994.
11. HAGUETTE, Tereza M. Metodologias Qualitativas na Sociologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987. 163p.
12. JAPIASSU, Hilton. A Pedagogia da Incerteza: e outros estudos. Rio de Janeiro: Imago, 1983. 171p.
13. LAKATOS, Eva. M. e MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 3a ed. São Paulo: Atlas, 1993, 270p.
14. MANUAL DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS, CIENTÍFICOS E CULTURAIS. 5a ed. rev. e ampl. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000 (coordenação Elisabeth S. de Sá).
15. MINAYO, Maria C. de S. (Org.) et al. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. 6ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996, 80p.
16. PÁDUA, Elizabete M. Marchesini. Metodologia da Pesquisa: abordagem teórico-prática. 6a ed. Campinas, SP: Papirus, 2000,120p.
17. RICHARDSON, Roberto J. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1999, 334p.
18. SÁNCHES GAMBOA, Silvio.Fundamentos para Investigación Educativa: presupuestos epistemológicos que orientan al investigador. Santa Fé de Bogotá: Cooperativa Editorial Magistério, 1998. 138p.
19. SANTOS, Boaventura de S. Um Discurso sobre as Ciências. 10ª edição. Porto, Portugal: Afrontamento, 1998.
20. TEIXEIRA, Elizabeth. As Três Metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Belém: Cejup, 1999,
21. TRIVIÑOS, Augusto N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.


CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE GESTÃO EDUCACIONAL
CARGA HORÁRIA: 100 H CRÉDITOS: 04
EMENTA:
Definição de responsabilidade da educação escolar na atualidade, bem como o processo histórico-social em que isto se dá. Análise dos principais paradigmas que tem caracterizado as organizações sociais e seu funcionamento. Análise das funções que levam a efeito a gestão de organizações educacionais: seu planejamento, sem perder de vista a necessidade de orçamentos bem adequados à realidade vivenciada; a definição de sua estrutura e funcionamento; sua condução, sobretudo no sentido do desenvolvimento de um processo educacional democrático; seu financiamento e agências financiadoras.

BIBLIOGRAFIA:
1. ALVES, José Matias. Organização, gestão e projeto educativo. Lisboa-Portugal: ASAM, 1995.
2. ANDRADE, Dalila & ROSAR, Maria de Fátima Política e Gestão da Educação. São Paulo: Autêntica, 2000.
3. BASTOS, João Batista (Org.) Gestão Democrática. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
4. CARAPETO, Naura Syria Carapeto. Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. Campinas/São Paulo: PAPIRUS, 1994.
5. COSTA, Vera Lúcia C. Descentralização da Educação: novas formas de coordenação e financiamento. São Paulo: CORTEZ, 1999.
6. ETZIONI, Anitari. Organizações complexas. São Paulo: Atlas, 1981.
7. FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Gestão Democrática da Educação. São Paulo: CORTEZ,1998
8. HORA, Dinair Leal da. Gestão Democrática na Escola. Campinas/SP: PAPIRUS, 1994.
9. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola. Goiânia: ALTERNATIVA, 2001.
10. ___________OLIVEIRA, João Ferreira de & TOSHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: CORTEZ, 2003.
11. LIMA, Licínio C. Organização Escolar e Democracia Radical: Paulo Freira e a governação democrática da escola pública. São Paulo: Cortez, 2000.
12. PARO, Vitor Henrique.Por dentro da Escola Pública. São Paulo: Xamã, 1996.
13. SILVA, Ezequiel Teodora da. Magistério e Mediocridade. São Paulo: CORTEZ, 2001.
14. SILVA, Jair Militão da. A autonomia da escola pública. Campinas: PAPIRUS, 1996
15. TACHIZAWA, Takeshi & BERNARDES, Rui Otávio. Gestão de Instituições de Ensino. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2001.














CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS : 03
EMENTA:
Analise da Política Educacional Brasileira tendo como base a legislação do ensino, as políticas púbicas e o contexto nacional e internacional: os pressupostos históricos da educação brasileira; a organização de sistemas de educação e ensino; estrutura e funcionamento da educação básica; o financiamento da educação; a formação dos profissionais na educação: Impasses e perspectivas da educação atual.

BIBLIOGRAFIA:
1. ALVES, Nilda & VILLARD, Raquel (org.). Múltiplas Leituras da nova LDB. Rio de Janeiro: Dunya, 1997.
2. ALVES, Nilda. Formação de Professores: pensar e fazer. São Paulo/SP: Cortes, 1999.
3. ARROYO, Miguel G. A Formação, direito dos profissionais da educação. In FAE/IRHJP. Política de Capacitação dos profissionais da Educação. Belo Horizonte/MG: IRHJP/Divisão de Produção de Materiais, 1989.
4. BARROS, Roque Spencer Maciel de (org.). Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. São Paulo: Pioneira, 1998.
5. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Plano Decenal de Educação para Todos. Brasília/DF: MEC/SEF, 1993.
6. ________________. Introdução aos Parâmetros Curriculares. Brasília/DF: MEC/SEF, 1997.
7. BRITO, Ana Rosa Peixoto. LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
8. _______________. LDB: da “consolidação” possível à lei proclamada. Belém/PA: Grafitte, 1997.
9. BRZEZINSKI, Iria (org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo/SP: Cortez, 1998.
10. DAVIES, Nicholas. O FUNDEF e o orçamento da Educação: desvendando a caixa preta. Campinas, SP: Autores Associados, 1999. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, v.64)
11. DEMO, Pedro. A Nova LDB: ranços e avanços. São Paulo/SP: Papirus, 1997.
12. GATTI, Bernadete. Formação de Professores e Carreira: Problemas e Movimentos de Renovação. Campinas/SP: Autores Associados, 2000. (Coleção Formação de Professores)
13. MAAR, Wolfgang Leo. O que é política. São Paulo/SP: Brasiliense, 1986.
14. MELO, Guiomar Namo de. Política Educacional: um início de conversa. In: _____. Educação Escolar: paixão, pensamento e prática. São Paulo/SP: Cortez, 1986.
15. ______________. Políticas Públicas de Educação Básica no Brasil: acertos e erros dos últimos 15 anos. In: LINDINGER, Marília Miranda coord. Políticas Públicas de Qualidade na Educação Básica. Brasília/DF: CONSED/UNICEF, 1996 (Série Seminários)
16. MONVELADE, João. Educação Pública no Brasil: contos e descontos. Ceilândia, DF: Idéia Editora,1997.
17. ______________. FUNDEF: seus pecados capitais. Ceilândia, DF: Idéia Editora, 1997.
18. PARO, Vítor H. A Estrutura Administrativa da Escola. In: Secretaria Municipal de Belém. A Gestão Democrática no Projeto Político-Pedagógico da Escola Cabana. Belém/PA: PMB/ SEMEC, 2000.
19. PILETTI, Nelson. Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental. São Paulo/SP: Ática, 1999.
20. RODRIGUES, Neidson. Por uma Nova Escola: o transitório e o permanente na educação. São Paulo/SP: Cortez, 1991.
21. SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação Escolar Brasileira: estrutura, administração, legislação. São Paulo: Pioneira, 1999.
22. SAVIANI, Dermeval. A nova Lei da Educação: LDB, trajetória, limites e perspectivas. São Paulo, SP: Autores Associados, 1997.
23. _____________. Da nova LDB ao Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. Campinas, SP: Autores Associados, 1998.
24. ____________. Política e Educação no Brasil: o papel do congresso nacional na legislação do ensino. Campinas/SP: Autores Associados, 1999. (INTRODUÇÃO)
25. ____________. Educação Brasileira: estrutura e Sistema. Campinas/SP: Autores Associados, 2000.
26. TOMMASI, Lívia de & WARDE, Mirian Jorge e HADDAD, Sérgio (org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. São Paulo, SP: Cortez, 1996.











































CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
DISCIPLINA: TEORIA DO CURRICULO E DIVERSIDADE CULTURAL
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS : 03
EMENTA:
Conceito de Currículo, teorias do currículo. Ideologia e Currículo. Das teorias tradicionais às teorias criticas. As teorias pós-criticas. Questões atuais do currículo.
Investigar a política do conhecimento oficial. As tendências e os paradigmas recentes do currículo da educação básica no Brasil. Analisar a proposta de reorientação curricular para a educação básica.

BIBLIOGRAFIA:

1. APPLE, Micael W. conhecimento Oficial. A educação democrática numa era conservadora. Petrópolis: Vozes 1997.
2. BARRETO, Elba Siqueira de Sá. (org). Os currículos de ensino fundamental para as escolas brasileiras. Campinas: Autores Associados, 1998.
3. COLL, Cézar. Psicologia e Currículo – Uma aproximação psicopedagógica à elaboração do currículo. São Paulo: Àtica, 2001.
4. MOREIRA, Antonio Flavio; TADEU, Tomás da Silva. Currículo, Cultura e Sociedade. São Paulo: Cortez, 2000.
5. ______________. Currículos e programas no Brasil. São Paulo: Papirus, 2000.
6. SILVA, Tomás Tadeu da. Documentos de identidade. Uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte. Autentica, 1999.
7. VIANNA, Ilca Oliveira de Almeida. Planejamento Participativo na Escola: Um desafio do Educador. São Paulo: EPU, 1986.



















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO EDUCACIONAL
CARGA HORÁRIA : 100H CRÉDITOS : 04
EMENTA: Análise dos projetos de atuação nas áreas de administração, orientação e supervisão educacional e educação especial. Diagnóstico dos princípios que norteiam o planejamento escolar. O papel da pesquisa; interdisciplinaridade e relação teoria e prática no âmbito da escola.

BIBLIOGRAFIA:

1. BRANDÃO, Carlos Rodrigues(org). O Educador: Vida e Morte. 10 ed. Rio de Janeiro: Graal, 1992.

2. CALAZANS, M. Julieta C. Planejamento e Educação no Brasil. São Paulo: Cortez, 1990.
3. CATÂO, Francisco. A Educação no Mundo Pluralista. São Paulo: Paulinas, 1993.
4. DAYRELL, Juarez(org). Múltiplos Olhares Sobre Educação Cultural. Belo Horizonte: UFMG, 1996.
5. DROVIN, Anne Marie. A Pedagogia. 50 palavras. São Paulo:Unimarco, 1995.
6. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 18 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terram, 1988.
7. FREIRE, Paulo. PEDAGOGIA DA ESPERANÇA: Um encontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

8. GARCIA, Regina Leite (org). ORIENTADOR EDUCACIONA. O trabalho na Escola: São Paulo: Loyola, 1990.
9. GADOTTI, Moacir (org). Diálogo e Conflito. 3 ed. São Paulo: Cortez. Autores associados, 1989.
10. GHIRALDELLI, Paulo Jr. O que é Pedagogia? São Paulo. Brasiliense, 1989.
11. LIBÂNEO, José Carlos. DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA. A Pedagogia Critico-Social dos Conteúdos. Coleção Educar. 9 ed . São Paulo: Loyola, 1990.
12. MARTINS, Maria Anita. O Professor como Agente Político. São Paulo: Loyola, 1997.
13. PIMENTA, Selma. Garrido. O Estagio na Formação de Professores. Unidade Teoria e Prática? 2 ed. São Paulo: Cortez, 1995.
14. PIMENTA, Selma. Garrido. O pedagogo na Escola Publica. São Paulo: Loyola, 1991.
RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1994.
15. SANTOS, Oder José dos. Pedagogia dos Conflitos Sociais.Campinas, SP: Papirus, 1992.
16. SARTRE, Jean Paul. Em Defesa dos Intelectuais. São Paulo: Ática, 1994.
17. SENA, Maria das Graças. Orientador Educacional no Cotidiano das primeiras Séries do 1º grau. São Paulo: Loyola, 1989.












CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO EM INSTITUIÇÕES NÃO ESCOLARES E AMBIENTES POPULARES
CARGA HORÁRIA : 80H CRÉDITOS : 03
Ementa:
Esta disciplina objetiva desenvolver estudos teórico-práticos sobre a educação de jovens e adultos em diferentes ambientes educativos: instituições escolares e não-escolares, entre os quais os ambientes hospitalares, os espaços de acolhimento de idosos e ambientes comunitários e movimentos populares. Buscar-se-á identificar nesses espaços as especificidades educacionais de pessoas jovens, adultas e idosas, tendo como referência teórica e metodológica a educação popular.

Bibliografia

1. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação popular na escola cidadã. Rio de Janeiro: Petrópolis: Vozes, 2002.
2. BRUNEL, Carmen. Jovens cada vez mais jovens na educação de jovens e adultos. Porto Alegre: Mediação, 2004.
3. FREIRE, Paulo. Educação na cidade. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1995.
4. ______Política e educação. São Paulo: Cortez, 1993.
5. ______; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
6. GRACIANI, Maria Stela S. Pedagogia Social de rua. 4ed. São Paulo: Cortez, 2001.
7. GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal e cultura política. 2ed. São Paulo: Cortez, 2001.
8. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de. Princípios pedagógicos na educação de jovens e adultos. Revista da Alfabetização Solidária. Vol 4. Nº 4. São Paulo: UNIMARCO, 2004
9. ______ (Org). Caderno de Atividades Pedagógicas em Educação Popular: pesquisas e práticas educativas de inclusão social. Nº 1. Belém-Pará: NEP-CCSE-UEPA, 2004.
10. _____ (Org.) Cartografias ribeirinhas: saberes e representações sobre práticas sociais cotidianas de alfabetizandos amazônidas. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2004.
11. _____ Leituras Freireanas sobre educação. São Paulo: UNESP, 2003.
12. _____; XAVIER, Mário Brasil (Orgs). Palavra-ação em educação de jovens e adultos. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2002.
13. OLIVEIRA, Walter. Educação social de rua: as bases políticas e pedagógicas para uma educação popular. Porto Alegre: ArtMed, 2004.
14. PEY, Maria Orly (Org.) Recordando Paulo Freire: experiências de educação libertadora na escola. Rio de Janeiro: Achiamé, 2002.
15. SCALABRIN, Rosemeri; CORDEIRO, Georgina. Educação cidadã: a experiência do PRONERA na Transamazônica. Belém-Pará: Nossa Gráfica, 2005.












CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM INSTITUIÇÕES NÃO ESCOLARES E AMBIENTES POPULARES
CARGA HORÁRIA : 80H CRÉDITOS : 03
EMENTA: Elaboração do projeto pedagógico para a escola. Papel do Pedagogo na educação não formal; empresa, órgãos de saúde e outros. Elaboração execução do projeto de pesquisa acerca das variáveis presentes, na atuação do pedagogo.

BIBLIOGRAFIA:

1. BELLONI. Isaura. Função da Universidade: notas para a reflexão. IN ZAIA, Brandão & WARDE, Mirian J. et at. Universidade e Educação. Campinas, SP: Papirus: CEDES : ANDE: ANPED, 1992 , p. 71 – 78
2. ABRAMOWICZ,Anete e MOLL, Jaqueline (Org). Para além do fracasso escolar. Campinas: Papirus,1997.
3. ADORNO,Theodor W. Educação e Emancipação . São Paulo: Paz e terra, 1995.
4. AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação Educacional: regulação e emancipação . São Paulo: Cortez,2000.
5. ALVES, Nilda ( ORG). O Sentido da Escola. Rio de Janeiro : DP& A, 1999.
6. APPLE, Micael e BEANE, James ( orgs). Escola Democráticas. São Paulo: Cortez, 1997.
7. ARROYO, Miguel G. Oficio de Mestre: imagens e auto- imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.
8. AZEVEDO, José Clóvis (org). Utopia e Democracia na Educação Cidadã.
9. BARROSO, João ( Orgs). O Estudo da Escola. Porto – Portugal: Porto, 1996.
10. BARROSO, João e PINHAL, João. A Administração da Educação: os caminhos da descentralização. Lisboa: Colibri, 1996.
11. BASTOS, João Baptista (Org). Gestão Democrática. Rio de Janeiro:DP& A 2000.
12. BELLONI, Isaura (Org). Metodologia de Avaliação em Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, 2000/CATANI, Afrânio e OLIVEIRA, Romualdo p. (Orgs). Reformas Educacional em Portugal e no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
13. BEMAN,L. novas prioridades para o currículo. Porto Alegre, Globo, 1979.
14. CHALE, Chistophe & VERGER jacques. História das Universidades. São Paulo:
15. CORTELLA, Mário Sergio. A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. São Paulo: Cortez/ Instituto Paulo Freire, 1998.
16. COSTA, Marisa Vorraber (Org). Escola Básica na Virada do Século: Cultura, Política e Currículo. São Paulo: Cortez, 1996.
17. DAYRELL, Juarez (Org). Múltiplos olhares sobre Educação e Cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1996.
18. HÚHNE, Leda M. (ORG). Pesquisa Social : teoria, método e criatividade. 10 ed. Petropólis, RJ :vozes, 1994
19. MOREIRA A. F.B & GARCIA, R.L. Currículo e construção do conhecimento. Campinas: Papirus, 1992 ( Coleção Escola Básica)
20. PÁDUA, Elizabete M. Marchesini. Metodologia da Pesquisa: abordagem teórico – prática . 3 ed. Campinas, SP: Papirus, 1996
21. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica Petropólis, RJ:Vozes, 1998
22. VERA, Asti. Metodologia da Pesquisa Cientifica. Porto Alegre: Globo, 1974.
23. BALZANNC &SOBRINHO. J D (orgs.) Avaliação Institucional: Teoria e experiências. São Paulo: Cortez,1995.





CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC I
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS : 03

EMENTA:
Fundamentação específica da temática escolhida. Construção do objeto da pesquisa. Método, técnica. Problematização e percepção da realidade. Pesquisa bibliográfica. Pesquisa exploratória sobre a temática. Fichamento: Resumos e Resenhas. Elaboração do Projeto de Pesquisa.

BIBLIOGRAFIA
1. CHIZZOTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo; Cortez, 1994.
2. ECO,V. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1989.
3. FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico. 13 edição.Porto Alegre. Dáctilo-Plus. 2004.
4. GALLIANO, A. G. O método Científico: teoria e prática. São Paulo. HARBRA. 1995.
5. GIL, Antonio C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: ATLAS, 1999.
6. LAKATOS,E. V. MARCONI, M. de ª Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000.
7. SANTOS,Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de janeiro: DP&A, 2000.
8. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2000.
9. TEIXEIRA, Elizabeth. As três Metodologias. Acadêmica, da Ciência e da Pesquisa. 4 ed. Belém PA. Unama 2001.
10. TRALDI, Maria Cristina; DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. 3 ed. Campinas: Alínea, 2001.


















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
CARGA HORÁRIA : 200H CRÉDITOS : 06
EMENTA: Práticas reflexivas sobre a organização da educação infantil.Estabelecimento de relações teórico-prático em ambientes infantis através de projetos didáticos . Inserção em atividades de observação e regência de classe envolvendo as áreas de conhecimento referente ao currículo do ensino infantil.

BIBLIOGRAFIA:

1. BRASIL. Secretaria de Educação Infantil. Referências Nacionais para Educação Infantil.Brasília: MEC.
2. CUNHA, Izabel da. O bom professor e sua prática. 5ª ed. Campinas – SP Papirus, 1995.(Magistério: formação e trabalho pedagógico)
3. NÓVOA. Antônio (coord) Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995.
4. PAGANELLI. T. Para a construção do espaço geográfico na criança. RevistaTerra Livre. São Paulo: Marco Zerro, 1987.
5. PIMENTEL, Maria da G. O professor em construção. Campinas- sp: Papirus, 1993 .(Magistério: formação e trabalho pedagógico).
6. PRETO, Nelson De L. A ciência nos livros didáticos. Campinas-sp: Ed. Unicamp; Salvador: UFBa, 1985.
7. SANTO, Maria E. V. M.Área escola/escola: desafios interdisciplinares. Lisboa: Livros orizonte, 1994 (Coleção Biblioteca do Educador).
8. SILVA, Terezinha M. N. A construção do currículo na sala de aula: O professor como psquisador.São Paulo: EPU, 1990. (Temas básicos de educaçãoe ensino)





















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL
CARGA HORÁRIA : 200H CRÉDITOS : 06
EMENTA: Diretrizes legais para a realização do estágio supervisionado. Diagnóstico da realidade educacional através de observação e participação no conjunto das ações pedagógicas realizadas na comunidade escolar delineadas no projeto pedagógico.Elaboração do projeto- ação. Orientação, planejamento e regência de classe. envolvendo as áreas de conhecimento referente ao currículo dos anos iniciais do ensino fundamental.

BIBLIOGRAFIA:

1. BRASIL. Secretaria de Educação Infantil. Referências Nacionais para Educação Infantil.Brasília: MEC.
2. CUNHA, Izabel da. O bom professor e sua prática. 5ª ed. Campinas – SP Papirus, 1995.(Magistério: formação e trabalho pedagógico).
3. GERALDI, JW. O texto na sala de aula: leitura e produção. Paraná: Educativa Assoeste, 1984.
4. MOREIRA, M A. Ensino aprendizagem: enfoques teóricos. 3 ed. São Paulo: Moraes. s/d.
5. NÓVOA. Antônio (coord) Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995.
6. PIMENTEL, Maria da G. O professor em construção. Campinas- sp: Papirus, 1993 .(Magistério: formação e trabalho pedagógico).
7. PRETO, Nelson De L. A ciência nos livros didáticos. Campinas-sp: Ed. Unicamp; Salvador: UFBa, 1985.
8. SANTO, Maria E. V. M.Área escola/escola: desafios interdisciplinares. Lisboa: Livros orizonte, 1994 (Coleção Biblioteca do Educador).
9. SILVA, Terezinha M. N. Aconstrução do currículo na sala de aula: O professor como psquisador.São Paulo: EPU, 1990. (Temas básicos de educaçãoe ensino)



















CURSO DE PEDAGOGIA / 2007
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC II
CARGA HORÁRIA: 80 H CRÉDITOS : 03

EMENTA:
Pesquisa de campo. Sistematização e análise dos dados pesquisados. Elaboração do relatório final e Monografia.

BIBLIOGRAFIA
1. CHIZZOTI, Antonio. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo; Cortez, 1994.
2. ECO,V. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1989
3. FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico. 13 edição.Porto Alegre. Dáctilo-Plus. 2004
4. GALLIANO, A. G. O método Científico: teoria e prática. São Paulo. HARBRA. 1995
5. GIL, Antonio C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: ATLAS, 1999.
6. LAKATOS, E. V. MARCONI, M. de ª Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2000.
7. SANTOS,Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de janeiro:DP&A, 2000.
8. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2000.
9. TEIXEIRA,Elizabeth. As três Metodologias. Acadêmica, da Ciência e da Pesquisa. 4 ed. Belém PA. Unama 2001.
10. TRALDI, Maria Cristina; DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. 3 ed. Campinas: Alínea, 2001.




















EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS

NÚCLEO: EDUCAÇÃO INFANTIL E FUNDAMENTAL

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE ARTES
Disciplina: MUSICALIZAÇÃO (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80 HS. CRÉDITOS 03

Ementa: A música como fator educativo, sensibilização, estético-musical. Recursos musicais no processo de ensino-aprendizagem: métodos, técnicas e materiais.

BIBLIOGRAFIA:
1. BEYER, Ester (organizadora). Idéias para a Educação Musical: Porto Alegre. Mediação, 1999.
2. BOTELHO, Suzy Piedade Chagas. Educação Musical: primeiro grau. São Paulo: Ática, 1982.
3. HOWARD, Walter. A Música e a Criança. São Paulo: Summus, 1984.
4. JEANDOT, Nicole. Explorando o Universo da Música. São Paulo: Scipione, 1990.
5. MASSIN, Jean. História da música Ocidental. Rio de janeiro: nova Fronteira, 1997.
6. PENNA, Maura. Avaliações e buscas em Musicalização. São Paulo: Loyola, 1990.
7. PIMENTEL, Lúcia Gouveia. Som, gesto, forma e cor. Dimensões da Arte e seu ensino. Belo horizonte: C/ Arte, 1996 (coleção Arte & ensino).
8. SANTA ROSA, Nereide Shilro. Educação Musical para a Pré-escola. São Paulo: Ática, 2000.
9. SANTA ROSA, Nereide Shilro. Educação Musical para a 1ª a 4ª série. São Paulo: Ática, 2000.
10. SEABRA, Sérgio Cleto. Como construir Instrumentos Musicais, usando materiais caseiros. Rio de Janeiro: Tecmoprint, 1979.
11. SWANWINK, Keith. Ensinando Música Musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003.













CURSO DE PEDAGOGIA
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO E CORPOREIDADE (ELETIVA)
CARGA HORARIA: 80H.
DEPARTAMENTO: DGAC
CRÉDITO: 03

EMENTA:
Estudo do homem nas suas dimensões sócio-politica e econômica e a relação com a cultura corporal e suas manifestações lúdicos-criativas. Assim como vivencia de modalidades corporais que contribuíram para a formação de hábitos de práticas corporais que concorrem para o lazer e qualidade de vida.

BIBLIOGRAFIA
1. ASSMAN , Hugo. Paradigmas Educacionais e corporeidade 3 edição. Piracicaba UNIPE, 1995.
2. ALVES, Rubens. Por uma educação Romântica. Campinas , São Paulo: Papirus,2002
3. BROWN, Peter. Corpo e Sociedade : O homem, a mulher e a renuncia sexual no inicio do cristianismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990.
4. BRUHNS, Heloisa T. Conversando sobre no corpo . 5 edição . Campinas , São Paulo :Papirus 1994.
5. DAYRELL,Juarez . Múltiplos olhares sobre a educação e cultura. Belo Horizonte : Editora da UFMG, 1996.
6. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: Nascimento da prisão. 23 edição. Petrópolis: Vozes, 2002.
7. GONÇALVES, Maria Augusta Salin. Sentir, pensar , agir : Corporidade e educação. Campinas, São Paulo : Papirus , 1994.
8. LEAL, Ondina Fachel . Corpo e Significado – ensaios de antropologia Social . 2 edição. Porto Alegre : Editora da Universidade UFRGS, 2001.
9. MARCELINO, Nelson Carvalho . Lúdico, Educação e Educação Física . Ijuí :Editora UNIJUÍ, 1999.
10. MAUSS, Marcel . Sociologia e Antropologia . volume ll . São Paulo: Martins Fontes, 1999.
11. MERLEAU- PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção . São Paulo: Martins Fontes , 1999.
12. MOREIRA, Wagner way. Educação Física & Esportes: Perspectivas para o século XXI . Campinas , São Paulo : Papirus, 1993 .
13. NETO, Samuel de Souza. Corpo para malhar ou para comunicar? São Paulo: Cidade Nova , 1996.
14. ROMERO, Elaine. Corpo, Mulher e sociedade. Campinas, SP : Papirus, 1995.
15. SALES,Lílian Silva de. Escola Mista, Mundo dividido:Infância e construção de gênero na escola ( Belém/ Pa) . Dissertação de mestrado . Belém- Pará: UFPa- CFCH-Depto. De Antropologia, 2002.
16. SANT ANNA, Denise Bernuzzi. Políticas do corpo . São Paulo : Estação Liberdade , 1995.
17. SANTOS, Rafael e Trindade, AZOILDA Loretto. Multiculturalismo: Mil e uma faces da escola . 2 edição. Rio de Janeiro: DP&a, 2000.






CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DLLT
DISCIPLINA: LITERATURA INFANTO JUVENIL (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS 03
EMENTA: Do texto literário como importante instrumento de formação de leitores. As formas de expressão da literatura infanto juvenil e sua importância para o desenvolvimento do senso estético e crítico.

BIBLIOGRAFIA:
01. ABRAMOVICH, F. Literatura Infantil: Gostosuras e Bobices. São Paulo: Ed. Scipone,1993.
02. ANDERSEN, H. C. Contos de Andersen. Trad. Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Edições 70, 1988.
03. ARROYO, L. Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Melhoramentos, 1988.
04. ARIES, P. História Social da Criança e da Família. Trad. Dora Flaksman. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
05. BENJAMIN, W. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução. São Paulo: Pensadores, 1980.
06. EVANGELISTA, A. A. M. A escolarização d leitura literária: o jogo do livro infantil. 2ª ed. Belo Horizonte, 2001.
07. COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil: história, teoria e análise. São Paulo: Quíron: Brasília INL/MEC, 1981.
08. CALVINO, ÍTALO. Por que ler os clássicos. Trd. Nilson Moulin. São Paulo: Companha das Letras, 1993.
09. CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura Oral no Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olimpio, Brasília: INL/MEC, 1978.
10. ECO, Humberto, Leitura do Texto Literário. Leitor in fábula. Lisboa: Presença, 1979.
11. FREITAS, Marcos César (org.) História Social da Infância no Brasil. 2ª ed. Cortez: São Paulo, 1997.
12. GALEANO, Eduardo. As palavras Andantes. Trad. Eric Nepomuceno: Porto Alegre L&PM, 1994.
13. JESUALDO, A Literatura Infantil. Trad. James Amado: Editora Cultrix. São Paulo, 1993.
14. QUEIRÓS, Bartolomeu Campos. Indez. 6ª ed. Belo Horizonte: Editora Miguilim, 1995.
15. ___________Ler, escrever e fazer conta de cabeça. Belo Horizonte: editora Miguilim, 1996.
16. PAULINO, Graça. O jogo do livro Infantil. Belo Horizonte: Dimensão, 1999.
17. RODARI, Gianni. Gramática da Fantasia. Summus Editorial. 9ª ed. 1991













NÚCLEO: GESTÃO ESCOLAR

CURSO DE PEDAGOGIA
Departamento: Psicologia
Disciplina: Psicologia institucional (Eletiva)
C.H.: 80hs CRÉDITOS = 03
Ementa:
Instituições, organizações e processos grupais; teorias psicológicas; subjetividade e papéis sociais; processos motivacionais; atitudes e liderança; dinâmica de grupos e relações interpessoais no ambiente institucional; representações sociais.

Bibliografia:
1. ALMEDIA, Laurinda R. de; PLACCO, Vera M. N. de S. As relações interpessoais na formação dos professores . São Paulo: Loyola, 2002.
2. ANTÚNEZ, Serafin (org.) Disciplina e convivência na instituição escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
3. AQUINO, Júlio Groppa. Confrontos na sala de aula: uma leitura institucional da relação professor-aluno. São Paulo: Summus, 1996.
4. ________________ (org.) Afetividade na escola. São Paulo: Summus, 2003.
5. ________________ (org.). Indisciplina escola. São Paulo: Summus, 1996.
6. ARCHANGELO, Ana. O amor e o ódio na vida do professor. São Paulo: Cortez, 2004.
7. BAREMBLITT, Gregório. Compêndio de análise institucional. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 1992.
8. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis: vozes, 1987.
9. GUARESCHI, Pedrinho; JOVCHELOVITCH, Sandra (org.). Textos em representações sociais. Petrópolis: vozes, 2002.
10. LANE, Silvia; CODO, Wanderley. Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1984.
11. LIPP, Marilda (org.) O stress do professor. São Paulo: Papirus, 2002.
12. LOURAU, René. Análise institucional. Petrópolis: Vozes, 1988.
13. MELO, Maria Lúcia de Almeida. Subjetividade e conhecimento. São Paulo: Vetor, 2002.
14. MORGADO, Maria Aparecida. Da sedução na relação pedagógica. São Paulo: Summus, 2002.
15. MOSCOVICI, Serge. Representações sociais: investigação em psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2004.
16. MOYSÉS, Lúcia. A auto-estima se constrói passo a passo. São Paulo: Papirus, 2001.
17. PRETTE, Almir Del; PRETTE, Zilda A. Psicologia das habilidades sociais. Petópolis: Vozes, 1999.
18. _______________. Habilidades socais: desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Alínea, 2003.
19. REY, Fernando Gonzáles. Sujeito e subjetividade. São Paulo: Pioneira, 2003.
20. SAIDON, Osvaldo; KAMKHAGI, Vida Rachel. Análise institucional no Brasil. Rio de Janeiro: Rosa dos tempos, 1992.
21. TAILLE, Yves de La. Indisciplina/disciplina: ética, moral e ação do professor. Porto Alegre: Mediação, 2006.
22. TEVES, Nilda; RANGEL, Mary (org.) Representação social e educação. São Paulo: Papirus, 1999.


CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DMEI
DISCIPLINA: CONTABILIDADE BÁSICA APLICADA À EDUCAÇÃO (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS 03
EMENTA:
Desenvolver noções fundamentais sobre a contabilidade e os procedimentos contábeis a fim de examinar conceitos técnicos, mediante avaliação prática e analítica e refletir sobre as mudanças de paradigmas na contabilidade contemporânea, contribuindo para o desenvolvimento do planejamento patrimonial, econômico e financeiro das organizações.

BIBLIOGRAFIA:
01. CABRAL, José Carlos. Contabilidade básica para concursos: resumo da teoria, exercícios co repostas. Atlas: 1999.
02. FRANCO, Hilário. Contabilidade geral. São Paulo, Atlas: 1986.
03. GOUVEIA, Nelson. Contabilidade. São Paulo, McGraw-Hill: 1984.
04. MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. Saraiva: 1996.
05. MOURA, Osni. Contabilidade básica. Saraiva: 1996.
06. PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de contabilidade Básica. Atlas: 2004, 5ª edição.
07. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade básica fácil. Saraiva: 1996.
08. SILVA, Dirson Medeiros. Contabilidade: Noções fundamentais. CEJUP: 1996.
09. WALTER, Milton Augusto. Introdução à contabilidade. São Paulo, Saraiva: 1981.




























CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DMEI
DISCIPLINA: ELEMENTOS DE MATEMÁTICA COMERCIAL E ESTATÍSTICA. (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h
EMENTA:
Aplicações da estatística e da matemática comercial, no contexto educacional.
BIBLIOGRAFIA
1. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira: Objetiva e Aplicada, ,São Paulo: Saraiva. 2004.
2. CASTELO BRANCO, Anísio Costa. Matemática Financeira Aplicada, São Paulo: Pioneira. 2005.
3. NAZARETH, Helenalda – Curso Básico de Estatística. 6 ed. Editora Àtica – SP, 1994.
4. CRESPO, Antonio Arnot. – Estatística Fácil. 12 ed. Editora Saraiva – SP, 1995.
5. TOLEDO, G.L. Ovalle i.i – Estatística Básica. Editora Atlas – RJ, 1978.
































DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
CARGA HORÁRIA: 120
DEPARTAMENTO: DEES
CRÉDITO: 05
3º ANO
EMENTA:
A Disciplina tem como finalidade o estudo crítico do cotidiano escolar, revisando o ato pedagógico, como um instrumento que instaura e inaugura a ação pedagógica, criando, produzindo o novo, enquanto a supe¬ração do velho pela sua incorporação e transformação. Assim pois, pretende-se o resgate da função básica da tarefa pedagógica, que é o ensino, cuja idéia originária se constitui na condução do aluno no movimento dialético de adquirir e de produzir saber. Para tanto, se analisará a função da ação educa¬cional, procurando-se ressaltar a necessidade social da educação escolar, sobretudo numa perspectiva de sentimento expresso pelas diversas camadas da população, mas que deve, para se concretizar, constituir-se em algo teoricamente elaborado pelos estudiosos profissionais da educação numa socie¬dade moderna.
Ao lado disso pretende-se analisar, ainda, a ação educacional, considerando-se que ela exerce uma função social e política que precisa ser clareada, donde advém o seu papel de formadora do indivíduo para o exercício da cidadania, que compreende a sua forma¬ção cultural, intelectual, política e profissional, e que, para isto, todos os atos deverão se revestir de significação, exigindo da escola um novo modo de encarar a questão pedagógica, desde o aspecto administrativo até o planejamento curricular e o modo de se executar a tarefa do ensino.
Nesse sentido se deverá buscar identificar novas formas de trabalho na escola, em que a prática pedagógica e a implementação na escola se dêem através de um novo modo de enfocar o processo educativo de forma a se propiciar aos alunos o domínio de instru¬mentos de análise, compreensão, inserção no mundo e participação no mundo cultural, político e de produção econômica.

BIBLIOGRAFIA:
1. ALVES, Nilda & VILLARD, Raquel (org.). Múltiplas Leituras da nova LDB. Rio de Janeiro: Dunya, 1997.
2. ALVES, Nilda. Formação de Professores: pensar e fazer. São Paulo/SP: Cortes, 1999.
3. ARROYO, Miguel G. A Formação, direito dos profissionais da educação. In FAE/IRHJP. Política de Capacitação dos profissionais da Educação. Belo Horizonte/MG: IRHJP/Divisão de Produção de Materiais, 1989.
4. BARROS, Roque Spencer Maciel de (org.). Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. São Paulo: Pioneira, 1998.
5. BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Plano Decenal de Educação para Todos. Brasília/DF: MEC/SEF, 1993.
6. ________________. Introdução aos Parâmetros Curriculares. Brasília/DF: MEC/SEF, 1997.
7. BRITO, Ana Rosa Peixoto. LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
8. _______________. LDB: da “consolidação” possível à lei proclamada. Belém/PA: Grafitte, 1997.
9. BRZEZINSKI, Iria (org.) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo/SP: Cortez, 1998.
10. DAVIES, Nicholas. O FUNDEF e o orçamento da Educação: desvendando a caixa preta. Campinas, SP: Autores Associados, 1999. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, v.64)

11. DEMO, Pedro. A Nova LDB: ranços e avanços. São Paulo/SP: Papirus, 1997.
12. GATTI, Bernadete. Formação de Professores e Carreira: Problemas e Movimentos de Renovação. Campinas/SP: Autores Associados, 2000. (Coleção Formação de Professores)
13. MAAR, Wolfgang Leo. O que é política. São Paulo/SP: Brasiliense, 1986.
14. MELO, Guiomar Namo de. Política Educacional: um início de conversa. In: _____. Educação Escolar: paixão, pensamento e prática. São Paulo/SP: Cortez, 1986.
15. ______________. Políticas Públicas de Educação Básica no Brasil: acertos e erros dos últimos 15 anos. In:
16. LINDINGER, Marília Miranda coord. Políticas Públicas de Qualidade na Educação Básica. Brasília/DF:
17. CONSED/UNICEF, 1996 (Série Seminários)
18. MONVELADE, João. Educação Pública no Brasil: contos e descontos. Ceilândia, DF: Idéia Editora,1997.
19. ______________. FUNDEF: seus pecados capitais. Ceilândia, DF: Idéia Editora, 1997.
20. PARO, Vítor H. A Estrutura Administrativa da Escola. In: Secretaria Municipal de Belém. 21. A Gestão Democrática no Projeto Político-Pedagógico da Escola Cabana. Belém/PA: PMB/ SEMEC, 2000.
22. PILETTI, Nelson. Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental. São Paulo/SP: Ática, 1999.
23. RODRIGUES, Neidson. Por uma Nova Escola: o transitório e o permanente na educação. São Paulo/SP: Cortez, 1991.
24. SANTOS, Clóvis Roberto dos. Educação Escolar Brasileira: estrutura, administração, legislação. São Paulo: Pioneira, 1999.
25. SAVIANI, Dermeval. A nova Lei da Educação: LDB, trajetória, limites e perspectivas. São Paulo, SP: Autores Associados, 1997.
26. _____________. Da nova LDB ao Plano Nacional de Educação: por uma outra política educacional. Campinas, SP: Autores Associados, 1998.
27. ____________. Política e Educação no Brasil: o papel do congresso nacional na legislação do ensino. Campinas/SP: Autores Associados, 1999. (INTRODUÇÃO)
28. ____________. Educação Brasileira: estrutura e Sistema. Campinas/SP: Autores Associados, 2000.
29. TOMMASI, Lívia de, WARDE, Mirian Jorge e HADDAD, Sérgio (org.). O Banco Mundial e as políticas educacionais. São Paulo, SP: Cortez, 1996.










NÚCLEO : EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS


CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
DISCIPLINA: METODOLOGIAS DO TRABALHO PEDAGÓGICO COM ADULTOS E IDOSOS. (ELETIVA)
CH: 60 HORAS

Ementa: A disciplina visa refletir sobre as políticas públicas, teorias e práticas educativas com pessoas jovens, adultas e idosas, focando o estudo para os sujeitos desta modalidade de educação, a organização do trabalho educativo, metodologias, dinâmicas pedagógicas, leituras e produções de textos.

Bibliografia
1. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e adultos. Parecer 11/2000, aprovado em 10 de maio de 2000. Brasília: DF: MEC-CNE. 2000.
2. BARRETO, José Carlos e Vera. A formação de alfabetizadores. In: Alfabetização de adultos na América Latina. Cadernos de Educação Popular Nº17. Petrópolis-RJ: Vozes/Nova, 1990.
3. BEISIEGEL, Celso e PICONEZ, Stela. A LDB (Lei 9.394/96) e a educação de jovens e adultos. São Paulo: Faculdade de Educação: USP, 1997.
4. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Paulo Freire, o menino que lia o mundo: uma história de pessoas, de letras e de palavras. São Paulo: UNESP, 2005.
5. _____Pensar a prática: escritos de viagem e estudos sobre educação. São Paulo: Loyola, 1990.
6. _____ Saber e Ensinar. Saber e ensinar: três estudos de educação popular. Campinas-SP: Papirus, 1984.
7. BRUNEL, Carmen. Jovens cada vez mais jovens na educação de jovens e adultos. Porto Alegre: Mediação, 2004.
8. DURANTE, Marta. Alfabetização de jovens e adultos: leitura e produção de textos. Porto Alegre ArTmed, 1998.
9. GADOTTI, Moacir e TORRES, Carlos. Educação Popular: utopia latino-americana. São Paulo: Cortez: EDUSP, 1994.
10. LATAPI, P. e CASTILLO, A .. O Conceito de educação de adultos. In: Educação de adultos na América Latina. Campinas-SP: Papirus, 1985.
11. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de (Org.) Cartografias ribeirinhas: saberes e representações sobre práticas sociais cotidianas de alfabetizandos amazônidas. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2004.
12. ____ XAVIER, Mário. Palavra-ação: em educação de jovens e adultos. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2002.
13. PIMENTEL, Maria Olinda (Org.) A escola em movimento. Belém-Pará: EDUFPA, 2005.
14. DI PIERRO, Maria Clara. As políticas públicas de educação básica de jovens e adultos no Brasil do período 1985/1999. São Paulo: PUC/SP, 2000 (tese de doutorado).






CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
Disciplina: PRODUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS PARA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80H. CRÉDITOS 03

Ementa:
Esta disciplina objetiva desenvolver estudos e, por meio de pesquisas e oficinas pedagógicas, produzir materiais pedagógicos, incluindo a produção de textos para a educação de jovens e adultos. Utilizar-se-á além de recursos tecnológicos e tradicionais, materiais alternativos e de sucatas para a produção dos materiais pedagógicos.

BIBLIOGRAFIA:

1. CEDI – Educação Popular: alfabetização e primeiras contas: experiências na elaboração de material didático para adultos. Cadernos do CEDI, 13. São Paulo: CEDI 1984.
2. DURANTE, Marta. Alfabetização de adultos: leitura e produções de textos. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
3. FÁVERO, Osmar. Referências sobre materiais didáticos para a educação popular. Rio de Janeiro: Ibrades, 1982.
4. HARA, Regina. Ler, escrever, contar: Construção de Cartilhas para alfabetização de adultos. São Paulo: CEDI 1990.
5. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de; XAVIER, Mário Brasil (Orgs). Palavra-ação em educação de jovens e adultos. Belém, Pará; CCSE-UEPA, 2002.
6. RIBEIRO, VERA Maria Masagão et al. Metodologias da alfabetização: pesquisas em educação de jovens e adultos. São Paulo: Papirus: São Paulo: CEDI, 1992.




















CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DEDG
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM DIFERENTES AMBIENTES EDUCATIVOS (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Este disciplina objetiva desenvolver estudos teórico-práticos sobre a educação de jovens e adultos em diferentes ambientes educativos: instituições escolares e não-escolares, entre os quais os ambientes hospitalares, os espaços de acolhimento de idosos e ambientes comunitários e movimentos populares. Buscar-se-à identificar nesses espaços as especificidades educacionais de pessoas jovens, adultas e idosas, tendo como referências teóricas e metodológica a educação popular.

BIBLIOGRAFIA:
01. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação popular na escola cidadã. Rio de Janeiro: Petrópolis: Vozes, 2002.
02. BRUNEL, Carmen. Jovens cada vez mais jovens na educação de jovens e adultos. Porto Alegre: Mediação, 2004.
03. FREIRE, Paulo. Educação na cidade. 2ed. São Paulo: Cortez,1995.
04. _______. Política e educação. São Paulo: Cortez,1993.
05. _______; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: leitura do mundo, leitura da palavra. Rio de Janeiro: Paz E Terra, 1990.
06. GRACIANI, Maria Stela S. Pedagogia Social de rua. 4ed. São Paulo: Cortez,2001.
07. GOHN, Maria da Glória. Educação não –formal e cultura política. 2ed. São Paulo: Cortez, 2001.
08. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de. Princípios pedagógicos na educação de jovens e adultos. Revista da Alfabetização Solidária. Vol 4. Nº 4. São Paulo: UNIMARCO, 2004.
09. _________(Org).Caderno de atividades pedagógicas em educação popular. Pesquisa e práticas educativas de inclusão social.. Nº 1. Belém-Pará: NEP-CCSE-UEPA,2004.
10. _________(Org). Cartografias ribeirinhas: saberes e representações sobre práticas sociais cotidianas de alfabetizandos amazônidas.Belém-Pará: CCSE-UEPA,2004.
11. _________Leituras Freireanas sobre educação.São Paulo: UNESP,2003.
12. _________; XAVIER, Mário Brasil (Orgs). Palavras-ação em educação de jovens e adultos. Belém-Pará: CCSE-UEPA,2002.
13. OLIVEIRA, Walter. Educação social de rua: as bases políticas e pedagógicas para uma educação popular. Porto Alegre: ArtMed, 2004.
14. PEY, Maria Orly (Org). Recordando Paulo Freire: experiências de educação libertadora na escola. Rio de Janeiro: Achiamé,2002.
15. SCALABRIN, Rosemeri; CORDEIRO, Georgina. Educação cidadã: a experiência do PRONERA na Transamazônica. Belém-Pará: Nossa Gráfica,2005.





CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO GERAL
Disciplina: ESTUDOS E PESQUISAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80H. CRÉDITOS 03

Ementa:
A disciplina visa analisar os pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa na educação de pessoas jovens e adultas, realizando estudos sobre abordagens epistemológicas e experiências de pesquisa e viabilizando a construção de projetos de pesquisa nesta área de conhecimento.

BIBLIOGRAFIA:

1. ANDRÉ, Marli. Etnografia da Prática Escolar. São Paulo: Campinas Papirus, 1995.
2. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A pergunta a várias mãos: a experiência da pesquisa no trabalho do educador. São Paulo: Cortez, 2003.
3. ____________________ Educação Popular na Escola Cidadã. Petrópolis-Rj: vozes, 2002.
4. ______________________Pesquisa Participante. 7 ed. São Paulo brasiliense 1998.
5. COSTA, Marisa (org). Caminhos Investigativos: novos olhares na pesquisa em educação. Rio de janeiro; DP&A, 2002.
6. ___________________Caminhos Investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação. 2 ed. Rio de Janeiro; DP&A, 2002.
7. GONÇALVES, Elisa. Da ciência e de outros saberes: Trilhas de investigação cientifica na pós-modernidade. Campinas SP: Alínea, 2004.
8. LUDKE, Menga e ANDRÉ, Marli. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
9. OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de (org). Cartografias ribeirinhas: saberes e representações sobre práticas sociais cotidianas de alfabetizando amazônidas. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2004.
10. ___________________XAVIER, Mário. Palavra-ação: em educação de jovens e adultos. Belém-Pará: CCSE-UEPA, 2002.
11. PIMENTEL, Maria Olinda (org). A escola em movimento.Belém-Pará: EDUFPA, 2005.










NÚCLEO: EDUCAÇÃO ESPECIAL


CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIALIZADA
Disciplina: BRAILLE (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80H. CRÉDITOS 03

Ementa:
Estudo do sistema Braille envolvendo o processo histórico, conceitual e as diferentes grafias em Braille para o desenvolvimento do processo educacional de pessoas cegas tais como a alfabetização Braille, código Braille aplicado para o ensino da matemática, da física e da química. Transcrição e adaptação do livro didático em Braille, conhecimento dos recursos para a produção Braille. Conhecimento de comissão Brasileira de Braille e suas finalidades

BIBLIOGRAFIA:

1. NEGRÃO, May B. As bibliotecas e/ ou setores Braille no Brasil; reflexões sobre uma realidade. Revista brasileira de Biblioteconomia e documentação, São Paulo; 1995-1997 v.26/28.
2. VAETCAMPTER, Rosa (citada por Cosete Ramos). A educação no terceiro milênio. Brasília, SINEPE, julho de 1999.
3. DUARTE, Luis Fernando Dias. Artigo publicado no jornal do Brasil pág. 09, de 30/04/01.
4. BORGES, José Antônio. Dosvox – Um novo acesso dos Cegos à Cultura e ao trabalho. Revista Benjamin Constant. Rio de Janeiro, MEC (03): 24-29, maio de 1996.
5. _______________________O “pai” dos Dosvox. Revista Benjamin Constant. Rio de Janeiro, MEC (14): 24-25, dezembro de 1999.
6. _______________________ Dosvox 2 para Windows. Revista Benjamin Constant. Rio de Janeiro, MEC (09): 23 junho de 1998.
7. COLL, César (organizador). Desenvolvimento Psicológico e educação: Necessidades Educativas Especiais e aprendizagem Escolar. Vol. 03, Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
8. STAINBACK, Susan e William. Inclusão: Um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/ SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Programa de Capacitação de recursos Humanos do Ensino Fundamental: Deficiência Visual. Vol. 1,2 e 3. Séries Atualidades Pedagógicas.








CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DEES
DISCIPLINA: TECNOLOGIAS ASSISTIVAS (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Conceito de Tecnologia Assistiva e seu emprego para aumentar, manter ou melhorar habilidades de pessoas com limitações fundamentais funcionais, sejam físicas ou sensoriais. Recursos e serviços desenvolvidos em Tecnologia Assistiva. Características dos instrumentos e equipamentos, produção individualizada e em séries, simples ou complexas, geral ou específica. Principais tipos de Tecnologias Assistivas desenvolvidas e aplicadas nas atividades de vida diária (AVD), em sistemas de comunicação alternativa, adaptações estruturais em ambientes domésticos, profissionais ou públicos, adequação da postura sentada, adaptações para défictes visuais e auditivos, equipamentos para mobilidade, adaptações em veículos.

BIBLIOGRAFIA:
BASIL, C.; Soro-Camats,E.; BULTÓ, C.R.(1998). Sistemas de Signos y Ajudas Técnicas para la Comunicación Aumentativa y la Escritura. Barcelona: Massom.
CAPOVILLA, F.C. (1994). Pesquisa e desenvolvimento de novos recursos tecnológicos para educação especial: boas novas para pesquisadores, clínicos, professores, pais e alunos. Em Alencar, E.M.L. (Orgs). (pp.196-211). Tendências e desafios da Educação Especial. Brasília: SEESP / Ministério da Educação e do Desporto-MEC.
CAPOVILLA, F.C.; Macedo, E.C.; Duduchi, M.; Capovilla, A.G.S.; Thiers, V.O.(1997). Sistemas computadorizados para comunicação e aprendizagem pelo paralisado cerebral: sua engenharia e indicações clínicas. Ciências Cognitiva- Teoria, pesquisa e aplicação,201-248.
CAPOVILLA, F.C.; Nunes. L.R.O.P. et al (1997). Processamento de informação na memória de trabalho do paralisado cerebral: efeitos de primazia e recência e a natureza da consolidação. Relatório de Pesquisa.
NUNES, L.R.O.P. et al. (1997). Iconicidade e ensino de reconhecimento de símbolos em sistema computadorizado de Comunicação Alternativa. Relatório de Pesquisa: Mestrado em Educação UERJ.
NUNES, L.R.O.P. (1997). Comunicação Alternativa em paralisia cerebral: tempo e erros de recuperação simbólica como função da categoria gramatical dos itens e da sua ordenação nas telas. Relatório de pesquisa: Mestrado em Educação UERJ.
NUMES, L.R.O.P.; Nunes, F.P.(1997). Caracterizando a Comunicação Alternativa. Projeto de Pesquisa submetido ao PRONEX.
NUNES, L.R.O.P.(1994). Atendimento à criança de risco e/ou portadora de deficiência em creches: análise do relato verbal de coordenadores e recreadores. Relatório de pesquisa.
NUNES, L.R.O.P.(1992). Métodos naturalísticos para o ensino da linguagem funcional em indivíduos com necessidade especiais. Em E. Alencar (ORG.), Novas contribuições da Psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. (pp 71-96). São Paulo: Cortez.
PAULA, K.M.P.(1998). Desenvolvendo a linguagem funcional em criança com deficiência múltipla através de sistemas de comunicação alternativa e do ensino naturalístico. Dissertação de mestrado. Faculdade de Educação: UERJ.
VON TETZCHNER, S.; Jensen, K.(1998). Questões éticas com relação a pessoas com problemas de comunicação severos. O mundo da saúde, 22 (2), 97-103.





NÚCLEO: EDUCAÇÃO E CULTURA


CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
Disciplina: Movimentos Sociais na Amazônia (ELETIVA)
Carga Horária: 80 CRÉDITOS 03
Ementa:
Trata da análise histórica das concepções teórico – prática dos movimentos sociais, que se expressam no cenário público através de diferenciados conflitos e utopias. Esta análise compreenderá os debates teóricos, presentes nas últimas décadas do século XX e início do século XXI, que revelam como essas ações coletivas constroem espaços alternativos às formas de opressão autoritárias. Esta análise possibilitara uma compreensão dos conflitos sociais rurais e urbanos amazônicos na perspectiva de estruturação de um campo teórico explicativo de suas ações coletivas em termos de valores, natureza e conteúdos que se expressam no processo de negociação, mediação e arbitragem. O estudo dos movimentos sociais amazônicos pelo mapeamento dos sentidos das ações sociais articulará o debate e a reflexão das formas de participação visíveis nos protestos públicos, nas marchas organizadas, na construção dos tribunais internacionais, nas instâncias institucionais, representadas pelos fóruns, conselhos,etc., fundamentais à compreensão do mundo amazônico pelo educador.

Bibliografia:
• ABRAMOVAY, Ricardo. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo – Campinas: Editora Hucitec / Editora Unicamp, 1998.
• --------------------. Reforma Agrária, desenvolvimento capitalista e democracia. In: LEAL, Laurindo (org.). Reforma Agrária da Nova República: contradições e alternativas. São Paulo:Cortez: EDUC,1986., pp. 13-18.
• ALENTEJANO, Paulo Roberto R. As concepções de reforma agrária do governo e dos movimentos sociais no Brasil do século XXI. ABRA – Associação Brasileira de Reforma Agrária. Políticas Agrícola e Agrária. (pp. 1-6). (2002/?). Geógrafo,doutorando pelo CPDA/UFRRJ, membro de Setor de Formação do MST/RJ e da Rede Nacional de Pesquisadores do MST. Disponível em: http://www.abrareformaagraria.org.br/artigo.
• ALVES, Mário. Dois Caminhos da Reforma Agrária. In: A Questão Agrária no Brasil: textos dos anos sessenta. São Paulo: Editora Brasil – Debates, Estudos nº 1, 1980.
• AZEVEDO, Fernando Antonio. As Ligas Camponesas. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra S. A., 1982
• BARREIRA, Irlys Alencar Firmo. Frutos do tempo: Movimentos sociais ontem e hoje. In: ANPOCS – Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais. São Paulo: Editora Hucitec Ltda, 1995., pp . 58 – 77.
• BASTOS, Elide Rugai. As Ligas Camponesas. Rio de Janeiro/Petrópolis: Editora Vozes S. A., 1984.
• BERGAMASCO, Sonia Maria et NORDER, Luiz Antonio Cabello .O que são assentamentos rurais. São Paulo: Brasiliense, 1996. (Coleção Primeiros Passos) pp.7-84.
• BETTO, Frei. MST, Igreja e Movimentos Sociais. Caros Amigos. Ano V – Número 55, outubro 2001, pp.34-35.
• BEZERRA NETO, Luiz. Sem-Terra aprende e ensina: estudo sobre as práticas educativas do movimento dos trabalhadores rurais. São Paulo / Campinas: Autores Associados, 1999.
• BIANCO, Bela Feldman. Entre a saudade da terra e a América: Memória cultural, trajetórias de vida e (re) construções de identidade feminina na intersecção de culturas. In: Carlos Rodrigues Brandão (org.) . As faces da memória. Coleção Seminário 2. CMu. Campinas., s/d.
• BRENNEISEN, Eliane Cardoso. Relações de poder, dominação e resistência: A organização social e da produção em assentamentos rurais na região oeste do Paraná. Tese de doutorado em Ciências Sociais. PUC/São Paulo, 2000.
• CALDART, Roseli Salete. Educação em Movimento. Formação de educadores no MST. Petropólis, RJ: Vozes, 1997.
• Carta Capital. 24 de maio de 2000. Ano VI, n. 123. Governo vs. Movimento dos Sem–Terra: A Lógica do Medo. Pp. 20-27.
• CARVALHO, Horácio Martins de. Interação social e as possibilidades de coesão e de identidades sociais no cotidiano da vida social dos trabalhadores rurais nas áreas oficiais de reforma agrária no Brasil. Convênio: Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA. Núcleo de Estudos Agrários e de Desenvolvimento – NEAD. Ministério Extraordinário de Política Fundiária – MPF. Curitiba, fevereiro de 1999.
• CHAUÍ, Marilena. Ética e Violência. Colóquio Interlocuções com Marilena Chauí. Londrina (março/98). São Paulo (abril/98).
• CHAUÍ, Marilena. Público, privado, despotismo. In: NOVAES, Adauto (org.). Ética. São Paulo: Companhia das Letras – Secretaria municipal de Cultura, 1992, pp. 345 – 390.
• COLETTI, Claudinei. A estrutura sindical no campo: A propósito da organização dos assalariados rurais na região de Ribeirão Preto. Coleção Tempo & Memória, número 5. Campinas: Editora Unicamp: Área de Publicações CMU/Unicamp, 1998.
• CRUZ, Ernesto. Colonização do Pará. Conselho Nacional de Pesquisas. Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Pará. Belém, 1958.
• CUT. Central Única dos Trabalhadores. Sindicalismo e economia Solidária: Reflexões sobre o projeto da CUT. Grupo de Trabalho Economia Solidária, dezembro de 1999.
• DAGNINO, Evelina. Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1994, pp .. 81 – 118.
• DUCROT, Oswald. Dizível / indizível. In: Enciclopédia Einaudi, v. 2. Linguagem – Enunciação. Edição Portuguesa. Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1984, pp. 458-476.
• FARIA, Paulo; FONSECA, João Batista da; GALANTE, Luiz Carlos (Barroso); ARRUTI, Antonio; ARAÚJO, Vânia. Cadernos do MLST – Movimento de Libertação dos Sem Terra. Secretariado Político do Movimento de Libertação dos Sem-Terra – MLST. ANARA – Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária. São Paulo: MLST, 2000.
• FAVARETO, Arilson; BRANCHER, Paulo Cesar; MAGALHÃES, Reginaldo (orgs.). Desenvolvimento e sindicalismo rural no Brasil. Região Sudeste. Projeto CUT/CONTAG. São Paulo, março de 1999.
• FERNANDES, Bernardo Mançano. Contribuição ao estudo do campesinato brasileiro: Formação e Territorialização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST - 1979-1999. Tese apresentada à USP, São Paulo, 1999.
• ---------------------. Espacialização e Territorialização da Luta pela Terra: A formação do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado, USP/ FFLCH/ Departamento de Geografia. Março de 1994.
• ---------------------. A formação do MST no Brasil. Rio de Janeiro/Petrópolis: Vozes, 2000.
• CONTAG. Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura. As lutas camponesas no Brasil, 1980. Apresentação de José Francisco da Silva. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1981.
• GOHN, Maria da Glória .. Desafios da Participação Popular no meio rural brasileiro neste final de milênio. Artigo apresentado na XXII Reunião Anual da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciências Sociais. Caxambú, 27 – 30/outubro/1998., pp. 1 – 37. GT: Ciências Sociais, Sociedade e “mundo rural”.
• -----------------------.Teoria dos Movimentos Sociais. Paradigmas clássicos e contemporâneos. Brasil. São Paulo: Edições Loyola, 1997.
• ---------------------. Mídia, Terceiro Setor e MST: Impactos sobre o futuro das cidades e do campo. Rio de Janeiro/ Petrópolis: Vozes, 2000.
• --------------------. Os sem-terra, ONGs e cidadania: a sociedade civil brasileira na era da globalização. São Paulo: Cortez, 1997.
• GRZYBOWSKI, Cândido. Caminhos e descaminhos dos movimentos sociais no campo. Rio de Janeiro/Petrópolis: Vozes. FASE, 1987.
• IOKOI, Zilda Márcia Grícoli. Igreja e Camponeses; Teologia da Libertação e Movimentos Sociais no Campo Brasil e Peru, 1964 -1986. São Paulo: FAPESP/Editora Hucitec, 1996.
• JANES, Robinson. Autogestão e Educação Popular: O MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Tese (doutorado) apresentada em março/98 à Universidade de São Paulo, Faculdade de Educação – 113 – 120 págs.
• LEONEL, Maria Clarisse; BRANCHER, Paulo Cesar; MAGALHÃES, Reginaldo (orgs.). Desenvolvimento e sindicalismo rural no Brasil. Região Norte. Projeto CUT/CONTAG. São Paulo, março de 1999.


CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: Antropologia da Educação: Populações e Grupos Tradicionais. (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA: 80h CRÉDITOS 03
EMENTA
Noções básicas de Antropologia e sua relação com a educação. Práticas antropológicas do educador e do educando no contexto ensino-aprendizagem. A cultura da educação e as populações tradicionais na amazônica. O etnocentrismo nas relações sociais na escola e na sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
• BERGER, Peter & LUCKMANN, Thomas A Construção Social da Realidade. Vozes, Petrópolis, 1985.
• DA MATTA, Roberto Carnavais, Malandros e Heróis. Zahar,Rio de Janeiro, 1978.
• GEERTZ, Clifford A Interpretação das Culturas. Zahar, Rio de Janeiro, 1978.
• CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. “Um conceito antropológico de identidade”. In Identidade, Etnia e Estrutura Social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1976, pp. 33-52.
• LAPLANTINE, F. Aprender Antropologia. Ed. Brasiliense. São Paulo, 1993.
• LARAIA, R. Cultura: Um Conceito Antropológico. Ed. Zahar. Rio de Janeiro, 1989
• ORTIZ, Renato Cultura Brasileira e Identidade Nacional. Brasiliense, São Paulo, 1986.
• BOURDIEU, Pierre, O Poder Simbólico. DIFEL / Bertrand Brasil, Lisboa / Rio de Janeiro, 1989.
• BRANDÃO, Carlos Rodrigues A Cultura na Rua. Papirus Editores, Campinas, 1989.
• BRANDÃO, Carlos R. Os deuses do povo: um estudo sobre religião popular. São Paulo: Brasiliense, 1986.
• SILVA, Dedival B. Os tambores da esperança: um estudo sobre cultura, religião, simbolismo e ritual na festa de São Benedito da cidade de Bragança. Belém: Falangola, 1997.












CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DFCS
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO POPULAR (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80
CRÉDITO: 03

EMENTA:

O que é Educação Popular. A prática da Educação Popular no Brasil: o movimento de exclusão-inclusão. Cultura e Sociedade: natureza, estrutura e processos culturais. Movimentos sociais conflituosos no campo brasileiro e o desenvolvimento capitalista. O caráter autoritário do desenvolvimento capitalista no Brasil. As lutas operárias das primeiras décadas do século XX. O protesto social urbano nos anos 70 e 80.

BIBLIOGRAFIA:

1. BRANDÃO, C.Rodrigues. Educação Popular.

2. LAKATOS, Eva Maria. Sociologia Geral. 6ª ed. São Paulo: Atlas. 1990.

3. BECA, Carlos Eugênio. Planejamento Participativo na Educação Popular. Ijuí: UNIJUÍ Ed.1987.

4. PILLETI, Nelson. Sociologia da Educação. 12ª ed. São Paulo: Ática. 1993.

5. VITA, Álvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. 5ª. São Paulo: Ática, 1996.




























CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DEDG
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO A DISTANCIA (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80
CRÉDITO: 03

EMENTA:
Análise teórica-prática de conceitos e experiências em Educação a distancia (EAD). Identificação e análise e critica de novas tecnologias de comunicação e informação. Delineamento de ambientes de aprendizagem em EAD e resultados. Identificação de tendências e ênfases em EAD. Estudo e discussão do processo de construção do conhecimento em EAD. Análise de ambientes de aprendizagem e propostas sociopedagógicas criticas.

BIBLIOGRAFIA (básica):
1. ALMEIDA, Fernando José de. Educação a Distancia: formação de professores em ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem – Projeto NAVE – São Paulo, 2001.
2. BARRETO, Raquel Goulart (org.). Tecnologias educacionais e educação a distancia: avaliando políticas praticas. Quarlet Editora, 2000.
3. BARZOTTO, Valdir Heitor, GUILARDI, Maria Inês (orgs.). Mídia, Educação e Leitura. São Paulo: Editora Anhembi Morumbi, 1999.
4. BELLONI, Maria Luiza. Educação a Distancia. Campinas SP. Editora Autores Associados, 1999.
5. LITWIN, Edith.(org.). Tecnologia Educacional – política, historias e propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
6. LUCHESI, C.C. “Democratização da educação: ensino à distancia como alternativa”.
Tecnologia Educacional nº. 89/90/91, jul/dez. 1989, Rio de Janeiro, ABT.]
7. NUNES, Ivônio B. (1992ª) “Educação a Distancia e o Mundo de Trabalho” Tecnologia Educacional.v21.(107). iul/a o 1992, Rio de Janeiro, ABT.
8. NUNES, Ivônio B. (1992 b) “Pequena Introdução à Educação a Distancia”. Educação a Distancia. nº. 1, junho/92 , Brasília, INED.
9. NISKIER, Arnaldo. Tecnologia Educacional – uma visão política. Petrópolis, RJ: Vozes, 1993.
10. PFROMM NETO, Samuel. Telas que ensinam – mídia e aprendizagem: do cinema ao computador. Campinas, SP: Papirus, 1996.
11. PRETTO, Nelson de Luca. Uma escola sem/com futuro – educação e multimídia.
Campinas, SP: Papirus, 1996.
12. ZÓBOLI, Graziela. Praticas de Ensino: subsídios para a atividade docente. São Paulo: Àtica, 1991.












NÚCELO INTEGRADOR/COMUM:

CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA: 80 Horas CRÉDITO 03
EMENTA:
Questões introdutórias a respeito da Educação Ambiental – processo histórico, conceitos e princípios básicos; principais tendências da Educação Ambiental: ecologismo e ambientalismo; importância da formação e o papel do educador ambiental na conjuntura nacional; os PCN”S e o tema transversal meio ambiente; lei federal nº 9795/99; Política Nacional de educação ambiental, desenvolvimento de projetos em educação ambiental em ambientes escolares e não escolares.

BIBLIOGRAFIA
• CAPRILES, René. Makarenko: o nascimento da pedagogia socialista. São Paulo: Scipione, 1989.
• CERIZARA, Beatriz. Rousseau a educação na infância. São Paulo: Scipione, 1990.
• CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.
• DUSSEL, Enrique. Ética da Libertação na idade da globalização e da exclusão. Petrópolis: Vozes, 2000.
• FREIRE, Paulo. Pedagogia da Indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000
• _____Política e Educação. São Paulo: Cortez, 1993.
• _____Professora sim tia não: cartas a quem ousa ensinar. 2a e. São Paulo: Olho d'água, 1993
• _____ e FAUNDEZ, Antonio. Por uma Pedagogia da Pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985
• ___ e SHOR, Ira. Medo e Ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986.
• ___ Pedagogia da Autonomia. 6e. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
• Extensão ou Comunicação? 5 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
• GALLO, Silvio. Pedagogia do Risco. Campinas: São Paulo: Papirus, 1995.
• GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Práxis. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 1995
• ____ Diversidade Cultural e educação para todos. Rio de Janeiro: Graal, 1992
• ____Concepção Dialética da Educação. 2ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1983
• ____ Educação e Poder: introdução à Pedagogia do Conflito. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1981
• JESUS, Antônio. Educação e Hegemonia. São Paulo: Cortez: UNICAMP, 1989
• GRAMSCI, Antônio. Os intelectuais e a organização da cultura. 8ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
• ____ Concepção dialética da história. 9a e. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
• MANACORDA, Mário. Marx e a Pedagogia Moderna. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1991.
• MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. Ideologia Alemã. São Paulo: Moraes, 1984.
• OLIVEIRA, Ivanilde. Filosofia da Educação: reflexões e debates. Belém: VOZES, 2006.
• PEREIRA, Otaviano. O que é teoria. São Paulo: Brasiliense, 1982
• RIOS, Terezinha. Ética e Competência. São Paulo: Cortez, 1993.
• ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da Educação. São Paulo: Difel, 1979
• SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1991
• ____ Escola e Democracia. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1983
• SEVERINO, Antônio. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1994.
• _____Educação, Ideologia e Contra-Ideologia. São Paulo: EPU, 1986.
• VERNANT, Pierre. Mito e Pensamento entre os Gregos. São Paulo: Difusão Européia do Livro.

CURSO DE PEDAGOGIA
DEMEI
Disciplina: INFORMÁTICA BÁSICA
CH: 80 CRÉDITOS 03
Ementa:
Microinformática básica: gerenciamento de arquivos em computador pessoal; uso de aplicativos, de preferência software livre, para criação e edição de documentos e de apresentações multimídias; internet: chat, correio eletrônico, listas de discussão e WWW.

BIBLIOGRAFIA:
JUNIOR, Nilson Lopes. BrOffice.org Writer 2.0.x. Disponível em:
.
Acesso em: 4 set.2006.
JUNIOR, Nilson Lopes. BrOffice.org Impress 2.0.x. Disponível em:
.
Acesso em: 4 set.2006.
SOBRE o Google. Disponível em:
.
Acesso em: 4 set.2006.






























CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE ARTES
Disciplina: TEATRO – ARTES CÊNICAS (ELETIVAS)
CH: 80H CRÉDITOS 03
Ementa:
Teatro como forma de expressão e comunicação. Concepções do teatro . História do teatro. Teatro no ensino da educação básica.

BIBLIOGRAFIA:
1. ARAÚJO, Nelson. História do teatro. Fundação cultural do estado da Bahia. Bahia, 1979.
2. BOAL, Augusto. Técnicas latino-americanas de teatro popular. São Paulo, HUCITEC, 1979.
3. CARVALHO, Ênio. O que é autor? São Paulo, Brasiliense, 1987.
4. COELHO, Paulo. O teatro na educação. Rio de Janeiro, Florense, 1986.
5. JÚNIOR, Raimundo Magalhães. Teatro I. Rio de Janeiro, Bloch Fename, 1980.
6. MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. São Paulo, Ática, 1985.
7. PEIXOTO, Fernando. O que e teatro? São Paulo, Brasiliense, 1980.
8. RESEFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo, Dominus, 1965.






























CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
Disciplina: Educação Sexual (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80 HS. CRÉDITOS 03
Ementa:
Educação sexual e orientação sexual; O estatuto epistemológico para a educação sexual na escola; Sexualidade enquanto construção cultural; O discurso oficial para as escolas públicas; Os temas da educação sexual na escola; A escola e o enfrentamento da violência sexual.
BIBLIOGRAFIA
1. AQUINO, Júlio Groppa.(org) Sexualidade na Escola: Alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus. 1997.
2. ANDRY, Andrew C. e SCHEPP, Steven. De onde vem os bebês? RJ: José Olímpio, 1980.
3. BARROSO, Carmen e BRUSHINI, Cristina. Sexo e Juventude. São Paulo: Cortez. 1990
4. BASSALO, Lucélia de Moraes Braga. Educação Sexual e Escola: Resgatando Evidências Históricas dessa relação. Trilhas Revista do Centro de Ci6encias Humanas e Educação, Belém, v.1, p.36-42, 2000
5. _________________. Os Saberes em torno da Educação Sexual na Primeira Metade do Século XX no Brasil. Dissertação de mestrado. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1999
6. BERNARDI, Marcello. A deseducação Sexual. SP: Summus. 1985
7. CALDERONE. Mary S. e RAMEY, James W. Falando com seu filho sobre sexo. SP: Summus, 1986
8. CASTELO, L. Branco. O que é erotismo. SP: Brasiliense, 1984.
9. DESSER, Nanete Ávila. Adolescência Sexualidade e culpa. Rosa dos Tempos / UNB: Brasília. 1993
10. FIGUEIRÓ, Mary Neide Damico. A Produção Teórica no Brasil sobre EducaçãoSexual, in Cadernos de Pesquisa, agosto/1996, nº98. Fundação Carlos Chagas. P. 50-63
11. FAGUNDES, Tereza Cristina Pereira Carvalho. Educação Sexual - Prós e Contras. IN, Revista Brasileira de Sexualidade Humana, Vol. III - No 2. São Paulo, Ed. IGLU, 1992.
12. GOLDBERG, M. Amélia A. Educação Sexual: uma proposta um desafio. São Paulo: Ed.Cortez, 1988.
13. GTPOS- Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. Sexo se aprende na escola. São Paulo: Olho d’água, 1995.
14. GUIMARÃES, Isaura. Educação Sexual na Escola: Mito e Realidade. Campinas: Ed. Mercado de Letras, 1995.
15. HORNER, Tom. O sexo na Bíblia. São Paulo: Gemini, 1989.
16. SUPLICY, Marta. Conversando sobre sexo. Vozes: RJ. 1983
17. NUNES, César Aparecido. Desvendando a Sexualidade. Campinas: Ed. Papirus, 1987.
18. RIBEIRO, Marcos ( Org. ). Educação Sexual: Novas Idéias, Novas Conquistas. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos, 1993.



CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DLLT
DISCIPLINA: LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Principais técnicas de traduções e leituras de textos adaptáveis às várias áreas acadêmicas e científicas. Instrumentalização em outros aspectos funcionais da língua inglesa ( morfossintático, semântica, gramática e cultural), buscando um domínio total de estratégias e técnicas de escrita, leitura e tradução.

BIBLIOGRAFIA:
01. BOOTH, Diana L. Fried. Projet Work. Oxford univ. 1986.
02. DICIONÁRIOS Mono e Bilíngües diversos.
03. DUFF, Alan. Translation. Oxford Press.1990.
04. GRAMATICA Diversas.
05. HEDGE, Trícia. Writing. Oxford Press. 1998.
06. JOHI E HZSOARS. Headway – London. Oxford University Press, 1992.
07. LEITURA EXTENSIVA: seleção de bons textos produzidos em Língua Inglesa ( didáticos, literários e técnicos-cientificos).
08. MURPHY, Raymond. Grammar in Use. Cambridge University Press, New York, 1990 (425. M978g).
09. MURRAY, Janete et al. Reading Skills for the social sciences. Oxford Presse, 1998. Oxford Uni. Press. English for Secreatries,1990.
10. PEREIRA, Walber. Inglês Instrumental na UEPA ( coletânia) vol I, II, III, IV em 14 áreas, Belém,1996.
11. QUIRK, Randolph: GREENBAUM, Sidney. A University Grammar of English. London: Longman,1972.(425. Q8u).
12. SWAN, Michael. Effective Reading. Cambridge University Press.1998.
13. TAPES: gravação dos textos / sketches.
14. VÍDEOS: diversos.
15. WILLIAMS, Ray Vocabulary Recognition Strategies in Eap Reading. England, 1984.


















CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DEES
DISCIPLINA: FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS: 03
EMENTA:
Conceitos de Linguagem; A linguagem como objetivo de estudo da Fonoaudiologia; Desenvolvimento da Linguagem normal; Processamento Auditivo e a escola; Funções intelectivas para Linguagem, Leitura e Escrita; Alterações da Linguagem oral e Escrita; A voz do Professor; Papel do Fonoaudiólogo na escola.

BIBLIOGRAFIA:
01. American Speech-Language-Hearing Associaation, Central Auditory Processing: Current status of research and implications for clinical pratice. Technical Report.2005.
02. AZCOAGA, J.E. & BELLO, J.A. Los Retardos Del Linguage En EL Nino. Bueno Aires: Paidos,1977.
03. _____________________________ Las Funciones Cerebrales Superiores Y. Sus Alteraciones En EL Adulto. 1ª ed.Buenos Aires: Paidos, 1997.
04. BOONE, D. Sua voz está traindo Você? Porto Alegre : Artes Médicas, 1996.
05. BOONE,D. R. & McFARLANE, STEPHEN, C. A voz e a terapia vocal. 5ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas,1994.
06. CANANGIA,M.B. A Voz e seus Distúrbios. Rio de Janeiro,1979.
07. CAVALHEIRO, M. In: GIROTO, C.R.M. Perspectivas Atuais da Fonoaudiologia na Escola. São Paulo: Ed. Plexus,1999.
08. DAMASCENO, A. ORLANDO, S. MACHADO, H (Org). Fonoaudiologia Escolar – Fonoaudiologia e Pedagogia: Saberes Necessários Para a Ação Docente. Belém: EDUFPA,20006.
09. FERREIRO,L.P. O Fonoaudiólogo e a escola. São Paulo, 3ª ed.Plexus, 2001.
10. FERREIRA, L.P. e cols. Temas de Fonoaudiologia.São Paulo: ed.Loyola.1998.
11. GESELL, A.Diagnósticos do desenvolvimento – Avaliação e Tratamento do Desenvolvimento Neuropsicológico da Lactante e na Criança Pequena – O normal e o Patológico. São Paulo: Atheneu,1947.
12. GUEDES, Z.C.F.In CASA NOVA, J.P. e col. Manual de Fnoaudiologia. 2º ed. Porto Alegre: Artes Médicas,1997.













CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE ARTES
Disciplina: PERCEPÇÃO E COGNIÇÃO NA CRIAÇÃO ARTÍSTICA (ELETIVA)
CARGA HORÁRIA 80 HS. CRÉDITOS 03
Ementa:
Estudos e concepções teóricos / práticas sobre percepção e cognição visual para a criação de imagens estáticas e em movimento.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade I – PERCEPÇÃO E COGNIÇÃO: 1.1. Concepções sobre os sentidos/percepção/sinestesia visual; 1.2. O olhar e o tempo: idades do olhar; 1.3. Leitura e Releitura das imagens estéticas e em movimento.
Unidade II – CRIAÇÕES ARTÍSTICAS: 2.1. Elaboração e execução de experimentações de imagens estáticas, e em movimento (criação de vídeos); 2.2. Criação de mídias para a educação.

REFERÊNCIAS BÁSICAS
● ARNHEIM, R. Arte e percepção visual. São Paulo: EDUSP, 1980 / 2001.
● FRANCASTEL, Pierre. Imagem, visão e imaginação. Maetisfortos, 1993.
● DIDI – HUBERMAN, George. O que vemos, o que nos olha. São Paulo: Ed. 34. 2001.
● VANOYE, Francis & GOLIOT – LETE, Anne. Ensaio sobre a análise filmica. São Paulo: Papirus, 2003.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
● MERLEAU – PONTY. Fenomenologia de percepção. São Paulo: Martins Fonte, 1992.
● Dondis, Doris. A Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: M. Fortes, 2001.
● PILLAR, Analice Dutra (org). A educação do olhar no ensino das artes





















CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS
DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DA INFÂNCIA E DA ADOLESCÊNCIA
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS 03 (ELETIVA)
EMENTA: Processo de construção histórica da disciplina. Precursores e clássicos da Sociologia da Infância e da Adolescência. Principais abordagens teóricas. A situação social dos jovens na sociedade: educação, trabalho e condições de vida. Os jovens e os direitos sociais. Dilemas e perspectivas da juventude no Brasil.

BIBLIOGRAFIA:
1. ARIÈS, P. História Social da Criança e da Família. 2ª ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC,1981.
2. AZEVEDO, M. A. Crianças Vitimadas. São Paulo (SP): IGLU, 1989.
3. BRITIO, S. Sociologia da Juventude I: da Europa de Marx à América Latina de hoje. Rio de Janeiro (RJ): ZAHAR, 1968.
4. CEBRAP. A Criança, o Adolescente e a Cidade. São Paulo (SP): CEBRAP, 1974.
5. CNBB. Quem acolhe o menor, a mim acolhe. Brasília (DF): CNBB- Campanha da Fraternidade, 1987.
6. COSTA, A. C. Brasil Criança Urgente. São Paulo (SP): COLUMBUS, 1990.
7. CURI, M. O Estatuto Da Criança e do Adolescente e as Medidas Sócio-Educativas. In: SITRAEMFA. Cadernos Populares. São Paulo (SP): FORJA, n º7, 1991.
8. DEMO, P. Política Social, Educação e Cidadania. Campinas (SP): PAPIRUS, 1994.
9. DRAIBE, S. M. Prioridades e Perspectivas de Políticas Públicas para a Década de 90. Brasília (DF): IPEA, 1989.
10. ENGELS, F. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. Rio de Janeiro (RJ): Civilização Brasileira, 1981.
11. ERIKSON, E. Identidade, Juventude e Crise. Rio de Janeiro (RJ): ZAHAR, 1985.
12. FALCÃO, M. et al .... Os Direitos dos Desassistidos Sociais. São Paulo (SP): CORTEZ, 1989.
13. FERREIRA, K. M. Meninos da Rua. São Paulo (SP): CEDEC, 1979.
14. FLORA, M. C. Mendigos. Por que surgem, por onde circulam, como são tratados? Petrópolis (RJ): VOZES, 1987.
15. FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido.Rio de Janeiro (RJ): PAZ e TERRA, 1983.
16. FURTER, P. Juventude e Tempo Presente. Petrópolis (RJ): VOZES, 1975.
17. IAMAMOTO, M. Relações Sociais e Serviço Social no Brasil. São Paulo (SP): CORTEZ, 1988.
18. IBGE. Criança e Adolescente. Rio de Janeiro (RJ): IBGE, V. 1, 1987.
19. JUNQUEIRA, A. L. Abandonados.São Paulo (SP): ICONE, 1986.
20. KOWARICK, L. Trabalho e Vadiagem. São Paulo (SP): Brasiliense, 1987.
21. MACHADO, A. K. Código de Menores Comentado. São Paulo(SP): Saraiva,1986.
22. MANZINE COVRE, M.de L. (Org). A Cidadania que temos.São Paulo (SP): Brasiliense, 1986.
23. MARSHALL, T. M. Cidadania, Classe e Status.Rio de Janeiro (RJ): ZAHAR, 1967.
CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DMEI
DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA A EDUCAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS 03 (ELETIVA)
EMENTA:
A diversidade de usos do computador na Educação e sua relação com as Teorias de Aprendizagem. Introdução à análise de software educativo, focalizando aspectos pedagógicos, psicológicos e técnicos. Aplicação de metodologias de uso do computador na Educação pautada em novos paradigmas de aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA:
01. ALMEIDA, M. Elizabeth. Informática e Educação: diretrizes para uma Formação Reflexiva de Professores. Dissertação de Mestrado em Educação: Supervisão e Currículo. São Paulo: PUC-São Paulo, 1997.
02. _____________________. Informática e Formação de Professores. MEC/SEED. Brasília. Seed. 2002.
03. ______________________. Integração das tecnologias na educação. MEC- SEED. Brasília: Seed, 2005.
04. ALMEIDA. Fernando José de. Educação e informática: os computadores na escola. São Paulo, SP: Cortez, 1988.
05. DEMO, Pedro. Educação e desenvolvimento. São Paulo. Papirus. 1999.
06. HERNADEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: ArtMed. Ed. 2004.
07. JONASSEN, D. H. Computer in the Classroom: Mindtools for Critical Thinking. New Jersey; Merri- Prentice Hall. 1996.
08. Levy, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo: Loyola. 1999.
09. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. São Paulo: Papirus. 2ª Ed. 2004.
10. MORIN, Edgar. Epistemologia da complexidade. In: SCHNITMAN, Dora Fried (org.). Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre. Artes médicas. 1996. p. 274286..
11. PAPERT, Seymourt. Logo: computadores e educação. São Paulo. Brasiliense. 1995.
12. _____________________. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas. 2002.
13. PIAGET, Jean. O possível e o necessário: a evolução dos possíveis na criança. Artes médicas. Porto Alegre. 1995.
14. ____________________. Psicologia e pedagogia. RJ: Ed. Forense Universitária. 1980.
15. SKINNER, B. F. (19) A tecnologia do ensino. 1992.
16. VALENTE, J. A. Coputadores e conhecimento: Repensando a educação. Campinas: Unicamp. 2002.
17. VALENTE, José A. Et alli. Liberando a mente: computadores na educação especial. Campinas, SP: Gráfica Central da UNICAMP, 2001.





CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DCNA
DISCIPLINA: Homem, ambiente e qualidade de vida. (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h Créditos: 03
EMENTA: Concepções de ambiente. Trajetória da Educação Ambiental. Pressupostos básicos para Educação Ambiental. Problemáticas ambientais atuais. Abordagens teórico-metodológicas em Educação Ambiental para Educação Infantil e Ensino Fundamental.

VIII – BIBLIOGRAFIA
1. BRASIL. Secretária de Educação fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: apresentação dos temas transversais/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. P.169-233.
2. GALIAZZI, Maria do Carmo & FREITAS, José Vicente. (orgs.) Metodologias emergentes de pesquisa em Educação Ambiental. Ijuí: Ed. Unijuí, 2005.
3. GUIMARÃES, Mauro. (org.) Caminhos da Educação Ambiental: da forma a ação. Campinas, São Paulo: Papirus, 2006 (Coleção Papirus Educação)
4. HUTCHISON, D. Educação Ecológica. Idéias sobre consciência ambiental. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
5. KINDEL, Eunice Aita Isaia et al. Educação Ambiental: vários olhares e várias práticas. 2ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
6. KITAMURA, Paulo C. A Amazônia e o desenvolvimento sustentável. Brasília: Embrapa, 1994.
7. MORAES, A. C. R. Meio Ambiente e Ciências Humanas. São Paulo: Hucitec, 1994.
8. PENTEADO, H. D. Meio Ambiente e formação de professores. São Paulo: Cortez. 1998
9. PEDRINI, A G. (Org.) Educação Ambiental: reflexões e práticas. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
10. REIGOTA, M. A floresta e a escola. São Paulo: Cortez, 1998
11. TRAVASSOS, Edson Gomes. A prática da Educação Ambiental nas escolas. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2006.
12. VIANA, Aurelio et al.. Educação Ambiental: Uma Abordagem Pedagógica dos temas da Atualidade. São Paulo: CEDI, Erexim, CRAB, 1992.
13. ZEPPONE, Rosimeire Maria Orlando. Educação Ambiental: teoria e práticas escolares. 1ª ed. Araraquara: JM Editora, 1999.










CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DCNA
DISCIPLINA: TÓPICOS DE SAÚDE E SEXUALIDADE HUMANA (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h
EMENTA: Saúde e doença. Doenças mais comuns na infância.. A valorização da saúde como condição para uma sexualidade saudável. A abordagem da saúde e sexualidade nos currículos escolares. As implicações da gravidez na adolescência. A problemática das drogas.
BIBLIOGRAFIA
1. AQUINO, J. (Org.). Sexualidade na Escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1997.
2. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação de Saúde da Criança e do Adolescente. Programa de Saúde do Adolescente. Bases Programáticas. 2ª. educação. Brasília, 1996.
3. BRASIL. Secretária de Educação fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: apresentação dos temas transversais/ Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. P.169-233.
4. BUCHER, R. Drogas e Drogadição no Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1992.
5. BRANCO, Francisco Fábio Castelo Branco et al. Ser Humano e Saúde. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003. (Coleção magistério)
6. CARNEIRO, R.M.M.M.A. (Coord.) A adolescente grávida e os serviços de saúde do município. Brasília: Opas/OMS, Conasems, Unicef, Governo Federal, 1997.
7. CAVALCANTE, R. C. (Org.). Saúde sexual e reprodutiva. Ensinando a ensinar. Brasília: Cesex, s/d.
8. DAGMAR, E. E. M (Org.) Saúde e sexualidade na Escola. Porto Alegra: Mediação, 1998.
9. DEJOURS, C. Por um novo conceito de saúde. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, n. 54 v. 14, abr/maio/jun. 1986.
10. FUCS, G.B. Por que sexo é bom ? Orientação para todas as idades. Rio de janeiro: Rosa dos Tempos, 1987.
11. GUIMARÃES, Isaura. Educação sexual na Escola: Mito e realidade. Campinas, São Paulo: Mercado de Letras, 1995.
12. GAIARSA, J. A. O que é corpo. 7ª. educação.São Paulo: Brasiliense, 1995.
13. NIGRO CONCEIÇÃO, J. A. (Coord.) Saúde Escolar. A criança, a vida, e a escola. São Paulo: Sarvier, 1994.
14. PRADO, D. O que é aborto ? São Paulo: Brasiliense, 1991.
15. SUPLICY, M. Conversando sobre sexo. 16ª. educação. Rio de janeiro: Vozes, 1990.
16. SIQUEIRA, M. J. Prevenção ao uso indevido de drogas: o adolescente, a família e a escola. São Paulo, 1996.
17. SANTOS, M. A. dos. Biologia da Educação. São Paulo: Ática, 1997.
18. WEITRAUB, M. Sexualidade e drogas. São Paulo: Siciliano, 1994.
19. VIDAL, E. M. (org.). Ser humano e Saúde. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2003.


CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO: DCNA
DISCIPLINA: PRODUÇÃO DE MATERIAL DE PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS (Eletiva)
CARGA HORÁRIA: 80 h CRÉDITOS 03
EMENTA: O ensino de ciências naturais no contexto nacional e internacional. Tendências teórico-metodológicas no ensino de ciências. Análise, discussão e elaboração de material didático para o ensino de ciências.
BIBLIOGRAFIA:
1. AMARAL, Ivan A. & MEGID NETO, Jorge. Qualidade do livro didático de Ciências: o que define e o que define? Revista Ciência e ensino, Campinas – SP. Volume 2, p. 13 – 14, junho/ 97.
2. CARVALHO, & PÉREZ, Anna Maria Pessoa de & PÉREZ, Daniel Gil. Formação de Professores de Ciências. São Paulo: Cortez. 1993.
3. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; et al. Ciência no ensino fundamental: o conhecimento físico. São Paulo: Scipione, 1998.
4. _____________. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento científico. São Paulo: Scipione, 1998.
5. DELIZOICOY, Demetrio & ANGOTI, J. Metodologia do ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1990.
6. ______________. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Ed. Cortez, 2002.
7. ____________________.Metodologia do Ensino de Ciência. São Paulo: Cortez, 1990.
8. GOUVEIA, M. S. F. Atividades de Ciências: a relação teoria-prática no ensino. Revista: Ensino em Re-vista, volume 03, nº 01, p. 9-14, Jan. / dez. 1994.
9. KRASILCHICK, Mirian. O professor e o currículo das Ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
10. _______________. Formação dos professores de Ciências: tendências nos anos 90. In: MENEZES,
11. Luís C. (org.) Formação continuada de professores de ciências. São Paulo: Autores Associados, 1996. (Coleção Primeiros Passos).
12. MOREIRA, Marco Antonio (org). Atas do IV Encontro Nacional de Pesquisas em Educação em Ciências. Porto Alegre: 2003. Cd – Rom.
13. MOREIRA, Marco. A. & AXT, Rolando.Tópicos em ensino de Ciências. Porto Alegre: Sagra. 1991.
14. MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e Formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte. Ed. UFMG, 2000.
15. ROSITO, Berenice Álvares. O ensino de Ciências e a Experimentação. In: MORAES, Roque. Construtivismo e ensino de ciências. Porto Alegre: EDPUCRS, 2000.
16. NARDI, Roberto. Questões atuais no ensino de Ciências. São Paulo: Escrituras Editora. 1998.
17. OLIVEIRA, Daisy L. (org.). Ciências nas salas de aula: Porto Alegre: Mediação. 1997.
18. PACHECO, Décio. Um problema no ensino de Ciências: organização conceitual do conteúdo ou estudos dos fenômenos. Campinas. 1990. (mimeo)
19. PRETTO, Nelson de L. A Ciência nos livros didáticos. Campinas – SP: Editora Unicamp; Salvador: CED – UFBa, 1985.
20. WEISSMANN, Hilda. et al. Didática das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre. 1998.



























A N E X O S


1 – PLANO DE APLICAÇÃO DE ADAPTAÇÃO CURRICULAR.

Um comentário:

  1. NOVO OLHAR SOBRE A MATEMÁTICA, Jornal Beira do Rio, UFPA, Abril 2011,
    www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2011/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica

    MÁRIO SERRA - ENGENHEIRO, MATEMÁTICO E AMAZÔNIDA, Jornal Beira do Rio, UFPA, Ano XXVIII Nº 120. Agosto e Setembro de 2014,
    http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2014/152-2014-08-01-17-25-17/1618-2014-08-04-14-34-28


    RENATO PINHEIRO CONDURÚ (Belém-Pa, 25/08/1926 - 23/06/1974), ENGENHEIRO-MATEMÁTICO PARAENSE: INDO DO GUAMÁ ALÉM DO VAL DE CÃES ( solicite por e-mail: jbn@ufpa.br)

    ALGUMAS MULHERES DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA E QUESTÃO DE GÊNERO EM C & T.
    http://sitiodascorujas.blogspot.com.br/2013/06/mulheres-na-matematica.html

    CONSTANTINO MENEZES DE BARROS I - MATEMÁTICO QUE LIGA O PARÁ/BR AOS MAIORES CENTROS DO MUNDO E COMPARÁVEL AOS GRANDES ÍCONES DA HISTÓRIA DA MATEMÁTICA (II a V não publicados, disponível por e-mail), (Óbidos-Pa, 19/08/1931, Rio de Janeiro-RJ, 06/03/1983), Ex-Docente UFF e UFRJ,
    www.chupaosso.com.br/index.php/obidos/educacao/2149-vida-e-obra-de-constantino-menezes-de-barros

    PROFESSORA SANTANA: Candidata a Melhor Docente do Ensino Básico Paraense, Blog Chupa Osso, 23 Junho 2013, www.chupaosso.com.br/index.php/obidos/educacao/2453-proessora-santana-candidata-a-melhor-docente-do-ensino-basico-paraense

    SABER MATEMÁTICO E CULTURA INDÍGENA, blogue da AICL, 20 de Setembro de 2011,
    http://coloquioslusofonia.blogspot.com.br/2011/09/saber-matematico-e-cultura-indigena.html

    PAIRÉ CAMETAENSE: UMA BELA OBRA EM MATEMÁTICA E ENGENHARIA (não publicado, disponível por e-mail: jbn@ufpa.br)

    CONHEÇA MARIA LAURA MOUZINHO LEITE LOPES, UMA DAS PRIMEIRAS DOUTORAS EM MATEMÁTICA DO BRASIL!,
    http://encontrodejovenscientistas.com/2015/02/02/conheca-maria-laura-mouzinho-leite-lopes-uma-das-primeiras-doutoras-em-matematica-do-brasil/

    NASCIMENTO, J.B., GOMES, S.C. L., MAGNO, C. S. E MOREIRA, A. M. S. , CICLOIDE E BRAQUISTÓCRONA, www.sobralmatematica.org/preprints/preprint_2015_01.pdf, acesso fev/15


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